Estatística

sábado, fevereiro 16, 2008

Escola de Educação Básica "Julius Karsten", começa o ano com novas cores

A Unidade Escolar "Julius Karsten", no Bairro Rau começa o ano com atraso no calendário escolar dos 200 dias letivos de trabalho efetivo com alunos e professores.
Para a comunidade ter e valorizar a instrução de qualidade, para as crianças e jovens, a Escola "Julius Karsten" oferecerá um espaço físico acolhedor, por meio de reformas e pinturas.
Por meio destas melhorias, centenas de crianças e jovens, distribuídos em três turnos, terão neste novo ano escolar, um ambiente compatível com o quadro de professores qualificados. Esses profissionais poderão buscar suporte pedagógico nos meios tecnológicos, como computadores conectados à internet.
Em 1925, os agricultores da Estrada Nova Retorcida uniram-se e edificaram um prédio escolar de madeira, para que seus filhos tivessem instrução escolar nos moldes da Escola Alemã. Os governos Municipal, Estadual e Federal, nao auxiliaram a iniciativa, para dar as condições, visto que os colonizadores garantissem a instrução elementar para seus filhos.
Foi com esta iniciativa, que surgiu na localidade de Três Rio do Sul - caminho à Retorcida - uma Sociedade Particular, cuja a comunidade contratava o próprio professor, o qual apresentava um programa curricular, segundo os padrões da Língua Estrangeira Alemã.
Todavia, esta iniciativa durou aproximadamente três anos. No ano de 1928 essa Unidade Escolar passa a ser controlada pelo Governo Estadual, que contratava o professor regente de classe e oficializava o ensino, no vernáculo da Língua Portuguesa.
Em 1948, essa Escola Estadual foi transferida, a sede para as proximidades do Salão Hruschka, hoje Comércio Waldemar Rau (in memórian), face a facilitar a locomoção e o acesso da Professora Alvina Karsten Schwedler, a qual tinha limitações físicas.
Como a nova Unidade Escolar foi edificada no terreno doado pelo Senhor Julius Karsten, a mesma passou a contar com a designação do nome do proprietário das terras doadas.
Assim surgiu no Município de Jaraguá do Sul a Escola Isolada "Julius Karsten", que mais tarde pelo crescimento demográfico do bairro foi transformada em Escolas Reunidas, Escola Básica, Colégio e finalmente, Escola de Educação Básica.
Portanto, ao completar 83 anos de fundação, a Escola Estadual "Julius Karsten", passou sua trajetória de existência por significativos momentos, como a Campanha da Nacionalização, a Era Vargas; a Segunda Guerra Mundial; o fim do Regime Democrático e nascimento do Regime Militar; a Era da Nova República, que trouxe ao poder, os políticos como os presidentes, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio da Silva.
Funcionários em pleno trabalho de pintar a fachada externa da Unidade Escolar.
Um cartaz comunica a comunidade o motivo do atraso no calendário dos dias de efetivo trabalho, que envolve alunos, professores e direção.
As cores oficiais do Estado catarinense revela um ambiente leve e colorido, na parte interna do pátio. Um novo telhado dá mais segurança para a clientela.
Um laboratório tecnológico será o principal meio a dar melhores condições de aprendizagem na área de iniciação à pesquisa, nas diversas disciplinas do Curriculo Escolar.
O progresso e o crescimento de Jaraguá do Sul, nao tem na natureza um elemento aliado

Foto dezembro 2007

Uma cidade cada vez menos verde

Sérgio Luís Pedrotti, filósofo- sergio.psicologia@gmail.com
A começar pelo plantio, a escolha de árvores para vias públicas, em Jaraguá do Sul é cada dia mais surpreende. A reportagem das páginas 4 e 5 do dia 5 de dezembro do AN Jaraguá, no mínimo, deve ter deixado pessoas se perguntando: onde foi que eu errei? Cidadão nascido nesta cidade, me perguntei.Pobres seres vegetais! Se não são as folhas que atrapalham a vida, são os galhos, que prejudicam a fiação elétrica (lembro que algumas cidades plantam árvores apenas no lado da rua que não possui postes), ou as raízes que prejudicam as calçadas (espécies de pequeno porte e sem grandes enraizamento seriam talvez necessárias).Uma gestão ambiental pública responsável e de longo prazo, poderia salvar as poucas árvores do espaço público que restam. Porque os cortes serão cada vez mais freqüentes. Por exemplo: sabe-se que o espaço na Rua Getúlio Vargas, desde o Mercado Público até onde antes funcionava a banca de revista, será todo “urbanizado”. Isso quer dizer, até onde se sabe, que todas as árvores serão cortadas, replantadas, deslocadas. Digo todas sim. E aquela passarela de sombra não existirá mais com a urbanização do espaço do assim chamado Centro Histórico. As desculpas são várias para retirar estas árvores do futuro espaço cultural e social.O que mais irrita, é a contínua comparação com Curitiba em questões ambientais. Já morei lá por três anos, e a gestão pública, destaco aí o transporte urbano e a arborização dos espaços públicos, incluindo praças e parque públicos, não têm comparação. Não vale a pena nem resguardar as devidas proporções. Fica até mal comparar.
Poderíamos sugerir apenas árvores de pequeno porte para as calçadas, como o flamboyanzinho, grevílea-anã e hibisco-da-china, ou alguma frutífera, que seriam cuidadas pela população, da mesma forma como cuidam dos canteiros públicos com flores e que surpreendem os turistas: com zelo. Acredito que o cidadão deve confiar que no futuro, espécies adequadas serão plantadas. Eu acredito.A purificação do ar, a melhoria do microclima da cidade, a influência no abrigo híbrido com o favorecimento da infiltração de água no solo, o abrigo à fauna, são alguns dos benefícios, além dos óbvios. Afinal, quem não gosta de uma sombra num escaldante dia de verão jaraguaense? Mas se até do tempo de manutenção das árvores se reclama, o melhor seria derrubar logo tudo. E de forma institucionalizada. Em lei. Árvores que dessem sombra, seriam podadas. Assim quem sabe, nos responsabilizaríamos.Talvez assim, às claras, não seriamos surpreendidos quando um dia acordarmos e, ao sairmos para o trabalho, não encontrarmos mais árvores. Nem nas ruas, nem nos morros (cada vez mais habitados). Talvez só neste dia compreendamos que o tempo é ingrato com aqueles que teimaram em pensar que o natural é destruir e ter, e que a grandeza de uma cidade vem apenas pelo seu desenvolvimento e trabalho, onde o verde não tem mais lugar.
Imagem de fevereiro de 2008
O que será que aconteceu com a árvore que estava defronte a casa que foi demolida, na Avenida Reinoldo Rau, Centro?

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Duas marcas de cervejas apareceram na Vila Jaraguá, em 1897. Em 2007 nasceu na cidade de Jaraguá do Sul uma nova marca de chope.

Conheça por Ivan Torres, a marca de um novo chope agregada aos valores culturais e as manifestações da cultura germânica, no Vale do Itapocu:
1_ Depois de 110 anos das marcas Bockbier e Pedri, em 2007 Jaraguá do Sul passa a contar com a marca Königs. Qual a responsabilidade histórica e cultural, para produzir uma nova marca de chope ou cerveja, de qualidade tradicional e artesanal,no Vale Itapocu?

"Historicamente" é dar continuidade a iniciativa destes empreenderes que aqui formaram uma cultura é a nossa forma singela resgate estes bons tempos, talvez um dia resgatamos tambem estas receitas.
Cultural é mostrar também que somos capazes atualizar conceitos mas respeitando a sua origem.
Turismo incluir Jaraguá do Sul, no roteiro das microcervejarias (já conseguimos).

2- Qual o mote da campanha cultural para ganhar o público consumidor, mais exigente pela marca da cerveja ou chope da marca Königs?

Estamos "mostrando" que o “chope" deve ser apreciado, degustado ao qual proporcionara prazer ou admiração por algo novo e também que a fabricação é artesanal sem adição de conservantes. O nome é a nossa forma de resgatar a prática e a cultura do tiro tanto falada por "todos" .

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

A cidade de São Pedro de Alcântara recebe homenagem em Jaraguá do Sul, ao completar 179 anos de Imigração Alemã

O Botafogo Futebol Clube, em 2008, dá continuidade ao Projeto Encontro de Músicos da Cultura Alemã, que valoriza e incentiva a produção artística musical, que envolve jovens, adultos e idosos, dos Vales Itapocu e Itajaí e região nordeste do território catarinense.
O Projeto foi iniciado em 2006 e em 2007 o Botafogo Futebol Clube ampliou uma parceria com o Museu "Wolfgang Weege" para a realização deste evento, organizando uma exposição temática sobre a trajetória dos músicos, musicistas e instrumentistas. A exposição traçou um perfil do repertório da cultura musical alemã, desde o final do século XIX, até o inicio do terceiro milênio.
Cada músico tem a oportunidade de realizar uma exposição individual de seu repertório musical ao subir o palco do Botafogo Futebol Clube, na Barra do Rio Cerro. O público acompanha o evento, sempre no segundo domingo de verão no mês de março, por meio de um mini-catálogo, onde são revelados a lista dos participantes e das apresentações de danças folclóricas.
Esse formato de evento projeta a cultura remanescente da imigração e colonização européia, associada à música, músicos, musicistas e instrumentistas, no território catarinense, proporcionando uma confraternização entre os músicos e destes com o público.
Neste ano de 2008, paralelo ao 3º Encontro de Músicos da Cultura Alemã, o Museu "Wolfgang Weege" e Malhas Malwee, empresa patrocinadora, homenagearão a cidade alcantarense, com a exposição: "São Pedro de Alcântara e a Imigração Alemã em Santa Catarina". Essa cidade é considerada berço da imigração alemã de Santa Catarina.
Outras informações:
Exposição: "São Pedro de Alcântara e a Imigração Alemã em Santa Catarina"
Data: 05 de março de 2008
Local: Museu "Wolfgang Weege"
Horário: 19 horas e 30 minutos
3º Encontro de Músicos da Cultura Alemã
Data: 09 de março de 2008.
Local: Sociedade Botafogo
Horário: 9 horas

domingo, fevereiro 10, 2008

Schützeverein Comercial do Jacu Açu, a Sociedade Esportiva e Recreativa, que valoriza as tradições da cultura germânica em Guaramirim


O dia 02 de fevereiro foi dedicado a homenagear a Sra Nivia Kemczinski, Rainha do Tiro ao Alvo Feminino. A tradição rege, que a Sociedade deve organizar uma ritualística folclórica de busca de rainha e de suas respectiva princesas. Veja a seguir pela coleção de imagens digitais, como foi organizado este evento cultural, que a cada ano tem novos adeptos:

A Sra Nivia Kemczinski, Rainha aguardando a chegada da marcha de busca e incorporação sua à fila.
Banda Estrela de Ouro, Rio Cerro II, Jaraguá do Sul (SC), apesar do sol escaldante fizeram um bonito desfile,tendo o Sr Rüdger como o comandante da marcha.
1ª Princesa: Giane Deretti - 2ª Princesa Elvira Fridmann, também participaram do tradicional desfile em homenagem à Rainha do Tiro ao Alvo.

O Sr Roland Stein, Presidente do Comercial foi à fila cumprimentar as majestades da tradição do tiro ao alvo feminino.
Banda Estrela de Ouro realizando o melhor em prol da tradição da cultura musical alemã. Nesta festa, apresentou um roteiro musical, de ricos acordes musicais.
Uma farta refeição foi organizada, com as variedades de legumes, cereais e carnes, sabores da cozinha brasileira.
Uma legião, entre associados e convidados, vão ao bifê conhecer e apreciar, o melhor da festa, o festival gatronômico.
Salão lotado, mostra que a Sociedade Comercial, no ano que vai completar 84 anos de fundação, mantém viva sua tradição, segundo os constumes de outrora.
Do Vale do Rio da Luz I, Centro Cultural Salão Barg, veio com um grupo de visitantes bem sintonizados com a tradição da cultura alemã.
Nelson Schuardt, sócio da extinta Sociedade "Ouro Verde", da Estrada Bananal do Sul veio matar a saudade, pois a tradição foi suplantada e enterrada, em Bananal do Sul e Guamiranga, por força do relaxamento das comunidades.
Rafael e Maria Roon, uma vez por ano marca presença no Comercial do Jacu Açu.
Os músicos do Rio Cerro II, tem um ônibus com estrela, cuja marca agrega disposição, para levar o melhor repertório da música alemã, aos salões de festas do tiro ao alvo.

sábado, fevereiro 09, 2008

Patrimônio Histórico e Religioso em Araquari é demolido
Quem circula pela BR 101, pelo Município de Araquari (SC), no trajeto de acesso à localidade do Itapocu, neste inicio de ano foi surpreendido pelo sumiço de parte da edificação da Igreja Católica. O que leva uma comunidade dar sumiço a um bem histórico e um rico testemunho de trajetória da vida dos membros pertencentes à Igreja? Com tanto terrenos baldios e no mato, no entorno da edificação histórica, por que nao aproveitaram a oportunidade para edificar um novo patrimônio contemporâneo? Por que dar mau exemplo à nova geração demolindo aquilo que representa a memória e a identidade de uma geração, que contribuiu com seu trabalho e testemunho de fé?
Demolir um patrimônio é dar pouca importância para história. A atual sociedade reclama da falta de civilização, fé, religiosidade, entre outros valores. Todavia, esta mesma sociedade surpreende com selvageria, quando ignora o seu legado cultural, dando sumiço a uma Igreja.
Vale lembrar que este patrimônio religioso e seu entorno formavam um dos raros cartões postais da cidade de Araquari, ao longo da BR 101.
É preciso refletir, que a violência, muitas vezes nasce no pátio e sob o teto de uma igreja. E por esses erros, os fíéis preferem ficar quietos e retirar-se em silêncio, para uma outra instituição religiosa, a qual respeita a histórica de vida daquele cristão e cidadão, que nao avaliza a selvageria.
Uma edificação religiosa é um bem coletivo, portanto, há ricas históricas para ser contadas por aqueles que a construíram. Não precisamos ir à Europa para admirar o patrimônio rico das igrejas medievais. Nós temos as nossas igrejas, com ricos traços arquitetônicos, permeado pela simplicidade, mas tendo os fiéis como o seu maior patrimônio sólido.
Conspirar contra a imagem de progresso e civilização de uma cidade é realizar atos impensados, como este, que ocorreu na localidade do Itapocu.
É com pesar que registro, neste diário mais um dos absurdos por conta de quem nao respeita a história do seu "rebanho". Confira as imagens digitais:

Portão de ferro trancado com cadeado, nao permite a entrada para quem de perto queira conhecer o fato histórico e absurdo, que entra para as páginas da história.

O rastro de destruição e a perda da memória tornaram-se visível ao olho da nova geração, que num futuro breve irá imitar o mau exemplo desta geração.
Um cartão postal a comunidade, pois ainda há traços e costumes do povo açoriano, que chegaram a Araquari no século XVIII.
Rica paisagem rural, mesclada com o conforto urbano, o asfalto, o qual incentiva os moradores a preservar sua propriedade com zelo e capricho.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

3º Encontro dos Músicos da Cultura Alemã é um tributo ao músico, musicista e instrumentista

O Museu e Parque "Wolfgang Weege", Firma Weege, Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel" e o Botafogo Futebol Clube, de nossa cidade estarão realizando uma noite de integração, entre as cidade de Jaraguá do Sul e São Pedro de Alcântara, cidade catarinense, pioneira por receber a primeira leva de imigrantes alemães por volta de 1829. Na época, uma calônia rural pertencente ao Município de São José, na grande Florianópolis (SC).
Por iniciativa das instituições acima elencadas, o movimento encabeçado pela Firma Weege e o 3º Encontro de Músicos da Cultura Alemã irão homenagear os músicos do Vale do Itapocu, Vale do Itajaí e Nordeste do território catarinense, bem como a cidade de São Pedro de Alcântara, pequena, mas de importância cultural para Santa Catarina.
Uma exposição será realizada durante todo o mês de março, a contar a partir do dia 5 (quinta-feira), no Museu "Wolfgang Weege", onde o público poderá conhecer as raízes históricas e o legado cultural por acervos e coleções fotográficos da Casa de Cultura de São Pedro de Alcântara; Fred Ulrich(Rádio Jaraguá AM) e Ademir Pfiffer (Arquivo Histórico/Jaraguá). Também serão apresentados nesta mostra, uma coleção de objetos, cujo acervo é eclético, que exprime a memória da imigração alemã, do sudoeste da Alemanha, naquela cidade.
A Senhorita Manuela Mendes, jornalista irá apresentar um documentário, cujo teor de imagens e matéria jornalística, que se constitui um tributo aos imigrantes alemães, vindos à cidade alcantarense, durante o século XIX. Um rico documentário que é fruto de seu trabalho de conclusão do curso de jornalismo, na Universidade Estácio de Sá, na grande Florianópolis.
Para a noite, outros atrativos culturais estão sendo planejados, como uma recepção à comitiva do Governo Municipal de São Pedro de Alcântara, apresentações culturais pelos músicos e folcloristas, de ambas as cidades, com instrumentos de foles, cordas e sopro.
O evento está sendo planejado pelas equipes de trabalho Museu "Wolfgang Weege", Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel" e Fundação Cultural, do Governo de Jaraguá do Sul.
A exposição temática, que está em fase de esboso e planejamento, tem a curadoria assinada por Ellen Anusek, historiadora e reponsável pelo Museu "Wolfgang Weege". Também participam e colaboram Silva Kita e Ademir Pfiffer, ambos historiadores do Arquivo Muncipal "Eugênio Victor Schmöckel".
No dia 9 de março acontecerá propriamente, o 3º Encontro de Músicos da Cultura Alemã, na sede do Botafogo Futebol Clube, na Barra do Rio Cerro, ao lado da Firma Weege (Malhas Malwee). O evento reunirá aproximadamente 100 músicos, os quais irão mostrar a musicalidade e os acordes pelos mais diversos instrumentos, um tributo aos 184 anos de imigração alemã no Brasil.
Não faltará as tradicionais apresentações folclóricas já confirmadas pelo Regenwalde Tanzgruppe, duas de suas categorais. Este grupo de danças germânicas representa a unidade dos calaboradores da Firma Weege (Malhas Malwee) e os moradores jaraguenses.
Um público grandioso está sendo aguardado, para 9 de março, no Botafogo, para apreciar os músicos, musicistas e instrumentistas.



Fonte: Jornal Anoticia - 03/02/2008 - Domingo.

Nome do Evento:Encontro de Músicos da Cultura Alemã
Cidade: Jaraguá do Sul
Quando? 9 de março -2008
Horário: 9 hs - celebração ecumênica (Igreja Protestante e Católica), musicalizado pelos músicos Quartetos Vozes do Vale - Blumenau - SC- 10 hs inicio das apresentações musicais.
Participações do Regenwalde Tanzgruppe - Firma Weege
Local: Botafogo Futebol Clube _ Jaraguá do Sul - SC.


Observação: clicar sobre a barra do link abaixo, para maiores informações e realizar inscrições: Das inscricões:http://valeitapocu.blogspot.com/2007/12/3-encontro-de-msico-da-cultura-alem.html
Como foi o evento em 2007:http://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/ii-encontro-de-msicos-da-cultura-alem.htmlhttp://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/jornal-correio-do-povo-no-caderno-extra.html
A participação da mulher neste evento:http://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/carla-e-ketlin-uma-nova-gerao-de.html
Exposição temática em homenagem aos músicos, em 2007:
http://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/exposiao-vai-narrar-histria-dos-msicos.htmlhttp://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/instrumento-musical.htmlhttp://valeitapocu.blogspot.com/2007/03/blog-post.html

Para conhecer São Pedro de Alcântara, visitar o site:
http://www.pmspa.sc.gov.br/home/

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Cultura afro brasileira foi destaque na Avenida Reinoldo Rau


O Carnaval da cidade de Jaraguá do Sul foi à avenida Reinoldo Rau, na noite de 02 de fevereiro, com aproximadamente 500 foliões. Os blocos carnavalescos que caracterizaram a cultura afro brasileira, com muita criatividade, mostraram a importância da cultura da história deste povo, no Vale do Itapocu.
Todos os anos, as lideranças dos blocos carnavalescos se esforçam, para construir parcerias para execução de uma proposta temática, que é atrelada a um enredo musical, o qual nortea o desfile de rua ou avenida.
Confira pelas imagens digitais, a história do carnaval de rua de nossa cidade:


A rainha do Carnaval foi eleita, a Senhorita Nerciana de Andrade, Bloco "Em Cima da Hora", do Bairro Nova Brasília.
Iracema Malheiros, na Rua Quintino Bocaiúva (Praça Angelo Piazera), após o desfile do Bloco Carnavalesco "Em Cima da Hora". Ela, como Presidente institucional foi a principal articuladora dos trabalhos de organização e confecção de alegorias, deste bloco.
As indumentárias folclóricas revelaram a criatividade, para contar através de um enredo e das alegorias, uma das histórias de lutas do povo afro brasileiro.
As cores deste bloco carnavalesco mostram os movimentos dos foliões, ao som dos instrumentos de percussão, uma bonita coreografia.
"Em Cima da Hora", este bloco carnavalesco mostrou a tradição do folclore do Norte do Brasil, onde o boi é um personagem, que ganha expressão na avenida. Em Jaraguá do Sul, o boi dançou e brincou, nas cores preta e branca.
O boi foi um rico ícone para dar rica interpretação, ao folclore do Norte do Brasil. Na Avenida Reinoldo Rau, ele foi objeto de veneração, pelo que ele representa no imaginário popular, quando o assunto é folclore.
O povo afro nativo e migrante, em Jaraguá do Sul mostrou por meio do folclore carnavalesco, os fragmentos de seu imaginário coletivo e também a história do afro brasileiro.
Ginga, plumagem, cores alegres, com estes ingredientes, o público que prestigiou o desfile na Reinoldo Rau conheceu melhor, a cultura afro brasileira do Vale do Itapocu.
Um carro alegórico onde sambistas exibiram por meio de rica fantasia, o valor do samba e do folclore afro brasileiro.
O desfile carnavalesco reune a família toda, para mostrar a arte folclórica e carnavalesca, desde Jaraguá a Jaraguá do Sul, neste terceiro milênio.
Este grupo de carnavalesco do Bloco Estrela Dalva mostrou a continuidade do legado cultural do Sr Manequinha, que veio a falecer em julho de 2007.
Músicos, musicistas, instrumentistas da Orquestra e particiapantes do FEMUSC, sob a regência do Sr Alex Klein foram à rua mostrar, que é possível combinar a arte erudita com a arte popular.
Alex Klein na Marechal Deodoro após o desfile na Reinoldo Rau. Muitos mestres e aprendizes das artes musicais erudita, o acompannharam, nesta noite de desfile de carnaval, em Jaraguá do Sul.
Grupo de músicos e instrumentistas defronte ao Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva", após desfile na Avenida Reinoldo Rau.
Músico com instrumento de percussão e músico com instrumento de metais trouxeram ao público, os velhos acordes de marchinhas, que contagiam as novas gerações.
O facista exibe orgulhosamente a bandeira de seu bloco carnavalesco, na Rua Quintino Bocaiúva, Centro.

Bloco caranavalesco independente foi à rua, para revelar a paixão pela cultura do futebol.

Em 2007 o Carnaval de rua, também foi festivo. Confira abaixo:
http://valeitapocu.blogspot.com/2007/02/carnaval-uma-cultura-dos-afros.html

Veja o diagnóstico do jornalismo cultural, de Michele Camacho, da Prefeitura de Jaraguá do Sul, sobre o evento do Carnaval 2008:

"BLOCO EM CIMA DA HORA VENCE PELA QUINTA VEZ


Uma avenida que virou palco, um palco que se transformou em pista de dança, uma dança que durante horas apresentou cores, embalou amores, impressionou olhares, um verdadeiro Carnaval. Eram índios, pajés, sinhazinhas, Nego Francisco e Catirina, fazendeiros e demais personagens da história do Boi Bumbá que estavam representados por aproximadamente 150 integrantes do bloco Em Cima da Hora, que apresentou o enredo “A Festa do Boi Rei”, e ficou com o título de campeão do Carnaval 2008 de Jaraguá do Sul – pelo quinto ano consecutivo, no desfile carnavalesco competitivo de Jaraguá do Sul e realizado na noite de sábado (2), na Rua Reinoldo Rau. O segundo lugar foi para a Escola de Samba Estrela D'Alva, que desfilou com cerca de 100 participantes que representaram o tema “Samba e Batucada”, enquanto que os mais de 105 componentes do Bloco Sem Preconceito levaram para a avenida uma festa única de todas as etnias, religião, sem discriminação de nada e de ninguém, ficando com o terceiro lugar. De acordo com a presidente da Fundação Cultural, Natália Lúcia Petry, o ótimo público estimado em torno de 10 mil pessoas ocupando as arquibancadas e as calçadas ao longo do percurso, agitou ainda mais o desfile. “A boa vibração que as pessoas passavam às escolas foi tanta, que ninguém ficou parado um só minuto, foi uma mistura de integrantes e público na avenida, realmente lindo!”, comemorou. O evento foi precedido por uma homenagem ao maior carnavalesco jaraguaenses, o Manequinha - fundador da Escola de Samba Estrela Dalva - que faleceu no ano passado. Além das apresentações dos concorrentes oficiais, o carnaval 2008 contou com a participação da Escola iniciante “Unidos da Brasília” que empolgou o público com o enredo “Carnaval antigo vamos sorrir”. A classificação foi anunciada durante o baile público que reuniu cerca de quatro mil pessoas na Combat, e que durante a noite toda trouxe ao palco interno e externo as bandas: Grupo Pagode.com, Papo de Samba, Nova Tendência e dj's. Com programação elaborada pela Fundação Cultural, em parceria com a Liga Independente dos Blocos, o Carnaval 2008 de Jaraguá do Sul premiou o campeão do Carnaval de rua com R$ 3,5 mil, destinou R$ 2,5 mil ao vice e mil reais ao terceiro colocado. A escolha das majestades do Carnaval foi realizado durante a sexta-feira (1) na Combat, e mais de duas mil pessoas assistiram a coroação – FOTO - do Rei Momo Josilério dos Santos (Unidos da Brasília), da Rainha Nerciana de Andrade (Em Cima da Hora), da 1ª Princesa, Ciomara de Andrade (Sem Preconceito) e da 2ª Princesa, Ana Paula Santana (Em Cima da Hora). "Estamos felizes com o evento, e agradecemos muito todo o apoio", concluiu Natália Petry, lembrando que para que os eventos acontecesse a Fundação Cultural contou com uma verba de R$ 50 mil disponibilizada através do Funturismo e apoio da Rede de Postos Mime, sendo de que deste montante R$ 32 mil foram destinados aos blocos carnavalescos – como forma de apoio de custo – e o restante para Estruturas Carnavalescas, além de cerca de R$ 50 mil (recursos próprios da Fundação Cultural) para pagamento de cachês, premiação, entre outros. "

sábado, fevereiro 02, 2008

Centro Histórico em fase de conclusão



Em 01 de fevereiro de 2008, apesar da intensa chuva, as empresas contratadas estavam em pleno trabalho acelerado, para execução da obra de revitalização, do antigo prédio da estação, que foi sede de armazém de carga e descarga, finalmente sede da Estação Ferroviária.
O prédio foi no passado testemunho da Revolução de 30, quando Getúlio Vargas veio a Jaraguá e região, para de perto conhecer as forças leais ao movimento deflagrado por ele e seu grupo, contra as elites conservadoras de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, fiéis a Julio Prestes, ex- Governador de Saõ Paulo, eleito Presidente da República. Embora empossado, os golpistas rasgaram a ata de posse e Julio foi ao exílio, rumo a Alemanha.
Os anos 30, em Jaraguá foram marcados pelas tropas federais que tomaram a cidade de Jaraguá, justamente, tomando o marco referencial o prédio da Estação Ferroviária, atualmente objeto de restauração ou revitalização.
Um funcionário faz o reparo técnico no sistema de energia elétrica em via de implantação.
Cores leves e claras permite aos futuros usuários da Biblioteca Municipal "Rui Barbosa", um ambiente leve e de alta claridade.
Neste espaço já está definido as cores do ambiente, o qual terá diversas portas de vidros transparentes, facilitando a iluminação natural, para conter gastos enérgiticos e financeiros.
Na parte externa dos fundos, o restauro ainda ocorre. Há muito para se fazer, tanto nos aspectos de restauro e pintura.
Um estaleiro improvisado mostra em que grau está a execução da obra de restauro.
O usuário da Biblioteca Municipal "Rui Barbosa" contará com um ambiente com grandiosas portas de vidro, o que dá visibilidade da área externa, que possui bens arquitetônicos a ser preservados, pois faz parte do entorno dos 100 metros.
Um operário arrebentando a laje da antiga galeria, que tinha barberaria, revistaria e escritório. Em breve o local receberá nova edificação que vai complementar o conjunto das edificações do Centro Histórico de Jaraguá do Sul.