Estatística

sexta-feira, outubro 20, 2017

Jaraguá do Sul (SC): os 500 anos da Reforma Luterana

- Crédito de imagem: Ademir Pfiffer - 20/10/17 - 

O patrimônio cultural do autodoor revela nas ruas de Jaraguá do Sul, as celebrações dos 500 anos da Reforma Luterana.
Através deste modelo de comunicação visual, a população de Jaraguá do Sul (SC), está sendo convidada a participar do movimento cultural-religioso.
Há autodoors nos bairros Barra do Ribeirão Molha (Rua Walter Marquardt), Nova Brasília (Rua Antonio Carlos Ferreira), Avenida Waldemar Grubba ( duas unidades, em frente ao Ocorreio do Povo e Associação Atlética Banco do Brasil - antigo Morro de Johan Gottlieb Stein), Czerniewicz (Rua Jorge Czerniewicz) e Barra do Rio Cerro (Rua Feliciano Bortolini).
Em 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero, o monge  afixou na porta de sua igreja, na cidade de Wittenberg, Alemanha, as 95 teses de caráter teológicas que deram origem à Igreja Evangélica de Confissão Luterana.
Em Jaraguá do Sul, a Igreja Luterana iniciou ainda no final do século XIX, as atividades com pastores que vinham do Vale Itajaí ao Rio da Luz e Rio Cerro II.
Porém, a história da instalação oficial no antigo distrito de Jaraguá, foi em 1907, marcada pela atuação de Ferdinand Schlünzen , pastor que veio de Brüderthal.
Atualmente, a localidade ainda tem características de ruralidades, em Guaramirim (SC), na Rodovia Rudolfo Jhan (antiga Estrada Brüderthal).


Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, outubro 15, 2017

Alcides Manke no Mundo Antigo de Pomerode



Publicado em 19 de jun de 2017
Alcides Manke (Massaranduba/SC), músico do instrumento do quetschkommande (bandoneon), no Mundo Antigo de Pomerode (SC) , no Feriado Nacional (Tiradentes), de 21 de abril de 2017.
Ademir Pfiffer - Historiador

Schützenverein –Sociedade Recreativa Aliança - 02



Publicado em 17 de jun de 2017
O quê? A comunidade de Rio Cerro II, Município de Jaraguá do Sul (SC), colonizada pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no sábado 17 de junho foi palco demais uma festa de rei, através da competição somatória da jogatina da peca.
A competição visa estimular a participação de todos os associados – adultos e idosos. Porém, a prática social do lazer tem regramentos bem definidos, o que atrai a participação dos associados com o ideário do schützenverein.
No evento da última semana do outono austral eram as majestades os seguintes cidadãos:
Gilson Völz (Voelz), rei;
Ango Köpp (Koepp), 1* cavalheiro;
Marson Grützmacher, 2* cavalheiro.
O que aconteceu? Por volta das 13 hs foi a concentração dos sócios e às 14 hs e 30 minutos, os associados participaram da ritualística folclórica de busca das majestades – trajeto do pátio - pela Banda Karisma do Rio Grande do Sul, sendo o comandante o Senhor Gerson Hornburg.
Em seguida ocorreu a sessão de homenagem, competições da peca, tarde dançante, café típico germânico – iguarias, pomerana e alemã – divulgação das novas majestades, encerramento da festa e a noite o baile social.
Apesar de todos os desafios por conta da conjuntara politica e econômica do momento que atravessamos, a comunidade remanescente, teuto-brasileira do Rio Cerro II e entorno, segue a sua tradição ancorada nos valores dos antepassados e fundamentada nas leis que sustentam e norteiam a cultura brasileira, na perspectiva da diversidade e conformidade, por exemplo, com a Declaração de Caracas de 1992, assim narrado: o Patrimônio Cultural de uma nação, de uma região ou de uma comunidade é composto de todas as expressões materiais e espirituais que lhe constituem, incluindo o meio ambiente natural [http://coral.ufsm.br].
No casso particular da Sociedade Aliança, podemos agregar ao conceito, também a importância das expressões da ordem imaterial, representada pelo folclore e a culinária, que tem ricos elementos que definem a identidade cultural da comunidade.
Ademir Pfiffer – Historiador

Jaraguá do Sul: Rua Piçarras, centro



Publicado em 9 de ago de 2017
Jaraguá do Sul (SC): Rua Piçarras localizada no Morro do Carvão ou também conhecido por Morro dos maristas , no centro.
Uma rua ladeada por construções modernas e Bioma da Mata Atlântica, reduto de araquãs, sábias, bem-te-vis, dentre outras espécies.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Quetschkommade, em 04 de junho 2017 - 01



Publicado em 5 de jun de 2017
O quê: A Sociedade dos Atiradores Ribeirão Grande da Luz – antiga Fröhsing- realizou a 3ª edição do instrumento Queschkommade (bandoneon), em sua sede social em Sohnstiefe.
O que aconteceu? Abertura do evento contou com a presença do pastor Elpideo Helwig – Paróquia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Barra do Rio Cerro - e com a participação de um grupo de cantores da mesma comunidade.
Em seguida iniciou as apresentações de palco através dos músicos amadores de Jaraguá do Sul, Joinville, Guaramirim, Rio dos Cedros, Massaranduba, Blumenau, Schroeder e outras cidades.
O evento Quetschkommade, cujo instrumento é conhecido na Lingua Estrangeira Alemã, também por shifferklavier, trata-se de movimento histórico e cultural para salvaguardar o patrimônio do instrumento dos foles, o bandoneon que chegou em Jaraguá pelos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães), no Vale do Rio da Luz e Rio Cerro, ramificando-se em toda região do Vale do Itapocu o seu uso.
No passado era o único instrumento popular, que veio na bagagem do colonizador, sendo útil para entoar canções religiosas nos templos luteranos ou mesmo para abrilhantar as festas das igrejas luteranas (kirchfest), festas escolares (schulfest), salões de bailes e sociedades de tiro (schützenverein).
Até hoje, o instrumento é propagado, sendo que uma nova geração de instrumentistas difunde os acordes musicais, pois há um público seleto, que absorve e valoriza esse patrimônio cultural e folclórico, de geração em geração.
Atualmente existem seis eventos do gênero, que são organizados nas cidades de Pomerode, Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
No Brasil, desde 2016, o jovem Eduardo Quant, luthier de Joinville, vem desenvolvendo pesquisas no segmento dos instrumentos dos foles o bandoneon, pois o mesmo construiu artesanalmente, o primeiro exemplar.
A divulgação, inicialmente, está acontecendo nos eventos de Joinville, Jaraguá do Sul e Massaranduba.
Portanto, a Sociedade dos Atiradores do Ribeirão Grande da Luz, cujos associados são descendentes de teuto-brasileiros, alemães e pomeranos, tem no evento do Quetsckommade, a defesa do instrumento musical dos foles, que tem a sua origem no seu criador Heinrich Band, músico alemão.
Apresentação das vozes da Comunidade do Ribeirão Grande da Luz.
Ademir Pfiffer – Historiador

Associação Recreativa Cultural Salão Barg – 05



Publicado em 4 de jun de 2017
O quê? Evento do Patrimônio Cultural do Schützenverein na Associação Recreativa e Cultural Rio da Luz - Salão Barg (antigo Salão Mathias e Voigt), em 03 de junho de 2017, em Jaraguá do Sul (SC), na estação do outono austral.
O que aconteceu? Festa do tiro pássaro – uma manifestação medieval remanescente no Novo Mundo, trazida a prática pela colonização germânica – conhecida na Língua Estrangeira Alemã por vogelschießen.
Foram sagradas majestades por ocasião do evento, no sábado às 18 hs:

Irio Fischer, rei;
Rosane Fischer, rainha;
Guinaldo Gielow, 1º cavalheiro;
Iracema Gielow, 1ª princesa;
Adalberto Rengel, 2º cavalheiro;
Marli Rengel, 2ª princesa.
O evento foi abrilhantado pela Adler’s Band do Vale do Rio da Luz, cujo repertório musical foi eclético. 
Todavia, a apresentação da banda tradicional o destaque foi a música folclórica germânica, tanto no momento da ritualística folclórica de busca de majestades e o baile social.
Durante o evento, também aconteceram as competições de tiro pássaro (vogelschießen), jantar festivo e a proclamação das novas majestades para o ano de 2018.
O Salão Barg, a mais de um século tem a missão de salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein em conformidade com seu estatuto social, que é ancorado nas leis, segundo a Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, pois ampliou a noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens culturais de natureza material e imaterial e, também, ao estabelecer outras formas de preservação – como o Registro e o Inventário – além do Tombamento (Iphan).

Ademir Pfiffer - Historiador

Associação Recreativa Cultural Salão Barg – 04



Publicado em 4 de jun de 2017
O quê? Evento do Patrimônio Cultural do Schützenverein na Associação Recreativa e Cultural Rio da Luz - Salão Barg (antigo Salão Mathias e Voigt), em 03 de junho de 2017, em Jaraguá do Sul (SC), na estação do outono austral.
O que aconteceu? Festa do tiro pássaro – uma manifestação medieval remanescente no Novo Mundo, trazida a prática pela colonização germânica – conhecida na Língua Estrangeira Alemã por vogelschießen.
Foram sagradas majestades por ocasião do evento, no sábado às 18 hs:

Irio Fischer, rei;
Rosane Fischer, rainha;
Guinaldo Gielow, 1º cavalheiro;
Iracema Gielow, 1ª princesa;
Adalberto Rengel, 2º cavalheiro;
Marli Rengel, 2ª princesa.
O evento foi abrilhantado pela Adler’s Band do Vale do Rio da Luz, cujo repertório musical foi eclético. 
Todavia, a apresentação da banda tradicional o destaque foi a música folclórica germânica, tanto no momento da ritualística folclórica de busca de majestades e o baile social.
Durante o evento, também aconteceram as competições de tiro pássaro (vogelschießen), jantar festivo e a proclamação das novas majestades para o ano de 2018.
O Salão Barg, a mais de um século tem a missão de salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein em conformidade com seu estatuto social, que é ancorado nas leis, segundo a Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, pois ampliou a noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens culturais de natureza material e imaterial e, também, ao estabelecer outras formas de preservação – como o Registro e o Inventário – além do Tombamento (Iphan).

Ademir Pfiffer - Historiador

Estrada Itapocuzinho Alto - Santa Luzia - Jaraguá do Sul - SC



Publicado em 25 de mai de 2017
Estrada Itapocuzinho Alto, atual Rua Frederico Ranthum, bairro Santa Luzia, Município de Jaraguá do Sul (SC). 
A região é um trecho urbano do Município isolado, permeado pela cultura do arroz irrigado, indústria de pequeno porte, comércio e residências.
A região foi colonizada a partir da segunda metade do século XX pela presença dos alemães e italianos.
Ademir Pfiffer - Historiador

Estrada Itapocuzinho rumo à Vila Chartres



Publicado em 25 de mai de 2017
Estrada Itapocuzinho, atual logradouro Manuela Francisco da Costa rumo à Vila Chartres, no Município de Jaraguá do Sul (SC).É uma região agrícola, porém vem sofrendo com o impacto industrial e ocupação indevida do solo por conta de loteamentos abertos sem infraestrutura. 
Além disso, um trecho da rua acompanha o leito do Rio Itapcuzinho. Assim, em épocas de chuvas torrenciais, há riscos de enchentes e perdas, tanto para indústrias, residências, comércio, etc. Inclusive, compromete a mobilidade da localidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Passagem da composição ferroviária na Estação Jaraguá do Sul



Publicado em 25 de mai de 2017
Passagem da composição ferroviária na Estação Jaraguá do Sul (SC).
Um vídeo amador, que faz refletir o progresso da cidade, desde o inicio do século XX pelos trilhos do trem, pois os mesmos facilitaram a conexão do antigo distrito com os grandes centros consumidores.
A população ao logo de um século ocupou as margem do ramal ferroviário e hoje despreza a memória e história do progresso do Município.
O que fazer para manter o ramal ferroviário integrado à vida da cidade para orgulho dos munícipes? 
Temos engenheiros ferroviários, os quais poderão projetar um ramal ferroviário subterrâneo ou planejar a construção de um elevado. 
Fato que não podemos ignorar a memória da ferrovia, pois ela tem participação no crescimento de Jaraguá do Sul e do Vale Itapocu.
Ademir Pfiffer - Historiador

17ª Bandoneonfest – Sociedade Rio da Prata – Joinville – SC – 01



Publicado em 22 de mai de 2017
O Município de Joinville (SC), no domingo 21 de maio, no outono austral, a Sociedade Rio da Prata foi palco da 17ª Bandoneonfest, no distrito de Piarabeiraba.
O instrumento do bandoneon conhecido na Língua Estrangeira Alemã por quetschkommande tem no povo de origem eslava, os pomeranos, o principal multiplicador da cultura musical e folclórica germânica, por meio dos foles.
No Brasil, o instrumento chegou pela presença da emigração e colonização dos pomeranos, que aportaram em Santa Catarina, a partir da década de 60, nos vale Itajaí, Itapocu e nordeste do nosso Estado.
Desse povo, uma das referências que se mantém viva em tempos modernos, é o instrumento do bandoneon – invento de Friedrich Zimmermann, na Alemanha.
Em Joinville, desde o ano de 2000, a cidade tem um evento dedicado a este instrumento musical, sendo a família Trapp – pomerana-brasileira – articuladora e organizadora. 
Através do evento, em 17 edições, muitas revelações de músicos e acordes musicais – ritmos da música folclórica germânica - foram apresentadas no palco, tanto na Sociedade Palmeiras (bairro Vila Nova), Salão Jacó (Estrada Piraí) e Sociedade Rio da Prata (Pirabeiraba).
A cada ano, comparecem novos músicos, que revelam a importância deste Patrimônio Cultural, para difusão e fomento do turismo de Santa Cataria, com as raízes de memória e da história dos instrumentistas, que preservam a identidade teuto-brasileira.
No palco Orquestra do Bandoneon de Joinville.
Ademir Pfiffer - Historiador

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 07



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
A Banda Verde Vale, de Pomerode (SC), corporação musical, que completou 40 anos de fundação abrilhantou o evento festivo. Dessa forma a banda musical veio ao Rio Cerro II juntar-se à comunidade germânica (pomerana e alemã), para ambas celebrar a tradição e o folclore, cuja herança dos antepassados motivou a organização desse evento promotor da identidade cultural de nosso município.
Ademir Pfiffer – Historiador

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 06



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
A Banda Verde Vale, de Pomerode (SC), corporação musical, que completou 40 anos de fundação abrilhantou o evento festivo. Dessa forma a banda musical veio ao Rio Cerro II juntar-se à comunidade germânica (pomerana e alemã), para ambas celebrar a tradição e o folclore, cuja herança dos antepassados motivou a organização desse evento promotor da identidade cultural de nosso município.
Ademir Pfiffer – Historiador

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 05



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
A Banda Verde Vale, de Pomerode (SC), corporação musical, que completou 40 anos de fundação abrilhantou o evento festivo. Dessa forma a banda musical veio ao Rio Cerro II juntar-se à comunidade germânica (pomerana e alemã), para ambas celebrar a tradição e o folclore, cuja herança dos antepassados motivou a organização desse evento promotor da identidade cultural de nosso município.
Ademir Pfiffer – Historiador

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 02



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
Dança folclórica do Grupo folclórico Grünestal, de Rio Cerro II, vinculado à unidade escolar da rede estadual João Romário Moreira.
Ademir Pfiffer – Historiador

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 01



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
No vídeo 01, Magali Grützmacher e Vanderlei Siewerdt no palco entoando uma canção germânica.


Ademir Pfiffer - Historiador

Königsfest in Winterfest 2017 - 03



Publicado em 14 de mai de 2017
O QUÊ? Festa de Inverno (Winterfest), na Sociedade Recreativa Alvorada de Rio Cerro II, Município de Jaraguá do Sul (SC).
QUANDO? Sábado 13 de maio, a partir das 13 hs.
O QUE ACONTECEU? Concentração dos sócios e sócias, ritualista folclórica de busca de majestades, café colonial, competições de tiro ao alvo, tarde dançante com Banda Musicamp e proclamação das novas majestades do tiro para 2018.
Majestades 
Masculino – Edgar Hornburg, rei; Ruy Utpadel, 1º cavalheiro e Claudinei Lenhardt, 2º cavalheiro.
Feminino – Laurina Mathias, rainha; Ivani Mathias, 1ª princesa e Aura Doege,2ª princesa.
A Festa do inverno (Winterfest) apesar do nome acontece todos os anos na estação do outono austral. O que tem de significativo é a culinária, o folclore germânico e as competições do tiro ao alvo (Patrimônio do Schützenverein).
A comunidade participa voluntariamente (são formadas equipes de trabalho) do evento e o público em geral, que vem ao evento prestigiar a cultura germânica, cujas referências da comunidade alemã e pomerana de Rio Cerro II, ainda tem importância na construção da identidade do Município de Jaraguá do Sul.
Ademir Pfiffer - Historiador

Rodovia Js Padre Aloisio Boeing - Pedra Branca - Jaraguá do Sul



Publicado em 2 de mai de 2017
Rodovia Js Padre Aloisio Boeing - Pedra Branca - Município de Jaraguá do Sul (SC). Trecho rural - estrada de chão - e trecho urbano - via asfaltada - daquela comunidade, que no passado contava com uma instituição escolar da rede municipal, cujo patrono era Adolpho Konder e funcionou durante parte da segunda metade século XX.
O local no passado foi colonizado por alemães, pomeranos e italianos, sendo atualmente grande parte dos moradores migrantes, que foram atraídos pelo surto da industrialização da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Tifa Fundos Pedra Branca - Barra do Rio Cerro - Jaraguá do Sul



Publicado em 2 de mai de 2017
Tifa Fundos Pedra Branca - Barra do Rio Cerro - Jaraguá do Sul (SC).
localidade rural permeada pela Mata Atlântica composta de madeiras nativas w plantas ornamentais e aéreas.
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, outubro 14, 2017

O progresso de Santa Catarina e do Paraná sobre as rodas de ferro



Publicado em 19 de abr de 2017
O progresso de Santa Catarina e do Paraná sobre as rodas de ferro. 
As imagens do comboio ferroviário clama para a inteligência dos vereadores e prefeitos de Jaraguá do Sul (SC), que estão longe de abrir um diálogo com a participação dos formadores de opiniões e conhecedor da causa da mobilidade urbana, visando discutir com a comunidade, a mobilidade ferroviária e sua importância história e cultural, para o município, para gerar desenvolvimento sustentável.
No inicio do século XX, a ferrovia chegou e colocou o distrito de Jaraguá na rota do progresso.
Passado um século de existência do ramal ferroviário, o distrito evoluiu e se transformou em município. 
Em um século, a população resolveu construir a margem da ferrovia um conjunto de edificações de diversas tipologias e uso.
Assim, atualmente, parte desta população remanescente e invasora, sem conhecimento da história do progresso da cidade se recente , pois ventila pensamentos de que a mesma é um empecilho para a cidade.
Por que não temos uma classe política pensante capaz de discutir, através de mesa redonda, conferência, seminário, outros meios de participação democrática, as múltiplas saídas sobre a ferrovia como Patrimônio Histórico e Cultural? Ou seja, pensar nela como parte da vida dos cidadãos e da mobilidade da cidade?
Onde estão as universidades privadas e seu dirigentes, mestres e doutores, que fomentam o ensino e pesquisa, mas não discutem soluções inteligentes para defesa da arquitetura do ferro e do panorama da mobilidade ferroviária, buscando soluções com a participação da comunidade pensante, para Jaraguá do Sul ter solução coletiva visando superar este desafio?
Ademir Pfiffer - Historiador

Locomovel para manutenção do ramal ferroviário São Francisco a Mafra



Publicado em 19 de abr de 2017
Locomóvel para manutenção do ramal ferroviário São Francisco a Mafra em Santa Catarina e Rio Negro Paraná.
O dito locomóvel apareceu em movimento nos fundos do Centro Histórico de Jaraguá do Sul - antiga Estação Jaraguá.
Ademir Pfiffer - Historiador

Balneário Barra do Sul: Rodovia Aci Ferreira de Oliveira - video 02



Publicado em 18 de abr de 2017
Rodovia ACI FERREIRA DE OLIVEIRA SC-415 26,918 40,830 ENTR. BR-280 (P/ ARAQUARI) BALNEÁRIO BARRA DO SUL (SC), Município no nordeste catarinense, colonizado por afros, açorianos e portugueses. Vídeo 02 .
A fonte principal de receitas do município é o desenvolvimento sustentável do turismo, pesca e comércio varejista.
As Imagens são do leito da rodovia para registo da paisagem artificial, natural, da mobilidade, mata nativa reflorestada, sendo a última afetou o bioma da Mata Atlântica.
Ademir Pfiffer - Historiador

Balneário Barra do Sul: Rodovia Aci Ferreira de Oliveira - video 01



Publicado em 18 de abr de 2017
Rodovia ACI FERREIRA DE OLIVEIRA SC-415 26,918 40,830 ENTR. BR-280 (P/ ARAQUARI) BALNEÁRIO BARRA DO SUL (SC), Município no nordeste catarinense, colonizado por afros, açorianos e portugueses. Vídeo 01 . Trecho inicial na área urbana é denominado de Rua Jaraguá do Sul.
A fonte principal de receitas do município é o desenvolvimento sustentável do turismo, pesca e comércio varejista.
As Imagens são do leito da rodovia para registo da paisagem artificial, natural, da mobilidade, mata nativa e reflorestada, sendo a última afetou o bioma da Mata Atlântica.
Ademir Pfiffer - Historiador

Passagem do comboio ferroviário em Jaraguá do Sul



Publicado em 17 de abr de 2017
Em 13 de abril, quinta-feira, as 7 hs e 25 mins um comboio ferroviário passou pela estrada de ferro centenária que liga o sudoeste do Paraná e Planalto Catarinense, em direção ao litoral de São Francisco do Sul (SC).
Uma imagem que revela a força do desenvolvimento agrícola e da indústria de Santa Cataria e parte de vários municípios paranaenses.
A cor Azul dá o novo colorido à composição ferroviária, desde 2016 a novidade passa pelos trilhos deste município, que ganhou integração regional e nacional, graça a presença deste Patrimônio Histórico, que é pouco compreendido por quem não conhece a história da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, outubro 02, 2017

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 08



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 07



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 06



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 05



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-brasileiro.
Ronald Kreidel , turismólogo da cidade de Pomerode (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 04



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-brasileiro.
Participação no diálogo do Senhor Ademar Frederico Duwe, morador do Rio da Luz e líder influente naquela comunidade.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 03



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Mediadora Liliane Nizzola, presidente do Iphan de Santa Catarina.
Ademir Pfiffer – Historiador