Fonte: Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel" - Jornal Correio do Povo,edições diversas do ano de 1980.
É um instrumento virtual, capaz de explorar e mostrar os traços da história, do folclore e da cultura do Vale Itapocu. Portanto, a missão do blog é ser um veículo de comunicação aliado à história de nossa gente.
Estatística
quinta-feira, outubro 25, 2007
domingo, outubro 07, 2007
A exposição “Bordando Jaraguá do Sul – Memórias” (...) até 30 de julho, no Museu Histórico Emílio da Silva. A exposição mostra ao público referências a trabalhos de arte, bordados e artesanatos que foram desenvolvidos por várias gerações nas famílias jaraguaenses e constituem, sem dúvida, as células-tronco do desenvolvimento da indústria têxtil do município de Jaraguá do Sul. Para que as novas gerações conheçam a própria origem, valorizem o trabalho de seus antepassados e compreendam o retrato social das famílias do passado, foi elaborado, em parceria entre o SESC e a UNERJ, o projeto “Bordando Jaraguá do Sul – Memórias”. Foram reunidas senhoras de dois grupos diferentes e estudada com as mesmas a obra da artista plástica catarinense Maria Celeste Neves, em arte näif. Após o estudo e a prática em oficinas foi proposto às senhoras fazer uma releitura da obra da referida artista, tendo como foco a cidade de Jaraguá do Sul, pois Maria Celeste tem como foco Florianópolis. Na seqüência, foi oportunizado espaço para elas pesquisarem ou reorganizarem suas memórias – o que viu e o que lembra – e selecionarem cenas ou brincadeiras de suas infâncias, para discuti-las transportando-as para uma obra de arte tendo como suporte o tecido. Sobre o tecido foram realizados painéis com retalhos de tecidos e vários tipos de bordados substituindo a pintura. As coordenadoras e as monitoras se propuseram a integrar as componentes dos grupos, estimular suas memórias e ajudar os grupos a produzir seus trabalhos artísticos, resgatando a memória dos trabalhos manuais. A principal meta era uma exposição para comemorar o aniversário de Jaraguá do Sul. Foram seis meses de acompanhamento dos trabalhos, uma vez por semana. Os dois grupos eram completamente diferentes. As obras produzidas não mostraram diferenças nas criações; todas foram muito coloridas. Foram confeccionados em torno de 30 painéis que mostrarão as memórias dessas senhoras e de Jaraguá do Sul numa exposição que será realizada no museu histórico Emílio da Silva. O projeto foi apoiado pelo curso de Moda da UNERJ e foi coordenado por Marisa Tensini Kaufmann (UNERJ), Denise Ehlert (SESC) e monitorado pelas acadêmicas de Arquitetura e Urbanismo Djiulia Carolina Schade (trabalho burocrático), Karina Fiamoncini da UNERJ, Dayana Karina Silva e Sirley Aparecida Stein do SESC. Participaram do projeto as artistas: Alzira Viero, Augusta Etelvina dos Passos, Carola Mercedes Tiepelmann, Catharina Sabel Kremer, Edeltraud Henschel Trapp, Elvira Zastrow, Emília Prestini, Georgina Escandial, Maria de Souza Schnaider, Maria Elizabeth Meyer Wilberstedt, Magdalena dos Santos Pasqualini, Raquel de Paula Rodrigues Adamo, Reinalda Vergette Costa, Rosiris da Costa Barbosa e Waltraud Brunilde Tepasse.
Jornal Absoluto -15/07/07

“Encontro de Pintura“–“ Um Olhar para Jaraguá”
Prezado Professor de Artes,
Sua participação é fundamental para o fomento de atividades Culturais em nossa cidade. Participe do nosso evento com um grupo de alunos talentosos e interessados e venha fazer parte desse registro artístico de nossa história.
1º - O ” Iº Encontro de Pintura”- “Um Olhar para Jaraguá”, objetiva estimular o registro de
nosso tempo, enfatizando o patrimônio histórico, a paisagem e o povo da cidade, segundo a
poética dos artistas, professores de arte e alunos-artistas que aqui vivem.
2º - As pinturas deverão retratar a natureza expressa no local determinado pelo projeto (Pintura
Figurativa), e seu entorno.
3º - As inscrições deverão ser feitas no dia 06 de outubro na Praça Angelo Piazera.
4º - Os participantes deverão se inscrever das 8h até as 13h, onde terão as telas (previamente
carimbadas pela comissão organizadora) e que deverão ser devolvidos às 16h, para o
julgamento.
Parágrafo Único – Os participantes deverão ser maiores de 7 anos e poderão inscrever-se nas
seguintes categorias:
Categoria “A” – Para Artistas já laureados em salão oficial .
Categoria “B” – Para artistas não laureados, professores de arte, alunos-
artistas e comunidade em geral.
Categoria “C” – Infanto Juvenil .
“C1” – Para concorrentes de 7 a 12 anos de idade .
“C2” – Para concorrentes de 13 a 17 anos completos.
5º - Para a sua indentificação, os participantes deverão portar o documento comprobatório
usado na inscrição prévia.
6º - Terão 15 pontos de apoio com mesa e cadeiras no entorno da Praça.
7º - A identificação das telas para julgamento será feita unicamente pelo número de inscrição e
cada concorrente poderá participar com 1 (uma) tela, tendo como medidas mínimas
30 x 40cm.
8º - Cada participante deverá levar sua tela, com fundo branco e material de pintura.
9º - Os trabalhos deverão ser feitos usando as técnicas a óleo, acrílica ou guache.
10º - Os participantes poderão iniciar os trabalhos logo após as inscrição, entregá-los
improrrogavelmente até as 16:00 horas, no mesmo local onde foram apresentados os
comprovantes de inscrição e, onde as obras ficarão expostas para o julgamento.
11º - O julgamento será efetuado às 16h30min com o resultado dos tres primeiros colocados
em cada categoria..
12º - A critério da comissão julgadora, poderão ser concedidos prêmios além do certificado e
medalhas, aos tres primeiros colocados de cada categoria.:
13º - Só haverá julgamento com mais de 1 (um) concorrente.
14º - A classificação com a respectiva entrega de prêmios e diplomas, ocorrerá em solenidade
no dia 16 de outubro, no Museu Histórico Emílio da Silva.
Parágrafo Único – cada concorrente está obrigado a expor o seu quadro emoldurado, para a
exposição, mesmo que o quadro já tenha sido vendido.
15º - O concorrente que não apresentar o quadro para a exposiçào de premiação, será
automaticamente desclassificado.
16º - Será servido um lanche aos participantes inscritos.
17º - Em caso de chuva que impossibilite a realização do evento, cabe à organização do evento adiar para data a ser marcada oportunamente.
18º - A comissão julgadora será formada por elementos de reconhecimento e notório
conhecimento artístico e presidida pela direção da AJAP, a quem caberá o voto de
minerva, bem como a solução de qualquer caso omisso no recente regulamento.
sábado, outubro 06, 2007
Esta é a palavra que melhor descreve o 1º dia da XIX Schützenfest!
Cerca de 3 mil pessoas acompanharam na noite de 04 de outubro, a abertura da 19ª Festa dos Atiradores - Schützenfest.
A abertura teve início por volta das 20 h 30 min e teve como focos centrais a apresentação das majestades do tiro de diferencial da abertura desta edição da festa e que foi instituído como fazendo parte do cerimonial da maior festa do tiro fora da Alemanha, foi o disparo simbólico de 02 (dois) tiros, disparados pela Rainha das Atiradoras Sra. Sheila Raquel Schulz Porath e pelo Rei dos Atiradores Sr. Moacir Losi Junior e a Rainha das Atiradoras Sra. Sheila Raquel Schulz n Porath.Foi emocionante! Em um alvo disposto sobre o palco confeccionado exclusivamente para o cerimonial, foram disparados os dois primeiros tiros oficiais da festa.A novidade surpreendeu agradou a todos e com certeza se fortalecerá a cada ano.Após, foi decretada oficialmente aberta a festa pelo prefeito municipal sendo feita a sangria do 1º barril de chope obedecendo a um ritual que acontece na Schützenfest de Hannover e a assinado o Decreto de abertura da festa , cujo Artigo 2º , decreta que apartir daquele momento, fica definitivamente sepultada a TRISTEZA, devendo reinar somente a ALEGRIA, AMIZADE e a CONFRATERNIZAÇÃO)
2006, a marcha de busca das majestades composto pelas bandeiras que foram conduzidas pela Liga de Grupos Folclóricos, os estandartes da Schützenfest e da Associação dos Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu, a Rainha, princesas e simpatia 2006 e as 20 sociedades participantes da festa, acompanhados pela Banda Bavária.
O diferencial da abertura desta edição da festa e que foi instituído como fazendo parte do cerimonial da maior festa do tiro fora da Alemanha, foi o disparo simbólico de 02 (dois) tiros, disparados pela Rainha das Atiradoras Sra. Sheila Raquel Schulz Porath e pelo Rei dos Atiradores Sr. Moacir Losi Junior e a Rainha das Atiradoras Sra. Sheila Raquel Schulz Porath.
Foi emocionante! Em um alvo disposto sobre o palco confeccionado exclusivamente para o cerimonial, foram disparados os dois primeiros tiros oficiais da festa.
A novidade surpreendeu e agradou a todos e com certeza se fortalecerá a cada ano.
Após, foi decretada oficialmente aberta a festa pelo prefeito municipal sendo feita a sangria do 1º barril de chope obedecendo a um ritual que acontece na Schützenfest de Hannover e a assinado o Decreto de abertura da festa , cujo Artigo 2º , decreta que apartir daquele momento, fica definitivamente sepultada a TRISTEZA, devendo reinar somente a ALEGRIA, a AMIZADE e a CONFRATERNIZAÇÃO.
Rainha: Aline Prüsse - Sociedade Atiradores Diana-Guaramirim
Venha ser rei em Jaraguá do Sul!
Venha para a Schützenfest!
Uma Explosão de Alegria!
Inicio do baile em 05 de outubro às 22 horas.
Imagens mostram a animação de uma banda típica na Schützenfest. Confira!
quinta-feira, outubro 04, 2007
http://br.youtube.com/watch?v=ua-nHv83iQg
sábado, setembro 22, 2007
Banda Estrela de Ouro de Rio Cerro II conduziu a marcha tradicional de busca da Rainha e do Rei do Tiro ao Alvo. O percurso aconteceu nas proximidades da sede social da Sociedade de Atiradores, em "Oba Luz", Rio da Luz Vitória ou Rio da Luz III.
domingo, setembro 16, 2007
sexta-feira, setembro 07, 2007
O Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva, conta com um espaço nobre para visualizar a manifestação cultural e esportiva do tiro ao alvo, enraizada aproximadamente, dez (10) décadas em nossa cidade.
A proposta museográfica do nicho temático foi abordar e comunicar, através da linguagem museal, o contexto histórico das nossas manifestações culturais, de caráter também folclórica. Portanto, um tributo ao participe do esportista do tiro alvo.
A difusão desta tradição faz-se necessário face ao desmantelamento das diversas culturas dos diversos grupos étnicos, que ocuparam os espaços físicos e territoriasi de nossa cidade, desde o final do século XIX.
A cultura teuto-brasileira, difundidas pelas famílias remanescentes da colonização alemã, buscaram no espaço destinado à cultua do tiro do alvo, a afirmação do seu legado cultural, com o propósito de revelar à nova geração, o que foi significativo para construção de sua identdade e culto aos antepassados.
O quadro registra meio século de tradição do tiro ao alvo. Foi pintado e usado para as competições de tiro ao alvo, quando a lei não proibia esse modelo artístico. Atualmente, a legislação brasileira não permite o seu uso, pois estimula a caça indiscriminada, segundo quem interpreta e executa a lei em vigor.
Este quadro foi pintado manualmente e remete os estudiosos a um passado de fartura em nossas matas, repletas de animais feroses. Todavia, a proposta do pintor(a) foi estimular o atirador esportivo do tiro ao alvo, a mirar no centro, onde estão centrados os pontos mais altos, que dá o título de majestade do tiro.
O tucano era uma das aves prediletas do (a) pintor (a), para ser estampadas numa base de madeira, como motivo de caça. Ainda hoje encontramos nas matas do Vale do Itapocu espécies dessa ave. Elas continuam sendo alvo de caçadores de espingardas modernas. Mas a policia ambiental dá duro nos caras.
quinta-feira, setembro 06, 2007
Data:31/08/07
01/09/07 - Local: UNERJ
GESTÃO PÚBLICA DE CULTURA
- Qual o papel do municípioneste processo?
– Que condições estão sendo permitidas para a produção e desenvolvimento desta área cultural?
– Como aproximar o produtor cultural do público?
– Que estímulos existem para o desenvolvimento do potencial criativo (capacitação, formação de público)?
– Qual a responsabilidade do município em relação à cadeia produtiva da cultura e à garantia dos direitos culturais?
– Que instrumentos devem ser organizados para a avaliação dos recursos necessários ao desenvolvimento de cada área da cadeia produtiva da cultura?
– Como garantir um processo permanente de capacitação de gestores e produtores culturais e profissionalização da gestão cultural?
– Como criar instrumentos de acompanhamento e avaliação das políticas estabelecidas?
– Como fortalecer a participação efetiva e permanente dos movimentos culturais organizados?
– Como garantir a transversalidade da política cultural junto às áreas afins (educação, meio ambiente, trabalho, turismo, relações exteriores, etc.)?
ECONOMIA DA CULTURA
Como avaliamos o nosso papel na economia?
– Quais as fontes de financiamento?
– Como estão os equipamentos (espaços, instalações, tecnologia) disponíveis para a cultura?
– Como está a formação de mão-de-obra?
– O que é necessário regulamentar neste setor?
– Como avaliamos as perspectivas de produção e consumo de bens culturais?
– Quais são as prioridades para dinamizar a cadeia produtiva na área cultural?
– Qual o papel da iniciativa privada no financiamento da cultura?
– Como capacitar os produtores culturais?
– Que políticas devemos criar para unir produção e consumo cultural?
– Como definir perfil de desenvolvimento para o setor?
PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL
Patrimônio Cultural: natureza e o meio ambiente; conhecimento, técnicas e o saber fazer; objetos, artefatos, documentos e edificações.
– Como garantir a preservação dos bens culturais?
– Como fomentar a preservação como componente de valor?
– Como fomentar a proteção das manifestações culturais?
– Como defender os direitos culturais dos vários segmentos da população?
– Qual o papel do cidadão na preservação do patrimônio?
– Como fomentar os processos de identificação, documentação, proteção e promoção da diversidade de manifestações culturais?
– Como articular a preservação do patrimônio ao desenvolvimento urbano e regional sustentável?
CULTURA É DIREITO E CIDADANIA
– Quais mecanismos existem para inclusão das culturas populares?
– Como garantir o acesso à cultura para toda a comunidade?
– Que procedimentos devem ser formulados para garantir que a política na área da cultura consolide os direitos fundamentais da cidadania?
– Quais deveriam ser os principais direitos constitucionais e legais do cidadão com relação à cultura?
– Como garantir canais de interação e expressão cultural entre os diversos segmentos da sociedade?
– Como inserir a cultura nas políticas sociais?
– Quais processos de planejamento devem ser instalados para que o debate e a implementação das políticas fiquem garantidos com a participação dos vários segmentos sociais?
COMUNICAÇÃO É CULTURA
– Como gerar as informações necessárias para um real conhecimento da cadeia produtiva da cultura?
– De que forma a comunicação pode levar cultura ou informação cultural para toda a comunidade?
– Como difundir a cultura, em todos os seus aspectos (não somente manifestações artísticas) buscando uma maior interação com a sociedade?
– Como garantir que a diversidade cultural chegue a todos os meios de comunicação?
– Que mecanismos públicos devem ser criados visando a difusão cultural?
CULTURA É UM PRODUTO COLETIVO DA VIDA HUMANA.
CULTURA É DINÂMICA, É VIVA!
quinta-feira, agosto 30, 2007
A Sra Arlete Schwedler, a artista plástica jaraguaense da "gema", com uma formação nas melhores escolas de pinturas européias, estreou no ano de 2005, nas artes visuais, retratando os atores sociais, que construíram o legado cultural de nossa cidade.
Considerada uma revelação no universo das artes plásticas, Arlete participa 17 anos do meio artistico, que agita Jaraguá do Sul, nesses últimos anos.
A seguir um conjunto de imagens digitais revelam o potencial artístico dessa profissional. As imagens revalam uma artista plástica, que permeia o seu trabalho, com rico imaginário. Apaixonada pela história da nossa gente, Arlete propicia aos admiradores de sua arte, um momento de reflexão e revelação de alguns fragmentos da história de nossa cidade, protagonizada pelos atores sociais, os quais alguns se notabilizaram no decorrer dos tempos e outros são invisíveis.
Confira em releitura temática, a chegada triunfal do pioneiro Cel. Emílio Carlos Jourdan e seus empregados contratados para essa incursão, conforme a seguir:
A releitura do quadro artístico e de valor histórico, da Sra Arlete Schwedler, revela através da linguagem das artes plásticas, o momento da chegada do europeus em solo jaraguaense.
A Biblioteca Pública Municipal "Rui Barbosa"e o Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva" foram os locais para ventilar diversas temátcas, conforme a seguir:
Gestão Pública de Cultura
ARTES VISUAIS:
Proposta 1: Criar espaços públicos adequados, dinâmicos e educativos para exposições, que sejam pontos de referência da área no Município.
Proposta 2: Facilitar o acesso popular às iniciativas culturais, de forma ampla e democrática.
Proposta 3: Difundir o conceito de patrimônio cultural, na educação, garantindo o ensino das artes por professores habilitados na área.
Proposta 4: Garantir o acesso, o fomento e o desenvolvimento das atividades culturais.
TEATRO:
Proposta 1: Possibilitar a capacitação dos profissionais de educação e de teatro para o desenvolvimento da arte teatral.
Proposta 2: Definir programas específicos para a formação de público e platéia nas instituições de ensino, através dos grupos locais.
Proposta 3: Fazer planejamento estratégico e participativo das ações na área de artes cênicas com artistas, público e professores de teatro.
Proposta 4: Criar mecanismos de incentivo para o fomento do teatro em espaços públicos e outros específicos para a realização teatral no município.
LITERATURA:
Proposta 1: Aumentar os recursos financeiros para aplicação do acervo da Biblioteca Pública Municipal.
Proposta 2: Fomentar e qualificar a produção literária através da oferta de curso e oficinas.
Proposta 3: Criar a Associação dos Amigos da Biblioteca Pública Municipal.
PATRIMONIO HISTÓRICO:
Proposta 1: Estabelecer critérios de preservação do patrimônio cultural, valorizando a identidade cultural local.
Proposta 2: Garantir espaços próprios e adequados, com pessoal qualificado, para os órgãos públicos de preservação do patrimônio cultural.
MUSICA:
Proposta 1: Garantir a educação musical no âmbito da escola na disciplina de Artes, na educação infantil e ensino fundamental, com profissionais habilitados em constante aperfeiçoamento.
Proposta 2: Criar espaços públicos com estrutura adequada destinados ao ensino e apresentações musicais, proporcionando maior vivência musical.
Proposta 3: Fomentar a participação de todos os grupos musicais do município nas atividades culturais públicas, através de editais ou outros instrumentos legais.
DANÇA:
Proposta 1: Garantir espaço para debates e discussões entre as entidades públicas e privadas.
Proposta 2: Ampliar a participação de dança em eventos, com estrutura adequadas, disseminando a atividade.
Proposta 3: Proporcionar cursos e oficinas de capacitação para os profissionais da área de dança.
Proposta 4: Conscientizar a comunidade dos objetivos e dos aspectos técnicos da dança, através de fóruns, mostras didáticas, debates e processos avaliativos.
MANIFESTAÇÕES CULTURAIS:
Proposta 1: Criar mecanismos de fomento no Município abrangendo todas as manifestações culturais.
Proposta 2: Garantir a realização de manifestações culturais de forma interdependente entre as secretarias municipais.
ARTE-EDUCAÇÃO:
Proposta 1: Garantir o ensino de Artes na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, contemplando todas as modalidades artísticas (artes cênicas, música e artes visuais).
Proposta 2: Promover encontros e capacitações de arte-educadores.
Proposta 3: Proporcionar estrutura adeuqada nos bairros para apresentações culturais.
Proposta 4: Desenvolver, através da Fundação Cultural, uma articulação com a Secretaria de Educação, para inserção dos artistas na escola.