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segunda-feira, novembro 03, 2014

Cemitérios como pontos de sociabilidade, de encontros, e memórias

A cultura do sepultamento indígena foi introduzida no Vale do Itapocu a partir do século XVIII. Foi a fase em que os índios “xoclengue” deixaram o litoral Norte catarinense com o advento da intensa imigração dos lusos e açorianos, durante o assentamento dessas comunidades. Para escapar das práticas das caçadas dos bugreiros, foi inevitável a interiorização desses povos, também conhecidos pelo nome de botocudos. Dessa fase sabe-se pouco por fontes orais. Os costumes dos rituais de sepultamentos ligados aos botocudos ainda permeiam o imaginário coletivo regional. Esse povo nômade, ao morrer repentinamente, enterrava os seus mortos no local em que se encontrava, em meio à floresta. Assim, ainda na primeira metade do século XX, os colonizadores europeus que aportaram no Itapocu afirmavam a presença do ritual do sepultamento dos botocudos nômades em alguns locais do vale, através de relatos de entrevista sociais, gravados nesses últimos anos.  Os sepultamentos, ocasionalmente, ocorriam quando a morte surgia no grupo social motivada por incidência de moléstia ou ataques de animais ferozes. O conhecimento desse ritual da morte chegou ao colonizador europeu quando os botocudos, já aculturados, vinham da reserva indígena da região de Ibirama [José Boiteux e Victor Meireles] ao Vale do Itapocu, reencontrar a sepultura [cova] do ente querido. Ali, misteriosamente realizavam sua manifestação social do culto ao morto. Já o colonizador europeu, alemães e pomeranos, desde os primórdios tempos da ocupação da territorialidade da região do Vale Rio da Luz [anos 60] e a região da Estrada Garibaldi [anos 90], no transcorrer do século XIX, trouxeram a manifestação cultural do ritual do sepultamento nos moldes da tradição cristã. Porém, a sua base organizacional foi concebida pela prática do associativismo, que se adaptou muito bem no núcleo de assentamento, em conformidade com a orientação da igreja que estava vinculado, ou seja, protestante ou católica. O Cemitério Municipal de Jaraguá do Sul foi criado na área rural, que compõe a atual urbe da cidade, por volta de 1909, sendo à época organizado em conformidade às normas higienistas, sanitárias e de secularização da sociedade. Os cuidados eram necessários, visto que a primeira experiência de criação de um cemitério central, no local do atual, foi alvo de inúmeras reclamações a cerca da salubridade do espaço rural ameaçado por epidemias e miasmas, pois a maioria dos corpos eram enterrados de modo muito raso, gerando mau cheiro que atraia espécies de animais e aves em busca dos restos mortais. Quanto à regulamentação de uso social e cultural do Cemitério Municipal, a partir da primeira década do século XX, a organização ficou a cargo das duas mais importantes igrejas, a Luterana no Brasil e a Católica. O terreno foi pleiteado junto à Câmara Municipal e homologado pela autoridade da antiga Superintendência de Joinville, na área territorial conhecida como terras da Camerland, sem data de registro oficial. Porém, no ano de 1913, uma rua foi aberta acompanhando a margem do Rio Itapocu, cortando a área cemiterial. Assim, a área cemiterial para sepultamento ao lado do rio ficou sob o controle da Igreja Católica; a outra, para os cidadãos ligados à Igreja Luterana no Brasil. Com intervenção organizacional das duas igrejas, o Cemitério Municipal ganhou os primeiros contornos de sociabilidade, principalmente, construção dos túmulos seguindo um regramento. Isso gerou uma arquitetura de alvenaria seguindo costumes e hábitos à época como a representação de esculturas sacras de anjos nos jazigos católicos. Já os luteranos valorizavam mais a inscrição do epitáfio, ou seja, a escrita de uma frase em relevo sobre o túmulo, em língua estrangeira alemã, sendo a mais comum: Hier Ruhet in Gott [aqui descansa em Deus]. Além disso, estampavam-se outras simbologias, fortemente apegadas em adornos da arte tumulária que, quanto mais sofisticada a sua construção, revelaria a posição social do indivíduo ou família. No transcorrer dos anos, o epitáfio passou a ser estampado em placas de mármore ou metálica, porém, a frase foi substituída por versículos bíblicos ou pensamentos de influentes pensadores, das mais diversas áreas do conhecimento como arte, filosofia, história, etc. Quanto ao uso da língua como meio eficaz de comunicação, os cemitérios no Vale do Itapocu não foram só marcados pela presença da língua estrangeira alemã. Assim, nos vários municípios, ainda podemos encontrar na arte da tumularia e em lápides inscrições nas línguas russa [os alemães de Wolga], leta, italiana, polonesa e portuguesa. Considerando estes indicadores, a primeira metade do século XX definiu-se através do associativismo cemiterial, com pontos de encontro de memória dos entes queridos em Jaraguá do Sul e no Vale Itapocu. Lembrando que o marco comemorativo é 2 de novembro, o Dia dos Finados, cuja data vem sendo comemorada desde o século II da Era Cristã. No Brasil, a tradição cristã chegou em todos os rincões que receberam imigração e colonização europeia. Com o passar dos tempos, a tradição do Dia dos Finados se firmou fortemente pela presença da ornamentação de flores naturais. Atualmente, esta cultura está sendo substituída pelas plantas e flores sintéticas, importadas da nação chinesa, nas diversas estampas e cores. As flores ganharam essa notoriedade no meio cemiterial, em virtude de representar aspectos de fragilidade e singeleza. Além disso, as mesmas poderão ter o caráter de simbolizar indicadores religiosos como as flores de cinco ou 12 pétalas, que significam as chagas de Cristo ou alusão aos apóstolos. Considerando esse contexto, o colonizador mantinha em sua propriedade o plantio das flores nos arredores da residência familiar, bem como no quintal, com a função social e cultural de embelezar e colorir a moradia. Porém, quando chegava a época dos Finados, seriam as flores extraídas e levadas ao cemitério. Essa prática social e cultural do uso das flores nos espaços cemiteriais eram conectadas aos valores da época e continuam presentes na atual sociedade, simbolizando conotações diversas, como religiosas e morais. Assim, uma flor quebrada poderá revelar a fragilidade da vida; uma flor morta poderá significar tristeza e melancolia. Porém, o campo das representações e simbologias das flores por espécie também tem seu significado: os lírios, adequados para os túmulos femininos, pois significavam a inocência da alma após a morte. Essa espécie tinha vasto cultivo nos quintais e davam à estação primaveril lindo colorido e cheiro agradável. O copo-de-leite usado no ornamento dos túmulos dos casais, simboliza a união e o matrimônio. A margarida é a flor símbolo da infância de Cristo. Isso nos remente ao passado frágil da ausência de políticas públicas de atendimento às gestantes. Essa fase histórica e gritante foi marcada pelas elevadas taxas de mortandade infantil, que obrigou os cemitérios a abrirem alas exclusivas à infância. Em contrapartida, as famílias, fragilizadas pela perda inocente, mantinham em seus quintais muitos canteiros dessas espécies de flores para atender a demanda dos finados. Com o passar dos anos e o aumento populacional, novos costumes sobre os sepultamentos foram incorporados em Jaraguá do Sul, como a cremação dos corpos, principalmente pelas famílias de posse. Porém, a maioria mantém a tradição dos sepultamentos convencionais, embora a verticalização cemiterial tenha modificado, drasticamente, essa arquitetura. Além disso, vem comprometendo o patrimônio histórico e cultural da arte tumular, tão significativa para a difusão do turismo, pois trata-se de um espaço de pesquisa e memória. Atualmente, há diversos cemitérios com indicativo de exploração turística como do Rio Cerro II, Vale do Rio da Luz, num total de três. Outros estão na região da Estrada Garibaldi [Santíssima Trindade, Jaraguá Alto, Jaraguazinho e São Pedro], Centro, Santa Luzia e Santo Antônio. 
Imagem de Rosane Neitzel Gonçalves, Cemitério Municipal Católico Centro, em 30 de outubro de 2014.
 Ademir Pfiffer - Historiador

sexta-feira, setembro 26, 2014

Museu Histórico "Emílio da Silva - Iº Livro Tombo do Acervo Musealizado



      Depois de longos de funcionamento desta instituição de guarda da memória e história de Jaraguá do Sul, foi encaminhado para o cartório,  para o registro do Iº Livro Tombo do acervo musealizado.
     Na primeira etapa do trabalho foram cadastradas em uma ficha técnica e livro tombo, aproximadamente 800 peças, cujo acervo se encontra na reserva técnica.
     A reserva técnica durante  essa gestão se tornou o laboratório de pesquisa, onde três funcionários se revessam sob a coordenação do historiador Ademir Pfiffer, para levantamento histórico-cultural do acervo existente.
  Através desta iniciativa, os profissionais de museus envolvidos contribuem para conservar, preservar  e salvaguardar os bens que pertencem nas coleções e acervos, que estão sob cuidados do MHES, desde o ano de 1976.
    Na época os senhores Emílio da Silva e Amadeus Mahfud organizaram a primeira mostra museal de difusão cultural da cidade, iniciando o movimento para instalação de um museu, cuja iniciativa foi no ano de 2001, na gestão do prefeito, Irineu Pasold.
    Ao encerrar os trabalhos na reserva técnica, o mesmo será desenvolvido nos módulos que  estão instalados no prédio da antiga prefeitura, piso inferior e superior. Assim,  na mesma perspectiva, será cadastrado os acervos musealizados dispostos nas salas e nichos temáticos.
    Com essa ação planejada e participativa, se efetiva o trabalho das políticas públicas de transparência do acervo, atendo as normas e deliberações do IBRAM e da Fundação Catarinense de Cultura.


Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, abril 12, 2014

Rio da Luz - Patrimônio Cultural Schützenverein – Sociedade Guarani

Rio da Luz - Patrimônio Cultural Schützenverein – Sociedade Guarani – Jaraguá do Sul - SC

Festa do tiro rei e rainha

Local: Sociedade Esportiva e Recreativa Guarani

Data: 05/04/2014
Horário: 18 horas
Rei: Nilson Nass
Rainha: Lonita K. Ramthun
1º Cavalheiro: Ademar Hornburg
1ª Princesa: Evana Hornburg
2º Cavalheiro: Marcos Roberto Kleinschmidt
2ª Princesa Lediane Kleinschmidt
Banda: Die Fiebes – Timbó – SC
Comandante de Marcha: Waldecir Spredmann

O evento trata-se do reavivamento do patrimônio schützenverein ligado aos remanescentes da colonização germânica [pomerana e alemã] do Vale Rio da Luz.
O evento acontece na estação do outono, quando há uma programação como, ritualística folclórica de busca de majestades, sessão solene de homenagem, jantar típico [difusão do patrimônio imaterial dos primórdios tempos], disputas de tiro, sagração das novas majestades e baile social.
Evento com esses indicadores culturais permeiam a cultura germânica local, elemento símbolo da identidade de Jaraguá do Sul.


domingo, fevereiro 23, 2014

Schützenverein, o patrimônio cultural do Vale Rio da Luz

No sábado 1º de fevereiro, às 19 horas na sede na sede da Sociedade Vitória do Vale Rio da Luz, região da Paisagem Cultural Brasileira, segundo o IPHAN, o local foi palco da primeira festa anula do tiro rei e rainha daquela entidade defensora do patrimônio do Schützenverein.
A festa foi organizada nos moldes do associativismo, com a ritualística de busca de majestades, com a Banda D’Fiebes da cidade de Timbó [SC].
Em seguida as majestades foram homenageadas, cujos associados e convidados cumprimentaram a corte,  que assim era constituída:
Rau Hornburg, rei; Wilma Hornburg, rainha; Vício Guethes, 1º cavalheiro; Adriana Grützmacher, 1ª princesa; Reinaldo Schubert, 2º cavalheiro e Adriana Lennert, 2ª princesa.
No local foi servido um jantar festivo, tipicamente caseiro e de acordo com os hábitos culinários daquela comunidade germânica composta pela população remanescente de alemães e pomeranos.
Paralelo ao evento foi realizado competições de tiro para sagração das novas majestades, para o evento do verão de 2015.

O evento do patrimônio do Schützenverein no Vale Rio da Luz reafirmou a continuidade de reavivar a cultura dos antepassados, que é a marca da identidade do município de Jaraguá do Sul, pois esta tradição é um dos valores remanescentes da colonização, que sobrevive pelo interesse da comunidade, pelo apoio dado pelo Poder Público, através do evento da Schützenfest e o  Fundo de Cultura.
Imagem: Ademir Pfiffer

Imagem: Ademir Pfiffer

Patrimônio Schützenverein em Rio da Luz Jaraguá

Imagem: Ademir Pfiffer
Festa do Tiro Rei
Localidade: Sohnstiefe
Local: Sede Social da Sociedade de Atiradores do Ribeirão Grande da Luz [antiga Frösing]
Majestades: Olindo Kohen [rei], Adalberto Rengel [1º cavalheiro] e Dinei Cristiano Draeger [2ºcavalheiro].
Banda: Irmãos D'Fiebes de Timbó [SC].
Ritualística folclórica foi realizada pela Senhora Guisela Kreutzfeld.
Imagem: Ademir Pfiffer

terça-feira, janeiro 14, 2014

Sociedade Onze União - missão em defesa da identidade de Massaranduba

Em 11 de janeiro, sábado de intenso calor na Estação de Verão, mesmo assim a Sociedade Onze União cumpriu a missão de salvaguardar o patrimônio do Schützenverein.
Na ocasião a festa do tiro [1] rei e rainha movimentou o ponto de sociabilidade cultural do bairro Patrimônio, cujas majestades receberam os convidados de diversas sociedades de tiro de Guaramirim, Jaraguá do Sul, Schroeder e Blumenau.
Ao todo eram 06 esportistas do tiro ao alvo organizadores do evento: Carlos Skerke [rei], Alfonso Rohweder [1ºcavalheiro], Ilmar Milcherretto [2º cavalheiro] e Mara Drager [rainha], Simone Rohweder [1ª princesa] e Jandira Voelz [2º cavalheiro].
Além disso, foram homenageados os respectivos campeões das modalidades tiro masculino e feminino, Bertoldo Belz e Jandira Voelz.
A musicalização foi a cargo de Adler’s Band do Vale Rio da Luz, de Jaraguá do Sul, que realizou a ritualística folclórica de busca das majestades e a tarde dançante, até às 20 horas.
A cidade de Massaranduba vive intenso progresso fruto de trabalho do seu maior patrimônio, o povo.  Mas, precisa agregar valores aos produtos e difundir o seu patrimônio histórico ligado as tradicionais festas de tiro rei e rainha, que representa a identidade cultural do município.
Mesmo assim, a cultura dos antepassados resiste à investida da modernidade patrocinada pelo consumo exagerado das novas gerações, que contribui assim, para o processo de apagamento da histórica local do colonizador remanescente e organizador do legado cultural, em mais de um século de história.

Jandira Voelz [vestido florido] era a campeã da festa da edição de janeiro de 2013.
Ademir Pfiffer - Historiador
Festa do tiro rei e rainha

[1] A disputa feminino foi pela modalidade tiro pássaro, uma tradição esportiva que remonta a Idade Média, no território europeu.
No Brasil esse movimento cultural e esportivo chegou na segunda metade do século XIX, na Colônia Blumenau, sendo Massaranduba na primeira metade do século XX, pertencia àquele município.

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Königfest na Sociedade Ribeirão Gustavo

Massaranduba [SC] - No último dia do ano, em 31 de dezembro, às 18 horas, na sede social da Sociedade Atiradores Ribeirão Gustavo aconteceu a festa de tiro rei e rainha de São Silvestre.
 As majestades homenageadas foram Ivanir Stassun e Mauricio Moacir Schmitt, sendo a corte completada por Sherisley C. Cristovão, Carina Costa Tepassé [1], Nivaldo Rassweiler e Janete Borba Wackoholz, respectivamente cavalheiros e princesas. o evento da cultura germânica foi abrilhantado pela Banda Nova Bandeirantes da cidade de Blumenau. A ritualística folclórica foi realizado pelo Senhor Ivo Zech, da Sociedade dos Atiradores de Brüderthal, município de Guaramirim.
Com este evento, Massaranduba continua sendo a cidade que mantém suas tradições e folclore, que preservam a identidade e a história do município, um desafio em tempo de apagamento de culturas. 

Ademir Pfiffer - Historiador

Irene Wachholz Winter, bandeireira da Sociedade Atiradores de Brüderthal/Guaramirim.

Fachas do comandante, presidente da entidade esportiva e acompanhantes de bandeiras.

Ivanir Stassun, a rainha ladeada pelas princesas.

Rei e Rainha do Tiro em defesa da tradição do schützenverein.

[1] Filha de Renato Tepassé e bisneta Rudolfo e Inês Wedeking Tepassé. Ele estrangeiro tornou-se professor contratado pela superintendência de Joinville [SC], em 1916, para atuar na Escola Municipal de Retorcida [atual bairro de Nereu Ramos].  Posteriormente, veio ser contador do antigo Banco Inco e outras funções. É importante salientar que, o casal Tepassé chegou em 1911 no Vale Itapocu e se estabeleceu com comércio de secos & molhados, no Núcleo Federal do Rio Branco, hoje município de Guaramirim [SC].

quarta-feira, dezembro 25, 2013

MHES - Evento Advento e Natal - Terno de Reis - 05


Jaraguá do Sul [SC],Museu Histórico "Emílio da Silva" - Evento Advento e Natal - Terno de Reis [1º Braço - Massaranduba/SC] - 05, nas portas da entidade museológica, promovido pela Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Evento Advento e Natal - Terno de Reis - 04


Jaraguá do Sul [SC],Museu Histórico "Emílio da Silva" - Evento Advento e Natal - Terno de Reis [1º Braço - Massaranduba/SC] - 04, nas portas da entidade museológica, promovido pela Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Evento Advento e Natal - Terno de Reis - 03


Jaraguá do Sul [SC],Museu Histórico "Emílio da Silva" - Evento Advento e Natal - Terno de Reis [1º Braço - Massaranduba/SC] - 03, nas portas da entidade museológica, promovido pela Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Evento Advento e Natal - Terno de Reis - 02


Jaraguá do Sul [SC],Museu Histórico "Emílio da Silva" - Evento Advento e Natal - Terno de Reis [1º Braço - Massaranduba/SC] - 02, nas portas da entidade museológica, promovido pela Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Evento Advento e Natal - Terno de Reis - 01


Jaraguá do Sul [SC],Museu Histórico "Emílio da Silva" - Evento Advento e Natal - Terno de Reis [1º Braço - Massaranduba/SC] - 01, nas portas da entidade museológica, promovido pela Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Advento e Natal nas portas do MHES - 02


Jaraguá do Sul [SC], Auto de Natal nas portas do Museu Histórico "Emílio da Silva".No palco Casa e Cultura, Escola de Música, Maria Fernanda Chiodini [violino], Vera Lucia e Ferruzzi Possari, ambas no teclado e piano eletrônico; Eliana Dumke Haffermann [violão e voz]. Evento Fundação Cultural do Governo Municipal.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Advento e Natal nas portas do MHES - 01


Jaraguá do Sul [SC], Auto de Natal nas portas do Museu Histórico "Emílio da Silva".No palco Casa e Cultura, Escola de Música, Maria Fernanda Chiodini [violino], Vera Lucia e Ferruzzi Possari, ambas no teclado e piano eletrônico; Eliana Dumke Haffermann [violão e voz].
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 12


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 12.
Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, dezembro 24, 2013

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 11


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 11.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 09



Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 09.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 07


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 07.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 06


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 06.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 05


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 05.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 04


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 04.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 03


Auto de Natal de Jaraguá do Sul/SC [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 03.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 02


Auto de Natal de Jaraguá do Sul [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 02.
Denise Mohr regeu a orquestra musical da SCAR,entidade promotora da identidade musical desta cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Auto de Natal de Jaraguá do Sul - 01


Auto de Natal de Jaraguá do Sul [Praça Angelo Piazera/Museu Histórico "Emílio da Silva"], parceria pública e privada [Prefeitura/Fundação Cultural e CDL] - vídeo 01.
19 de novembro de 2001 era inaugurado as instalações desta instituição museológica, administração Irineu Pasold e Moacir Antonio Bertoldi.
Ademir Pfiffer - Historiador
Pfiffer, CDL, Advento, Natal, Primavera, cultura natalina,

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 09


Jaraguá do Sul [SC]: Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 09. Evento no Museu Histórico "Emílio da Silva".
Laércio Atayde Machado, filho do poeta Atayde Machado interpretou o poema do seu afamado pai, radialista, vereador, e funcionário público da Prefeitura desta cidade.

Ademir Pfiffer - Historiador

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 08


Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 08.
Discorreu na solenidade do lançamento do livro, o Senhor Pedro Anacleto Garcia, Vereador, que agradeceu a contribuição do Poder Público, e as família de Eggon João da Silva e Werner Voigt. . A gravação foi realizada pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhelm Lange" de Guaramirim [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 07


Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 07.
Discorreu na solenidade do lançamento do livro, o historiador Ademir Pfiffer, chefe do Museu Histórico "Emílio da Silva", também um dos autores do livro . A gravação doi realizada pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhelm Lange" de Guaramirim [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 06



Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 06.
Discorreu na solenidade do lançamento do livro, o Senhor Giuliano Savio Berti, chefe do Arquivo Histórico "Eugênio Victor Schmöckel", também um dos autores do livro . A gravação doi realizada pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhem Lange" de Guaramirim [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 04


Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 04.
Discorreu na solenidade do lançamento do livro, o Senhor Dieter Janssen, Prefeito e a gravação pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhem Lange" de Guaramirim [SC].
Ademir Pfiffer - Historaidor

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 03


Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 03.
Padre Francisco Schen, gravação pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhem Lange" de Guaramirim [SC].
Reflexão ecumênica pelo Padre Francisco, com a abenção final.
Ademir Pfiffer - Historaidor

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 02



Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 02.
Padre Francisco Schen, gravação pelo historiador Felipe Corte, do Arquivo Histórico "Pastor Wilhem Lange" de Guaramirim [SC].
Ademir Pfiffer - Historaidor

Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 01


Jaraguá do Sul [SC], Explosão Fábrica de Pólvora - Lançamento de Livro - 01. Evento no Museu Histórico "Emílio da Silva". Narração por Sidnei Marcelo Lopes, um dos autores do livro 120 anos de Imigração Húngara, integrado ao Programa Páginas de Jaraguá, do Arquivo Histórico "Eugênio Victor Schmöckekl".
Ademir Pfiffer - Historaidor

Fábrica de Pólvora Tifa Rappe, por Gerold Böde


Jaraguá do Sul [SC], Vale do Rio da Luz .Fábrica de Pólvora Tifa Rappe, por Gerold Böde o qual foi entrevistado no local onde foi a primeira explosão da fábrica de pólvora da família de pomeranos, Rappe [irmãos Heinrique e Frederico], ocorrido em 27 de outubro de 1918, num domingo na Estação da Primavera.
Hoje, a propriedade pertence à família Böde.
A atinga Tifa Rappe mudou de nome para Rua Expedicionário Arnoldo Hornburg, sendo o logradouro público o nº 860, do perímetro urbano, desta cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Fábrica de Pólvora - Câmara - Jaime Negherbon



Jaraguá do Sul [SC]: Fábrica de Pólvora - Câmara - Jaime Negherbon, Vice-Prefeito representou o Prefeito Dieter Janssen, no evento memorial sobre a explosão da fábrica de pólvora ocorrido há 60 anos.
Ademir Pfiffer - Historiador

Fábrica de Pólvora - Câmara - Tributo ao Dadi


Jaraguá do Sul [SC]: Fábrica de Pólvora - Câmara de Vereadores - Tributo ao poeta Atayde Machado, o popular Dadi pelo filho Laércio Atayde Machado, na sessão de homenagem ao sobreviventes, após 60 anos.
Proponente, Vereador Pedro Anacleto Garcia, que faltou na sessão solene de homengem por motivo de falecimento de sua mãe.
Ademir Pfiffer - Historidor

Fábrica de Pólvora - Câmara - Werner Voigt



Jaraguá do Sul [SC]: Fábrica de Pólvora - Câmara de Vereadores - Werner Voigt, testemunho ocular logo após a explosão [06/11/53] da fábrica de pólvora, na antiga Tifa dos Pereira, atual Tifa da Pólvora. Sessão de homengem no órgão público, que trata de fisclizar o Executivo.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 12


Jaraguá do Sul [SC]: Monumento Fábrica de Pólvora - 12. Encerramento com o discurso memorial do Senhor Vilmar Dallagnolo, integrado à Comissão de Construção do Monumento da Fábrica de Pólvora,sendo instalado no cemitério centro [antigo lado Católico, à margem do Rio Itapocu], na Rua Coronel Procópio Gomes de Oliveira.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 11


Jaraguá do Sul [SC]: Monumento Fábrica de Pólvora - 11. O Presidente Leone da Silva da Fundação Cultural apresentou neste evento de tributo, um discurso memorial muito a gosto da plateia, pois o mesmo é identificado com a cultura da história da cidade, embora seja de Florianópolis [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 10


Jaraguá do Sul [SC]: Monumento Fábrica de Pólvora - 10. Pedro Anacleto Garcia [Vereador], articulador político que disseminou e deflagrou o movimento que originou o monumento da Fábrica de Pólvora.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 09 -



Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 09 - Prefeito Dieter Janssen discorreu sobre o momento simbólico, que sinalizou o reavivamento da memória da fábrica de pólvora, cuja história iniciou no Vale do Rio da Luz [Tifa Rappe - 27/10/1918], continuou na Tifa dos Pereira [atual Tifa da Pólvora] e finalmente, em 1º de novembro de 2013, os trabalhadores daquele ano de 1953, dez funcionários fabril foram honrosamente homenageados.
A homenagem se concretizou pelo empresário Werner Voigt, outro simbolo da indústria da energia positiva, que se alastrou a partir daquele episódio, encerrando um ciclo de energia negativa, que arrondava o município e a cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 08


Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 08 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].
A chuva não atrapalhou a disposição do público que veio prestigiar a inauguração do Monumento da Fábrica de Pólvora, em 06 de novembro de 2013.
Toque de silencio pelo corneteiro e Laércio Atayde Machado [filho do radialista Atayde] comandou a interpretação poética e musical com os demais músicos.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 07


Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 07 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].
A Senhora Sueli Schiochet, funcionária da Câmara Municipal "guardachuvou" o momento das reflexões pelo Pastor Cristiano.
A chuva não atrapalhou a disposição do público que veio prestigiar a inauguração do Monumento da Fábrica de Pólvora, em 06 de novembro de 2013.
Decerramento da placa inaugural pelo senhores Valdemar Dalagnolo [Presidente da Comissão] e Werner Voigt [patrocinador ].
O Padre Diomar fundamentou à luz do evengelho o a importãncia do patrimônio na paisagem cemiterial.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 06



Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 06 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].
A Senhora Sueli Schiochet, funcionária da Câmara Municipal "guardachuvou" o momento das reflexões pelo Pastor Cristiano.
A chuva não atrapalhou a disposição do público que veio prestigiar a inauguração do Monumento da Fábrica de Pólvora, em 06 de novembro de 2013.
Decerramento da placa inaugural pelo senhores Valdemar Dalagnolo [Presidente da Comissão] e Werner Voigt [patrocinador ].
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 05


Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 05 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].
A Senhora Sueli Schiochet, funcionária da Câmara Municipal "guardachuvou" o momento das reflexões pelo Pastor Cristiano.
A chuva não atrapalhou a disposição do público que veio prestigiar a inauguração do Monumento da Fábrica de Pólvora, em 06 de novembro de 2013.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 04


Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 04 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].
A Senhora Sueli Schiochet, funcionária da Câmara Municipal "guardachuvou" o momento das reflexões pelo Pastor Cristiano.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 03


Jaraguá do Sul [SC]:Monumento Fábrica de Pólvora - 03 . Reflexões ecumênicas pelas autoridades religiosas, Padre Diomar Romaniv [Igreja Católica] e Pastor Cristiano Ritzmann [Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil].

Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 02


Jaraguá do Sul [SC]: Monumento Fábrica de Pólvora, inaugurado no cemitério, à margem do Rio Itapocu [antigamente se dizia lado Católico]. Vídeo 02, inicio da solenidade religiosa e ecumênica. Mestre de cerimônia, Giuliano Sávio Berti.
Ademir Pfiffer - Historiador

Monumento Fábrica de Pólvora - 01


Jaraguá do Sul [SC]: Monumento Fábrica de Pólvora, inaugurado no cemitério, à margem do Rio Itapocu [antigamente se dizia, lado Católico]. Vídeo 01, inicio da solenidade religiosa e ecumênica. Mestre de cerimônia, Giuliano Sávio Berti.
Ademir Pfiffer - Historiador

sexta-feira, novembro 29, 2013

A Sociedade Desportiva Aliança - König Fest



A Sociedade Desportiva Aliança do Rio Cerro II,no sábado 23 de novembro foi palco de uma festa de tiro rei e lançamento do Cd König Fest, organizado pela Cia Musical Euterpes ligada à Sociedade Cultural Artística [SCAR].
O evento começou às 14 horas com a tradicional marcha de busca de rei, abrilhantada pela Cia Musical
Cd König Fest

Majestades do Tiro Rei

Músicos e majestades.- a cultura germânica em destaque

Euterpe, sob o comando de Roberto Koch e do chefe de marcha, o Senhor Gerson Hornburg.
Após o desfile, os associados e convidados se concentraram no galpão de festas, onde ocorreu o lançamento Cia Musical Euterpe sob os cuidados de Sidnei Marcelo Lopes.
Em seguida ocorreu a sessão de homenagem e cumprimentos às majestades.
Durante o período vespertino ocorreu as apresentações musicais a cargo da Cia Musical Eutérpe e Banda Recordando o Passado [Barra do Rio Cerro],
Majestades - Festa de Primavera:
Dieter Grützmacher - Rei;
Wlademar Köpp - 1º Cavalheiro;
Marson Grützmacher - 2º Cavalheiro.
Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, setembro 15, 2013

Sociedade Onze União - Patrimônio – Schützenvereine

  
Desde o final do século XIX, Massaranduba [SC] ainda uma colônia rural já cultuava a tradição do Tiro Rei, uma herança cultura e medieval, que veio com o imigrante e colonizador europeu.
No transcorrer do século XX, a prática do tiro não ficou restrito as competições destinada aos homens. As mulheres conquistaram o direito igualmente de participar, ampliando o universo das representações da prática esportiva, construindo nova identidade cultural.
No sábado 14 de setembro, a Sociedade Onze União, do bairro Patrimônio organizou e realizou sua tradicional festa de Tiro Rei e Rainha, conforme rege o Estatuto Social da entidade esportiva.
As majestades do evento da Estação do Inverno foram: Alfonso Rohweder [Rei], Elvira Engelmann [Rainha]; tendo um grupo de atiradores cavalheiros, Ivan Lehn [1º] e Betoldo Belz [2º]; e princesas, Priscila Rech [1ª] e Roldi Schroeder [2ª].
A festa contou com ritualística folclórica, tarde dançante, disputa de tiro das novas majestades, jantar festivo e revelações das novas majestades para o ano de 2014.
 Ademir Pfiffer - Historiador


domingo, agosto 11, 2013

Entrocamento de rodovias: Mario Covas e Waldemar Grubba


Araquari [SC]: Entrocamento de rodovias: Mario Covas e Waldemar Grubba. A Br 101, conhecida como a Rodovia Mario Covas tem conexão com a Rodovia Br 280, que da acesso ao Pólo de Desenvolvimento Regional, Jaraguá do Sul.
É interessante o nome do político paulista foi dado à alguém, que não governou esta terra, não construiu sua história em território catarinense.
Em Santa Catarina, quando não tínhamos a Rodovia Br 101, o Estado contava com o serviço de navegação de cabotagem [via Oceano Atlântico] idealizado pelo Senhor Carlos Hoepeck, empreendedor, Cônsul e cidadão alemão .
Esse empresário com certeza deveria ser lembrado, como outros personagens da história catarinense, para patrono da Rodovia Br 101.
Inclusive, para Jaraguá do Sul [SC], Hoepeck, na função que exercia pleiteava dinheiro público do Governo Alemão, para o fomento da Escola Estrangeira Alemã [educação], no Sul do Brasil para as colônias teuto brasileiras.
Naquele tempo de desafios e luta pela sobrevivência em meio a mata fechada,o movimento republicano do inicio do século XX ignorava a educação como ferramenta de formação social à favor da construção da cidadania plena.
No caso particular de Jaraguá do Sul, Hoepeck fomentou a educação, a Deutsch Schule Rio da Luz [Oba Luz], atual Escola Municipal "Arnoldo Schultz", pois o financiamento permitia comprar material didático e pedagógico.
Portanto, a classe política que está em Brasilia manchou o legado do nosso povo, pois Carlos Hoepcke, como demais homens ou mulheres, que no passado contribuíram no desenvolvimento da história do nosso Estado, deveriam ser lembrado e estampado, na rodovia Barriga Verde.
Lembrando que, os dois estados da Federação, vizinhos nosso, Paraná e Rio Grande do Sul, não permitiram tamanho abuso contra sua história.
Estamos de luto, pois Santa Catarina, no passado contava com homens de bem e que construíram uma sociedade de trabalho. Todavia, os homens catarinenses foram ignorados, sendo um estranho, agraciado e tratado como herói, isso arranhou o brio da nossa história.
Covas é político para São Paulo, cujo povo tem orgulho pela sua qualidade de gestor de ideias e conceito, em tempo modernos, mas para aquele Estado da Federação..
Infelizmente, ele não é catarinense e, lamentavelmente, alguém grosseiro resolveu zombar dos catarinenses. E, em Brasília se costurou a conspiração, cuja verdade apareceu nas placas distribuídas ao longa da Br 101, entre Garuva e Florianópolis.
Aos poucos vamos descobrindo quem está conspirando contra a história da nossa gente. È dever dos catarinenses defender a sua história e este vídeo servirá de alerta para mudarmos o curso da história de Santa Catarina, que está em mãos dos manipuladores, sendo assim, vamos descontar nas urnas de 2014.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Mauricio Sinigaglia, Viajante do Tempo - 04


Museu Histórico "Emílio Silva" , de Jaraguá do Sul [SC] - Entrevista com Mauricio Sinigaglia, estudante de Engenharia Elétrica, da UFSC, que narrou a exposição Viajante do Tempo, a qual foi organizada pelo atual OCorreio do Povo.[antigo semanário Correio do Povo].
Mauricio abordou o assunto honestidade, que foi estampado nas páginas do semanário Correio do Correio do Povo, no ano de 1947.
A matéria jornalística trata-se de um anúncio de perda de uma arma de fogo pelo Senhor Albano Menel, morador de Nereu Ramos [antiga Retorcida].
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Mauricio Sinigaglia, Viajante do Tempo - 03


.Museu Histórico "Emílio Silva" , de Jaraguá do Sul [SC] - Entrevista com Mauricio Sinigaglia, estudante de Engenharia Elétrica, da UFSC, que narrou a exposição Viajante do Tempo, a qual foi organizada pelo atual OCorreio do Povo.[semanário Correio do Povo].
Mauricio abordou a temática sobre tecnologias, como televisor da marca Colorado, preto e branco, de fabricação nacional, bem como sobre o arcondicionado, novidade nas lojas de Jaraguá, no ano de 1968.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Mauricio Sinigaglia, Viajante do Tempo - 02


Museu Histórico "Emílio Silva" , de Jaraguá do Sul [SC] - Entrevista com Mauricio Sinigaglia, estudante de Engenharia Elétrica, da UFSC, que narrou a exposição Viajante do Tempo, a qual foi organizada pelo atual OCorreio do Povo.[semanário Correio do Povo].
Mauricio abordou o assunto sobre o Foto Piazera, cuja loja de vendas de equipamento e serviços de fotografia, se instalou a partir dos anos 50, em frente à antiga Prefeitura [atual MHES], na Marechal Deodoro da Fonseca.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Mauricio Sinigaglia, Viajante do Tempo - 01



Museu Histórico "Emílio Silva" , de Jaraguá do Sul [SC] - Entrevista com Mauricio Sinigaglia, estudante de Engenharia Elétrica, da UFSC, que narrou a exposição Viajante do Tempo, a qual foi organizada , atual OCorreio do Povo.[antigo semanário Correio do Povo].
Mauricio abrdou um extrato jornalístico de propagando do ano de 1944, sobre o Posto Rubini, com instalações na Marechal Deodoro [atual Casas Bahia].
Ademir Pfiffer - Historiador

Da era da tafel, a era do tablet, por Ademir Pfiffer


Jaraguá do Sul [SC], A Monitora Rosane Neitzel Gonçalves, do Museu Histórico "Emílio da Silva" entrevistou Ademir Pfiffer, em dezembro de 2012, quando foi abordada uma releitura confrontada ligada a era da pedra de ardosia [tafel] a era do tablet, por Ademir Pfiffer.
Na era da lousa [tafel] a escola era excludente, da decoreba e atendia às necessidades da escola estrangeira, principalmente, nas áreas de imigração e colonização europeia [pomerana, alemã e suábia], considerando o Vale Itapocu, como elemento geográfico e de análise.
O advento da Escola Nacional, em 1939 trouxe o acirramento ideológico por conta dos comparsas de Vargas, que de um momento para outro, iniciaram a Campanha da Nacionalização da Educação, criando a Escola Pública de remendo e a toque de caixa.
No decorrer do século XX, a escola brasileira de resultados insatisfatórios, no terceiro milênio iniciou uma nova trajetória, a difusão do conhecimento em rede social, com o recurso do computador e a internet..
Agora, recente chegou ao âmbito da Escola Pública a era digital dos tablets e celulares, que se tornaram populares entres estudante, educadores, pesquisadores e cientistas.
Esta pequena entrevista traz alguns indicadores de reflexão sobre a evolução da escola catarinense e sua contribuição para conquista da plena cidadania.

Jaraguá 137 Anos:"Ciranda Literária, Livros e Café" - Giuliano Berti


Jaraguá do Sul [SC], 137 Anos: Biblioteca Rui Barbosa - "Ciranda Literária, Livros e Café".
Com a palavra o Senhor Giuliano Berti, Diretor do Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel", do Governo do Município.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá 137 Anos:"Ciranda Literária, Livros e Café" - Eliza Ressel Diefe...


Jaraguá do Sul [SC], 137 Anos: Biblioteca Rui Barbosa - "Ciranda Literária, Livros e Café".
Com a palavra a Senhora Eliza Ressel Diefenthaler,Professora de carreira do Município e responsável pela ação educativa, do Museu Histórico "Emílio da Silva".
Portanto, uma educadora integrada à cidade e conhecedora da história local, pois participou coletivamente, de várias obras didáticas e pedagógicas, que servem de aprendizado nos bancos escolares ou pesquisadores.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá 137 Anos:"Ciranda Literária, Livros e Café" - Alcioni Macedo Canuto


Jaraguá do Sul [SC], 137 Anos: Biblioteca Rui Barbosa - "Ciranda Literária, Livros e Café".
Com a palavra a Senhora Alcioni Macedo Canuto, funcionária de carreira do Governo do Município, Professora, Técnica em Museologia, Diretora do Museu Histórico "Emílio da Silva". Atualmente, aposentada.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá 137 Anos:"Ciranda Literária, Livros e Café" - 03 - Egon Jagnow


Jaraguá do Sul [SC], 137 Anos: Biblioteca Rui Barbosa - "Ciranda Literária, Livros e Café". Com a palavra o Senhor Egon Jagnow, funcionário de carreira do Governo do Município.
Ademir Pfiffer - Historiador

MHES - Eudócio Floriani doador de ferramentas rurais


Jaraguá do Sul [SC], Museu Histórico "Emílio da Silva" - Eudócio Floriani doador de ferramentas rurais para o acervo museológico, cujos instrumentos estão na Casa do Colonizador, na Waldemar Grubba e no próprio museu já elencado.
O Senhor Eudósio é morador da Barra do Ribeirão Grande do Norte, próximo ao Município de Corupá [SC].
Ademir Pfiffer -- Historiador

MH "Emílio da Silva" - Viajante do Tempo - Ademir Valdir dos Santos


Jaraguá do Sul [SC] Museu Histórico "Emílio da Silva" - Viajante do Tempo - Ademir Valdir dos Santos, Cientista e Professor da Universidade Federal de Santa Catarina [UFSC].
Nesta entrevista, o educador discorreu sobre a exposição temática, que retratou em forma de extrato, o passado de Jaraguá e Jaraguá do Sul, começando pelo ano de 1919, ano de fundação do Jornal Correio do Povo, atual Ocorreio do Povo.
Como Cientista articulou e interpretou os impressos estampados nas edições antigas do semanário, que hoje, os temas geraram uma exposição de cunho cientifica, contribuindo para confrontar o passado e o presente, da cidade e a região do Vale do Itapocu, onde circulava o informativo.
Lembrando que, o Correio do Povo no passado era um impresso, com a história do cotidiano da cidade. Em contrapartida a ZYP 9 [atual Rádio Jaraguá AM], produziu paralelamente, o jornalismo de informação e lazer, que foram jogadas ao ar, por ondas de frequência.
Isso gerou um processo de apagamento de memória, pois um arquivo de programas de rádio, não foi organizado. Assim, é importante salientar, que uma lacuna se formou ao longo dos tempos e a história da cidade se recente do que nada restou nos ares, para posterioridade.
Nesta perspectiva de análise, o antigo Correio do Povo, era uma linha de pensamento da União Democrática Nacional [UDN] e a ZYP 9, uma vertente de expressão do velho Partido Social Democrático [PSD], tendo Getúlio Vargas seu presidente de honra, mas defensor do partido do PTB.
Enfim, o Correio do Povo se tornou Patrimônio Cultural do Impresso, uma marca viva e de responsabilidade, pois é um veículo de comunicação, de formação de opinião e crítica social de conteúdos, em Jaraguá do Sul e no Vale Itapocu.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá - arte visual grafite - 09


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - arte visual grafite, por Igor Mendes, natural de Joinville [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, agosto 10, 2013

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 08


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 07


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 06


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 05


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 04


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 03


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 02


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul - 01


3ª Conferência de Cultura de Jaraguá do Sul [SC] realizada na sede do Instituto Federal de Santa Catarina [IFSC], na Avenida Getúlio Vargas, Centro.
Ademir Pfiffer - Historiador

ACARESC, Unidade de Jaraguá, por Nilton Bertoli


ACARESC, Unidade de Jaraguá do Sul [SC], por Nilton Bertoli, que foi agricultor, metalúrgico da WEG. Porém, foi filho de agricultor, estudou na Escola Desdobrada Mista da "Barra do Ribeirão Grande do Norte", da Rede Estadual entre os anos de 1958 a 1961, com os educadores, Lino Floriani e Fidélia Lenzi.
Neste vídeo narra elementos da trajetória da ACARESC atuando a serviço da coletividade, como na melhoria da qualidade de vida da gente de catarinense.
foi aluno do curso de Licenciatura de Estudos Sociais da Fundação Educacional Jaraguaense - FERJ - atual Católica.
Ademir Pfiffer - Historiador

Tradição teuto brasileira festa de Tiro Rei - Sociedade 25 de Julho


 Hoje, 10 de agosto, véspera do dia da fundação de Santa Catarina, na Sociedade "25 de Julho", no bairro Jaraguá 99 [antigo lote colonial 99], o jovem Júlio César Höbbel, músico da Banda Bavária [já foi Estrela de Ouro] foi o Rei do Tiro. Porém, os cavalheiros também  fizeram parte da festa de sagração, como Valério Hornburg [1º cavalheiro (1)] e Cristian Luiz Baumann [2º cavalheiro].
A família do rapaz organizou e ofereceu um café típico e colonial, aos convidados, com iguarias da cozinha suábia húngara [strudel de queijinho], pomerana [rocambole] e alemã [bolos, bolos, cucas e pães chimiados, etc].
A equipe da Senhora Gate Ehlert [Vale Rio da Luz, lado pequeno] foi a responsável pelo preparo do café colonial, que atraiu o público convidado e associado.
Era uma tarde de muito frio com chuva intercalada, tipica de uma tarde da Estação de Inverno, mesmo assim o público retribuiu comparecendo a festa,  abrilhantada pela Naipe Brass de Joinville [SC].
O repertório musical foi permeado pela música blasmusike, especialiadade folclórica germânica, não  faltando o instrumento knopfakkordeon [bandoneon], pelo músico Anderson Nessler.

(1) No momento que registrei a imagem digital, o Senhor Baumann [pai do Cristian Baumann] substitui o cavalheiro, pois o mesmo tinha partido para casa, visto dos seus compromissos domésticos.

Sohnstiefe, tradição desde 1931

Imagem: Ademir Pfiffer

Sociedade de Atiradores Ribeirão Grande da Luz promoveu neste final de semana, no sábado 03 de agosto, a tradicionalFesta de Rei e Rainha da Estação de Inverno. 
O evento foi na sede da entidade esportiva tendo iniciado às 18 horas com a concentração na sede social, dos sócios, convidados e simpatizantes.
Às 18 horas e 30 minutos aconteceu a ritualística folclórica de busca das majestades, o casal Alercio e Ursula Beck, acompanhados dos cavalheiros e princesas, Celso e Darci Hille,  Adilson e Janete, sob o comando de Gisela Kreutzfeld.
O concorrido evento na comunidade germânica [pomeranos e alemães] foi abrilhantado pela  Banda Worin, da cidade Pomerode.
Um jantar típico marcou a sagração das majestades, disputa do novo rei e rainha para o ano de 2014, bem como a realização do baile onde aconteceu a tradicional troca de faixas.
É importante sinalizar, que, o Sohnstiefe é uma comunidade rural, onde se concentra a população remanescente dos pomeranos, cuja etnia chegou àquele vale a partir de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o caminho designado de Concórdia, ente a Colônia Pomerode e Colônia Jaraguá.

terça-feira, julho 23, 2013

Mostra Instrumentos de Tortura Medieval - Carla Andrade


Jaraguá do Sul [SC], Mostra Instrumentos de Tortura Medieval - Carla Andrade é curadora e monitora desta exposição temática, que marcou o mundo medieval.


Nesta micro entrevista, a mesma revela a origem desta mostra, que possibilita ao público visitante, ricas reflexões sobre a violência ética e institucionalizada pela principal instituição à época, a Igreja Católica, formadora de opinião e controladora da ordem social, cultural e moral, no território europeu, entre os seculo V a XV.

Conheça os indicadores desta mostra que veio a esta cidade, depois de 17 anos da primeira exposição ocorrida em 1997, no mesmo prédio público, hoje o MHES.

A monitora e coordenadora da mosta, Carla nasceu em Florianópolis [SC] é Bacharel em Administração.

Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, julho 21, 2013

Arquivo Histórico Municipal "Pastor Wilhelm Lange" - Felipe Korte


Guaramirim [SC], Arquivo Histórico Municipal "Pastor Wilhelm Lange" - Felipe Korte, Historiador [mestrando em História], que narra  como foi organizado e como está o funcionamento do mais jovem Arquivo Público do Vale do Itapocu, que nasceu no Governo Nilson Bylaardt e hoje, se constitui a identidade histórica daquela cidade, sendo um ponto de sociabilidade cultural, para o cidadão usufruir.
A entrevista foi gravada na cidade de São Bento do Sul [SC], por ocasião do curso de capacitação de Gestão e Planejamento Museológico.
Ademir Pfiffer - Historiador

Museu da Imagem de Araquari - Angelita Leandra Estevão

Araquari [SC], Museu da Imagem localizado na Avenida Getúlio Vargas, 485. Entrevistada, Professora Angelita Leandra Estevão, no Curso de Gestão e Planejamento Museológico, na cidade de São Bento do Sul [SC].
Ademir Pfiffer - Historiador

Gestão e Planejamento Museológico I - 10


São Bento do Sul [SC], Oficina de Gestão e Planejamento Museológico I, ministrado pela Museóloga Caroline Martelo, de Videira [SC], do Museu do Vinho. Mauricio Rafael [Fundação Catarinense de Cultura - FCC, museólogo], Braulio Hantschel [Fundação de Cultura de São Bento do Sul, Diretor Presidente], Caroline Martello [Videira - Museu do Vinho, museóloga].

Ademir Pfiffer - Historiador

Gestão e Planejamento Museológico I - 09 - Braulio Hantschel


São Bento do Sul [SC], Oficina de Gestão e Planejamento Museológico I, ministrado pela Museóloga Caroline Martelo, de Videira [SC], do Museu do Vinho. O Senhor Braulio Hantschel, Diretor da Fundação de Cultura daquela cidade avaliou o marco histórico da visita dos profissionais de museus dos Estado de Santa Catarina, São Paulo e Paraná.
Ademir Pfiffer - Historiador

Gestão e Planejamento Museológico I - 02 - Caroline Martello


São Bento do Sul [SC], Oficina de Gestão e Planejamento Museológico I, ministrado pela Museóloga Caroline Martelo, de Videira [SC], do Museu do Vinho.
Ademir Pfiffer - Historiador

Gestão e Planejamento Museológico I - 01 - Caroline Martello


São Bento do Sul [SC], Oficina de Gestão e Planejamento Museológico I, ministrado pela Museóloga Caroline Martelo, de Videira [SC], do Museu do Vinho.
Ademir Pfiffer - Historiador

quarta-feira, julho 10, 2013

terça-feira, julho 09, 2013

Roda de Chimarrão na Praça Angelo Piazera

O Editor Chefe Jornal do Vale, Flavio Brugnago, anotado a história do movimento musical rural.
Sidnei Marcelo Lopes, Tiãozinho do Acordeon e outros sertanejos - Canção e poema, Fábrica de Pólvora - Dadi .
Professora: Cristina Pretti - EEB - "Professora Valdete Inês Piazera Zindars"- Curadora da exposição temática "Fábrica de Pólvora, o sinistro que marcou a história de Jaraguá do Sul [SC], em 1953.

O Museu Histórico “Emílio da Silva”, no último sábado, 06 de julho, organizou o evento Roda de Chimarrão, tendo como atrações os instrumentos de acordeon, bandoneon e violão. 
O evento foi um tributo aos antigos tropeiros das regiões dos vales Itapocu e Itajaí. No século XX, muitos tropeiros iam ao Uruguai e ao Rio Grande do Sul, Uruguaiana, para comprar lotes de cavalos crioulos, sendo os mesmos transportados de trens até as estações.
Em Jaraguá do Sul, havia nos fundos da Estação Jaraguá, uma mangueira onde eram recolhidos provisoriamente os cavalos crioulos. Em seguida, o tropeiro organizava uma tropa com dezenas de cavalos e partia para comercializá-los, visando atender os agricultores que necessitavam de tal para a lavoura e transporte de tração animal.
Em meio a esse universo de negócios de compra e venda de cavalos surgiu o movimento crioulo que passou a cultuar o cavalo como símbolo de identidade nativista. 
Nesta perspectiva, nasceu o sentimento de amizade e respeito pelo cavalo, indicador de força, trabalho e progresso do homem do campo.
Para celebrar o culto ao animal surgiram as cocheiras, raias de corridas e os rodeios crioulos no Vale do Itapocu, organizados inicialmente, por simpatizantes e tropeiros.
Entre os eventos realizados no transcorrer da primeira metade do século XX, destacamos as corridas de cavalos realizadas em raias, no centro [atual rua Cabo Harry Hadlich]; em Três Rios do Sul [atual bairro Rau], na propriedade da família Emmendörfer; na propriedade do Nitz, em Massarandubinha, na época distrito de Massaranduba; em Corupá [SC], na Estrada Itapocu Hansa, na propriedade de Franz Maas.
Com o decorrer dos anos, os eventos das raias de corridas foram substituídos pelos rodeios crioulos, cujos espaços ganharam notoriedade na segunda metade do século XX, na propriedade da família de Horácio Ribeiro [Ilha da Figueira]; Augusto Demarchi [Três Rios do Sul], Benjamin Decker [Guaramirim]; Adolar Hornburg [Vale do Rio da Luz]; Krüger [Jaraguá 99] .Fundamentados na evolução da cultura crioula regional, o Museu Histórico “Emílio da Silva” organizou, na Praça Angelo Piazera, um evento de tributo ao cidadão tropeiro, agricultor e criadores de cavalo.
O cavalo foi no decorrer do século XX, símbolo de status social, pois o cidadão ruralista que possuía em sua propriedade rural, uma aparelha de cavalos crioulos ou nativos das coxilhas do Uruguai ou do Rio Grande do Sul, era identificado como um homem de posses. 
Considerando os indicadores histórico e cultural, acima contextualizados, a Praça Angelo Piazera, foi tomada por músicos regionalistas e pelo Grupo Laços de Tradição (Corupá), todos do Vale Itapocu, para celebrar a cultura crioula, que foi e continua sendo importante elemento de identidade cultural do povo brasileiro e sulino.
Assim, a missão institucional do MHES ganhou amplitude e comprometimento com o evento da cultura crioula, símbolo da identidade do homem do campo.
Nesta perspectiva, agradecemos a todos os participantes e envolvidos no evento, como musicistas, músicos e folcloristas, bem como ao público que se nutriu da música sertaneja e dança folclórica crioula e dos funcionários  da Fundação Cultural e do MHES.

Ademir Pfiffer – Historiador