Estatística

domingo, outubro 15, 2017

68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança – 01



Publicado em 21 de mai de 2017
Em Jaraguá do Sul (SC), sábado, 20 de maio na estação de outono austral aconteceu as comemorações dos 68 anos de fundação da Sociedade Recreativa Aliança .
No vídeo 01, Magali Grützmacher e Vanderlei Siewerdt no palco entoando uma canção germânica.


Ademir Pfiffer - Historiador

Königsfest in Winterfest 2017 - 03



Publicado em 14 de mai de 2017
O QUÊ? Festa de Inverno (Winterfest), na Sociedade Recreativa Alvorada de Rio Cerro II, Município de Jaraguá do Sul (SC).
QUANDO? Sábado 13 de maio, a partir das 13 hs.
O QUE ACONTECEU? Concentração dos sócios e sócias, ritualista folclórica de busca de majestades, café colonial, competições de tiro ao alvo, tarde dançante com Banda Musicamp e proclamação das novas majestades do tiro para 2018.
Majestades 
Masculino – Edgar Hornburg, rei; Ruy Utpadel, 1º cavalheiro e Claudinei Lenhardt, 2º cavalheiro.
Feminino – Laurina Mathias, rainha; Ivani Mathias, 1ª princesa e Aura Doege,2ª princesa.
A Festa do inverno (Winterfest) apesar do nome acontece todos os anos na estação do outono austral. O que tem de significativo é a culinária, o folclore germânico e as competições do tiro ao alvo (Patrimônio do Schützenverein).
A comunidade participa voluntariamente (são formadas equipes de trabalho) do evento e o público em geral, que vem ao evento prestigiar a cultura germânica, cujas referências da comunidade alemã e pomerana de Rio Cerro II, ainda tem importância na construção da identidade do Município de Jaraguá do Sul.
Ademir Pfiffer - Historiador

Rodovia Js Padre Aloisio Boeing - Pedra Branca - Jaraguá do Sul



Publicado em 2 de mai de 2017
Rodovia Js Padre Aloisio Boeing - Pedra Branca - Município de Jaraguá do Sul (SC). Trecho rural - estrada de chão - e trecho urbano - via asfaltada - daquela comunidade, que no passado contava com uma instituição escolar da rede municipal, cujo patrono era Adolpho Konder e funcionou durante parte da segunda metade século XX.
O local no passado foi colonizado por alemães, pomeranos e italianos, sendo atualmente grande parte dos moradores migrantes, que foram atraídos pelo surto da industrialização da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Tifa Fundos Pedra Branca - Barra do Rio Cerro - Jaraguá do Sul



Publicado em 2 de mai de 2017
Tifa Fundos Pedra Branca - Barra do Rio Cerro - Jaraguá do Sul (SC).
localidade rural permeada pela Mata Atlântica composta de madeiras nativas w plantas ornamentais e aéreas.
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

Sociedade Vitória Rio da Luz Alto – Patrimônio Cultural do Schützenverei...



Publicado em 30 de abr de 2017
A Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto foi fundada em plena vigência do Estado Novo na era Vargas, em 1943.
À época estava em vigor um dos primeiros decreto-lei, que passou a vigorar no Brasil proclamado para fortalecer as políticas públicas da construção da identidade cultura da nação brasileira. Eis o DECRETO-LEI Nº 25, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1937. DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Art. 1º Constitue o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interêsse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. 
Desde dessa época a Sociedade Vitória, através das praticas do associativismo tem construído os vínculos culturais com a comunidade em conformidade com o pensamento dos antepassados – pomeranos e alemães - visando salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein, da tradicional festa de tiro ao alvo rei e rainha.
Na edição da festa de outono de 29 de abril de 2017, sábado à partir das 18 hs aconteceu a festa de sagração das seguintes majestades:



Inácio Hornburg – rei;
Onda Rohweder Hornburg – rainha;
Irineu Hornburg – 1º cavalheiro;
Dorli Lemke Hornburg – 1ª princesa;
Sido Hornburg – 2º cavalheiro;
Angelina Peixer Hornburg – 2ª princesas





Observação: A corte do rei e os respectivos cavalheiros era composto por irmãos, sendo o Inácio e Irineu, gêmeos. Um raro acontecimento desses num evento do schützenverein, numa sociedade de tiro ao alvo.





O evento foi programado em várias etapas como, a concentração dos sócios, ritualística folclórica de busca de majestades – banda Estrela de Outro de Rio Cerro II, sedo o bandeireiro, o Senhor Vendelin Ittner -, sessão de homenagem, jantar festivo, competições de tiro ao alvo, baile social e sagração das novas majestades, todas ligada à família Hornburg.
Através deste evento, o Rio da Luz Alto continua evidenciando o seu Patrimônio Cultural Brasileiro, pois é uma área que foi espaço da colonização do povo germânico (pomerano e alemão) e um filete da colonização sueca.
Atualmente essa região conta com chancela do Poder Público Federal, para salvaguardar o Patrimônio Cultural Material, Imaterial e Natural. 
Assim, o desafio atualmente, é sensibilizar a comunidade pelo valor que representa essa Paisagem Cultural, pois está sendo desenvolvida pelo diálogo construtivo essa política pública.. A comunidade é parceira, no momento que revela o conhecimento da história do local e dos antepassados. Foram os colonizadores outrora, que tornaram o Vale do Rio da Luz, em destaque mundial, pois ali se assentou um povo que perdeu na Europa, o seu território, bandeira e identidade.
Para dar luz e alento a esse povo do entroncamento eslavo, mas tendo os referenciais da cultura germânica, o Brasil foi o palco de acolhimento da colonização, no transcorrer da segunda metade do século XIX, nos três estados, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Portanto, a Sociedade Vitória do Rio da Luz Alto, tem o compromisso de difundir parte do legado cultural da comunidade teuto-brasileira, através de uma diretoria, que busca conciliar modernidade com a memória da história dos antepassados, que construíram pelos valores do seu povo, o seu Patrimônio Cultural Material e Imaterial (tangível e intangível).
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, outubro 14, 2017

O progresso de Santa Catarina e do Paraná sobre as rodas de ferro



Publicado em 19 de abr de 2017
O progresso de Santa Catarina e do Paraná sobre as rodas de ferro. 
As imagens do comboio ferroviário clama para a inteligência dos vereadores e prefeitos de Jaraguá do Sul (SC), que estão longe de abrir um diálogo com a participação dos formadores de opiniões e conhecedor da causa da mobilidade urbana, visando discutir com a comunidade, a mobilidade ferroviária e sua importância história e cultural, para o município, para gerar desenvolvimento sustentável.
No inicio do século XX, a ferrovia chegou e colocou o distrito de Jaraguá na rota do progresso.
Passado um século de existência do ramal ferroviário, o distrito evoluiu e se transformou em município. 
Em um século, a população resolveu construir a margem da ferrovia um conjunto de edificações de diversas tipologias e uso.
Assim, atualmente, parte desta população remanescente e invasora, sem conhecimento da história do progresso da cidade se recente , pois ventila pensamentos de que a mesma é um empecilho para a cidade.
Por que não temos uma classe política pensante capaz de discutir, através de mesa redonda, conferência, seminário, outros meios de participação democrática, as múltiplas saídas sobre a ferrovia como Patrimônio Histórico e Cultural? Ou seja, pensar nela como parte da vida dos cidadãos e da mobilidade da cidade?
Onde estão as universidades privadas e seu dirigentes, mestres e doutores, que fomentam o ensino e pesquisa, mas não discutem soluções inteligentes para defesa da arquitetura do ferro e do panorama da mobilidade ferroviária, buscando soluções com a participação da comunidade pensante, para Jaraguá do Sul ter solução coletiva visando superar este desafio?
Ademir Pfiffer - Historiador

Locomovel para manutenção do ramal ferroviário São Francisco a Mafra



Publicado em 19 de abr de 2017
Locomóvel para manutenção do ramal ferroviário São Francisco a Mafra em Santa Catarina e Rio Negro Paraná.
O dito locomóvel apareceu em movimento nos fundos do Centro Histórico de Jaraguá do Sul - antiga Estação Jaraguá.
Ademir Pfiffer - Historiador

Balneário Barra do Sul: Rodovia Aci Ferreira de Oliveira - video 02



Publicado em 18 de abr de 2017
Rodovia ACI FERREIRA DE OLIVEIRA SC-415 26,918 40,830 ENTR. BR-280 (P/ ARAQUARI) BALNEÁRIO BARRA DO SUL (SC), Município no nordeste catarinense, colonizado por afros, açorianos e portugueses. Vídeo 02 .
A fonte principal de receitas do município é o desenvolvimento sustentável do turismo, pesca e comércio varejista.
As Imagens são do leito da rodovia para registo da paisagem artificial, natural, da mobilidade, mata nativa reflorestada, sendo a última afetou o bioma da Mata Atlântica.
Ademir Pfiffer - Historiador

Balneário Barra do Sul: Rodovia Aci Ferreira de Oliveira - video 01



Publicado em 18 de abr de 2017
Rodovia ACI FERREIRA DE OLIVEIRA SC-415 26,918 40,830 ENTR. BR-280 (P/ ARAQUARI) BALNEÁRIO BARRA DO SUL (SC), Município no nordeste catarinense, colonizado por afros, açorianos e portugueses. Vídeo 01 . Trecho inicial na área urbana é denominado de Rua Jaraguá do Sul.
A fonte principal de receitas do município é o desenvolvimento sustentável do turismo, pesca e comércio varejista.
As Imagens são do leito da rodovia para registo da paisagem artificial, natural, da mobilidade, mata nativa e reflorestada, sendo a última afetou o bioma da Mata Atlântica.
Ademir Pfiffer - Historiador

Passagem do comboio ferroviário em Jaraguá do Sul



Publicado em 17 de abr de 2017
Em 13 de abril, quinta-feira, as 7 hs e 25 mins um comboio ferroviário passou pela estrada de ferro centenária que liga o sudoeste do Paraná e Planalto Catarinense, em direção ao litoral de São Francisco do Sul (SC).
Uma imagem que revela a força do desenvolvimento agrícola e da indústria de Santa Cataria e parte de vários municípios paranaenses.
A cor Azul dá o novo colorido à composição ferroviária, desde 2016 a novidade passa pelos trilhos deste município, que ganhou integração regional e nacional, graça a presença deste Patrimônio Histórico, que é pouco compreendido por quem não conhece a história da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, outubro 02, 2017

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 08



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 07



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 06



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 05



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-brasileiro.
Ronald Kreidel , turismólogo da cidade de Pomerode (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 04



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-brasileiro.
Participação no diálogo do Senhor Ademar Frederico Duwe, morador do Rio da Luz e líder influente naquela comunidade.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 03



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Mediadora Liliane Nizzola, presidente do Iphan de Santa Catarina.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 02



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-brasileiro.
Dalmo Vieira, funcionário de carreira do Iphan.
Ademir Pfiffer – Historiador

Iphan: Audiência Pública - Conjunto Rural do Rio da Luz - 01



Publicado em 31 de ago de 2017
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou no Vale do Rio da Luz, no Município de Jaraguá do Sul (SC), uma Audiência Pública para debater em conjunto com a comunidade os parâmetros, regramentos e diretrizes relacionados à preservação dos bens tombados naquele vale, incluindo o Texto Alto, no território de Pomerode (SC), pois são considerados Patrimônio Cultural Brasileiro.
A história do inicio da colonização remonta o ano de 1864, quando Emil Odebrecht abriu o Caminho Passo Concórdia, ligando os atuais municípios, Pomerode e Jaraguá do Sul. Ou seja, ligando as localidades de do Rio do Testo ao Rio da Luz, consequentemente, abrindo o primeiro caminho para circulação de pedestres, cavaleiros e carroceiros.
Com essa iniciativa naquele longínquo ano, acelerou-se o assentamento naquelas comunidade rurais de povos de origem germânica como, pomeranos e alemães, inclusive com a presença de algumas famílias de suecos.
Passado mais de um século de reminiscências, os dois municípios foram incluídos como áreas de Paisagem Cultural Brasileira, no cadastro e registro de patrimônio nacional, um orgulho para quem conheça a história e o legado cultural dessa colonização. 
A ação do tombamento durante anos foi escondida sob o tapete das salas dos gabinetes da classe política, o que abriu caminho para inúmeras controvérsias e desgostos, em dez anos de tombamento.
Todavia, o retorno da equipe do Iphan, em 29 de agosto de 2017 trouxe novas perspectivas, pois a comunidade compareceu visando apontar a insatisfação, bem como ouvir quais os caminhos, que serão construídos com a nova portaria de regramento, que será elaborada coletivamente, através de amplas discussões em cinco grupos de trabalho, Rio da Luz I, Rio da Luz II, Rio da Luz Vitória, Rio da Luza (lado pequeno ou logradouro Erwin Rux) e Sohnstiefe.
Entre acalorados debates, com a presença de lideranças de influências no campo político ou voluntariado, dos municípios de Pomerode e Jaraguá do Sul escolheu-se o caminho do diálogo construtivo, fundamentado no planejamento cooperativo e participativo.
Agora, é o momento de colaborar e construir os parâmetros, através de diálogos construtivos, para salvaguardar a história do povo vencedor, o pomerano - brasileiro e o teuto-braisileiro.
Liane Nizzola, presidente do Iphan de Santa Catarina.
Ademir Pfiffer – Historiador

quinta-feira, março 30, 2017

Arquivo Histórico Eugênio Victor Schmöckel - 2010 Novo Local



Publicado em 23 de mar de 2017
Era 30 de agosto de 2010, na gestão da prefeita Cecília Ayroso Konell, quando o Arquivo Histórico Eugênio Victor Schmöckel foi instalado num prédio alugado, no bairro Barra do Ribeirão Molha - próximo ao Ribeirão Kramer e o antigo Curtume Schmidt .
Antigamente, a instituição funcionou no atingo prédio da Prefeitura - atual sede do Museu Histórico Emílio da Silva - no prédio da Estação Ferroviária, espaço da instalação atual da Biblioteca Pública Rui Barbosa - Avenida Getúlio Vargas - e na Rua ida Bona, centro, lateral do logradouro da Barrão do Rio Branco.
Ademir Pfiffer - Historiador

Desfile de 7 de Setembro para celebrar o civismo



Publicado em 18 de mar de 2017
Jaraguá do Sul (SC): O 7 Setembro de 2005, foi marcado por um desfile comemorativo ao Dia da Pátria, na Avenida Reinoldo Rau - patrono do logradouro nascido em Brusque/SC .
Desde os anos 40 marcado pela campanha da nacionalização da educação na era Vargas, os desfiles de 7 de Setembro foram implantados com intensidade no Município jaraguaense, através das unidades escolares da rede particular (antigo Divina Providência, Escola Particular Jaraguá e São Luís) e pública de ensino (Grupo Escolar Abdon Batista).
Atualmente, o desfiles de 7 de Setembro tem a participação das unidades escolares diversas, principalmente, da rede municpal de ensino.
Ademir Pfiffer - Historiador

VII Festa do Aipim - Jaraguazinho



Publicado em 20 de mar de 2017
Em agosto de 2010, aconteceu a VII Festa do Aipim, em Jaraguazinho - Comunidade Católica Santa Cruz - no Município de Jaraguá do Sul (SC).
Esse evento congrega todos os produtores de aipim, cuja comunidade é espaço remanescente da imigração suábia-húngara e colonização germânica (alemã e pomerana).
O evento acontece sempre no segundo domingo de agosto, para marcar as comemorações do Dia dos Pais.
O cardápio oficial é o aipim, tendo inúmeras iguarias de acompanhantes. Não falta também, na ocasião no almoço típico, o tradicional assado do marreco com recheio, no forno a lenha; frango, carne de panela suína e bovina.
Para festa ser atrativa conforme os costumes da comunidade, música folclórica, através do instrumento do bandoneon.
Assim, para o encerramento do evento é organizado um a tarde dançante. 
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 129 anos de Fundação



Publicado em 18 de mar de 2017
Jaraguá do Sul (SC) completou em 25 de julho de 2005, 129 anos de fundação.
A Fundação de Cultura do Município coordenou o desfile cultural e alusiva a data comemorativa, trazendo a participação dos grupos étnicos (afro-brasileiro, pomeranos, alemães, italianos, poloneses e húngaros), que colonizaram a cidade a partir da segunda metade do século XIX. 
Além disso, as entidades associativistas e representativas fizeram sua presença pela importância na sociedade jaraguaense.
Atenciosamente,
Ademir Pfiffer - Historiador

quinta-feira, março 16, 2017

50 anos do Patrimônio Cultural Sociedade 25 de Julho - Imagens



Publicado em 16 de mar de 2017
No sábado 11 de março, no bairro Jaraguá 99, Município de Jaraguá do Sul (SC) aconteceu a festa de rainha do tiro ao alvo da Senhora Lorena Krüger Krutzsch. O evento marcou o inicio das comemorações dos 50 anos de fundação da Sociedade Esportiva e Desportiva 25 de Julho, entidade defensora do Patrimônio Cultural do Schützenverein.
A corte da Senhora Krutzsch – ela filha de Alex Krüger doador do terreno para construção da sede social – foi completada por, Byanca Luiza Salomon, 1ª princesa, e Sueli Janice Baumann, 2ª princesa.
O evento vespertino iniciou às 14 horas com a concentração das sócias e convidadas, seguido da ritualística folclórica de busca de majestades pelo logradouro da Elisa Trapp Maier, pela Banda Garibaldi Schow .
Na sede social também aconteceu a sessão de homenagem às majestades, competições de tiro ao alvo, café colonial, tarde dançante e proclamações das novas majestades para o evento na estação do verão de 2018.
A Sociedade 25 de Julho completará em julho o seu jubileu de ouro dos 50 anos de fundação. A missão institucional é a difusão de salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein.
Ao longo dessa história associativista os colonizadores pomeranos, alemães e suábio-húngaros organizaram esta entidade para o seu lazer social e cultural, para venerar o respeito à memória dos antepassados, que trouxeram do Europa ao Jaraguá 99, a sua visão de mundo, sociedade e trabalho.
Construir e manter o Patrimônio do Schützenverein ao longo dos 50 anos exigiu renúncia ao modismo, planejamento e organização pelo bem coletivo visando superar os desafios para driblar as crises políticas, econômicas e culturais, que interferem na organização associativista e de caráter comunitária.
Dona Lorena e o esposo Irineu Krutzsch, moradores do bairro Ilha Figueira atraíram ao evento centenas de convidados de diversas sociedades, como Aliança, Barg, Guarani, Ribeirão Grande da Luz, Botafogo, Brüderthal, Onze União, Independência, outras. 
Assim, o evento foi marcado pelo o propósito de reunir a comunidade e uma legião de simpatizantes desta cultura remanescente, pois o movimento cultural é significativo para construção da identidade e conhecimento dos bens de Jaraguá do Sul.
Dessa forma é oportuno organizar o registro desse Patrimônio Cultural Brasileiro permeado pela cultura germânica e pela sua importância etnográfica e folclórica.
No Brasil atual a ordem é crescer, unir e vencer os desafios, que neste terceiro milênio são marcados pelo fenômeno da globalização e os desmantelamentos das culturas localizadas.
Ein prösit, Schützenverein, 25 de Julho!

Ademir Pfiffer – Historiador

domingo, março 12, 2017

Celestino Klinkoski, construindo o seu patrimônio político pela sua atuação


Em Jaraguá do Sul/SC, um momento de crise política partidária de fragilidades e rupturas, há políticos que se escondem da comunidade e de seus eleitores, como consequência de sua covardia.

Sábado, o vereador Celestino Klinkoski revelou porque a política trata-se de uma arte e ciência, pois foi ovacionado pelas centenas de convidados e participantes do evento do schützenverein, na Sociedade 25 de Julho, no Jaraguá 99. O reconhecimento estava representado no aperto de mão, abraços e o conversar do nobre vereador, que sabe dialogar com o povo e ouvir o clamor dos menos favorecidos.
Desde o inicio da administração de Lunelli e Wagner, herdeiros do patrimônio do ex-prefeito Dieter Janssen – agregador e estimulador da ética e práticas de diálogo construtivos - Klinkoski passou a ser um líder fundamentado nesse referenciais. Assim, estimula a defesa dos servidores públicos, que trabalham à favor da coletividade , bem como dos setores da cultura jaraguaense, que nestes últimos 11 anos construíram políticas públicas na defesa da construção Patrimônio Cultural e dos bens brasileiros.
Ao contrário de um grupo de político que se fizeram à sobra do prestígio moral do seu líder, Dieter Janssen, respeitado cidadão e multiplicador da boa educação, Klinkoski revela-se carismático e líder nato de mais três mil servidores, que acreditamos no seu potencial, para humanizar a cidade, o serviço público, sem chincalhar e desmerecer quem forma o tecido social dos assalariados mais frágeis, que são alvos de políticas de cortes do Poder Executivo e Legislativo. 
Em contra partida, a elite formada por convidados do “rei” em seus gabinetes lutam para manter os seus privilégios dos altos salários e sem cortes. 
Assim, nesse momento de desafios surge um vereador como Klinkoski, que mostra bravura pela defesa das políticas de humanização, respeito à cultura e ao conjunto dos servidores públicos.
A partir desta perspectiva, Klinkoski , o novo agente do povo se projeta para as eleições de 2018, concorrendo a uma vaga à Assembleia Legislativa (sugestão), para continuar a sua luta mobilizadora, que orgulha os fracos e oprimidos. 
Nos próximos dias, esperamos que, em meio ao combate, os servidores públicos que eram aliados do ex-prefeito Dieter Janssen, atualmente ocupando os cargos de envergadura, se posicionam revelando que a caixa da pandora, assim apresentada é apenas uma fragilidade política de quem não conhece a realidade da Prefeitura.

Ademir Pfiffer - Historiador




50 anos do Patrimônio Cultural Sociedade 25 de Julho - 02



Publicado em 12 de mar de 2017
No sábado 11 de março, no bairro Jaraguá 99, Município de Jaraguá do Sul (SC) aconteceu a festa de rainha do tiro ao alvo da Senhora Lorena Krüger Krutzsch. O evento marcou o inicio das comemorações dos 50 anos de fundação da Sociedade Esportiva e Desportiva 25 de Julho, entidade defensora do Patrimônio Cultural do Schützenverein.
A corte da Senhora Krutzsch – ela filha de Alex Krüger doador do terreno para construção da sede social – foi completada por, Byanca Luiza Salomon, 1ª princesa, e Sueli Janice Baumann, 2ª princesa.
O evento vespertino iniciou às 14 horas com a concentração das sócias e convidadas, seguido da ritualística folclórica de busca de majestades pelo logradouro da Elisa Trapp Maier, pela Banda Garibaldi Schow .
Na sede social também aconteceu a sessão de homenagem às majestades, competições de tiro ao alvo, café colonial, tarde dançante e proclamações das novas majestades para o evento na estação do verão de 2018.
A Sociedade 25 de Julho completará em julho o seu jubileu de ouro dos 50 anos de fundação. A missão institucional é a difusão de salvaguardar o Patrimônio Cultural do Schützenverein.
Ao longo dessa história associativista os colonizadores pomeranos, alemães e suábio-húngaros organizaram esta entidade para o seu lazer social e cultural, para venerar o respeito à memória dos antepassados, que trouxeram do Europa ao Jaraguá 99, a sua visão de mundo, sociedade e trabalho.
Construir e manter o Patrimônio do Schützenverein ao longo dos 50 anos exigiu renúncia ao modismo, planejamento e organização pelo bem coletivo visando superar os desafios para driblar as crises políticas, econômicas e culturais, que interferem na organização associativista e de caráter comunitária.
Dona Lorena e o esposo Irineu Krutzsch, moradores do bairro Ilha Figueira atraíram ao evento centenas de convidados de diversas sociedades, como Aliança, Barg, Guarani, Ribeirão Grande da Luz, Botafogo, Brüderthal, Onze União, Independência, outras. 
Assim, o evento foi marcado pelo o propósito de reunir a comunidade e uma legião de simpatizantes desta cultura remanescente, pois o movimento cultural é significativo para construção da identidade e conhecimento dos bens de Jaraguá do Sul.
Dessa forma é oportuno organizar o registro desse Patrimônio Cultural Brasileiro permeado pela cultura germânica e pela sua importância etnográfica e folclórica.
No Brasil atual a ordem é crescer, unir e vencer os desafios, que neste terceiro milênio são marcados pelo fenômeno da globalização e os desmantelamentos das culturas localizadas.
Ein prösit, Schützenverein, 25 de Julho!

Ademir Pfiffer – Historiador

2017 - Festival da Cerveja de Blumenau



Publicado em 11 de mar de 2017
Voltar à cidade de Blumenau todos os anos pelos atrativos do Festival Brasileiro da Cerveja é um privilégio ao visitante, pois a cidade tem uma história de imigração e colonização germânica (pomerana, alemã e Suíça), que marcou a construção dos hábitos e costumes dos blumenauenses, como de consumir cerveja e organizar eventos dessa especialidade.
De 8 a 11 de março aconteceu mais uma edição do Festival da Cerveja, no qual compareci para registar qual a importância do evento para desenvolvimento da indústria cervejeira de pequeno porte (artesanal) e sua contribuição para expansão do mercado local, regional e nacional.
Nestas imagens digitais temos os vasilhames, rótulos, champinhas e outros recursos, que facilitam a embalagem do produto para chegar ao consumidor com criatividade e atratividade.

Ademir Pfiffer – Historiador

quarta-feira, março 01, 2017

Patrimônio Cemiterial Central de Barra Velha



Publicado em 1 de mar de 2017
O Cemitério Central de Barra Velha (SC) se constitui um ponto de encontro de memória e história. Porém, é um espaço público da vida privada, objeto de patrimônio a ser preservado, como referência da identidade da cidade, sendo os atores sociais foco de análise e que partiram da vida.
No local deste cemitério os interessados poderão conhecer a memória e a história dos moradores remanescentes, principalmente, de Portugal (Açores), Alemanha, Itália, Bélgica (Bruxélas), Polônia e das nações africanas diversas, pois esta é uma das finalidades deste vídeo, também um recurso para pesquisas de genealogia.
No Cemitério Central desta cidade, há sepulturas remanescentes dos translados dos corpos do antigo cemitério (século XIX) local, anos 30. Porém, o coveiro atual, não tem memória do inicio dos sepultamentos nessa área central do Município.
De longa data, os cemitérios são pontos de sociabilidades, memórias, histórias, reencontros de famílias e cidadãos (ãs).
Por isso, os cemitérios precisam ser planejados, conservados pelas famílias e o Poder Público, como um cartão postal de turismo. Além disso, esse cemitério é um centro de empoderamento cultural de memória coletiva dos mortos, pois revela quem eram as pessoas que moravam nesta cidade; quais os valores que defendiam à sua época, em beneficio da coletividade; funções que exerceram, bem como as contribuições e o seu legado cultural, que construiu na sua trajetória de vida.
Dessa forma, ainda hoje estão presentes as suas representações, no imaginário coletivo ou em obras do patrimônio edificado, material e imaterial

Ademir Pfiffer – Historiador

Barra Velha em constante metamorfose de progresso



Publicado em 28 de fev de 2017
A cidade de Barra Velha (SC), no Vale do Itapocu, região da Amvali está em constante metamorfose de progresso. 
Do espaço de compras e parada da Havan, imagem de um perímetro urbano em constante transformação.
Ademir Pfiffer