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segunda-feira, dezembro 24, 2007

Blumenau em outubro realizou a tradicional Oktoberfest, com muita confraternização entre os diversos povos


A Oktoberfest após duas décadas de realizações se tornou uma festa cosmopolita, pois hoje turistas do mundo inteiro visitam a cidade de Blumenau para conhecer a festa tipicamente alemã, no Sul da América Latina.
A festa não tem nenhuma característica carnavalesca, como mostram os meios de comunicação do eixo de São Paulo e Rio de Janeiro. A festa possui sua própria marca e identidade, a qual é um tributo à imigração e a colonização alemã, no Vale do Itajaí e na cidade Blumenau.
Acompanhe por meio das imagens digitais e de alguns vídeos como foi a festa da etnia alemã do Brasil:



Da janela este ilustre cidadão tem o privilégio de ver o desfile da Oktoberfest, rua XV de Novembro.
O desfile começa com as apresentações do pavilhões da Bandeira do Brasil, Santa Catarina e da cidade organizadora da Oktoberfest. O desfile atraia os moradores da cidade. Inclusive, cidadãos da cultura afro brasileira participam do desfile, como adeptos da cultura alemã, dando sua contribuição, para perpetuação da tradição da oktoberfest.

A moça bonita com um sorriso encantador arrancou aplausos do públco e para mim acenou. Um dos carros alegóricos expolorou a temática da vida rural, nos afazeres diários.
Uma carruagem de atração animal mostrou os passeios de antigamente, realizados pelas famílias blumenauenses, por meio deste transporte, na época era muito sofisticado.
A Banda Marcial da Escola Básica Municipal "Machado de Assis", Itoupava Seca foi ao desfile mostrar o colorismo de muitas bandeiras.
As majestades da festa de outubro ganharam um carro alegórico próprio, com muitas flores.
Esta carruagem revelou que na antiga Colônia Blumenau, os moradores cultivavam lindos quintais, cujas flores coloriam a primavera de Blumenau.
O casal símbolo da festa de outubro demosntraram que não envelheceram, ao logo de duas décadas de realização da Oktoberfest.
A centopéia a cada ano fica mais longa, portanto, mais animada, quando recebe mais um integrante.
O carroceiro afro brasileiro leva na boleia uma criança e uma moça. O carregamento do chope tem um caminho certo, a PROEB.
Os passeios de trole em família foram muito referenciados. Este trole é a marca de um tempo que não volta mais.
Os músicos do foles (bandoneon) foram ao desfile com a tradição musical nas pontas dos dedos.
http://br.youtube.com/watch?v=c4drA8VnPqw
Um grupo de casais após os desfiles da Oktoberfest circulam pelas ruas da cidade, para convidar público a prestigiar os festejos na PROEB.
Um imponente casarão, de modelo enxaimel foi edificado na Vila Germânica, sede da PROEB.
Crianças que chegam à Vila Germânica são cadastradas para melhor facilidade de identificação, caso venha a se perder dos pais.
Este local é muito especial, pois o visitante pode escolher o melhor chope colonial fabricado no Vale de Itajaí. Além disso, o visitante entra em contato com a história e a memória de Blumenau, ontem e hoje.
Há sempre há um local confortável em todos os setores da PROEB, para sentar, conversar e apreciar aquele chope colonial.



Milhares de pessoas acompanham o som das bandas e orquestras musicais, da cultura germânica.

http://br.youtube.com/watch?v=4J4G8WJLa7E

http://br.youtube.com/watch?v=ioJdyevKNtM

http://br.youtube.com/watch?v=PHOPNOJSFr8

http://br.youtube.com/watch?v=pfPGLnJ5uOk

http://br.youtube.com/watch?v=crjFw7DFEzw

http://br.youtube.com/watch?v=fp25bZyeaE4

http://br.youtube.com/watch?v=Dj5GLY8GRzw

http://br.youtube.com/watch?v=vXl61rd1fqk

http://br.youtube.com/watch?v=EevYjZyMxrc

domingo, dezembro 23, 2007

Pequenos Vencedores cantam canções natalinas no Museu WEG

Um nuemeroso público foi prestigiar o Coral Infantil da Igreja Assembléia de Deus, Comunidade da Ilha da Figueira.
O coral vem nos últimos anos aos locais públicos revelar o belo trabalho do Sr Dilomar Cavalheiro e esposa, ambos coordenadores do Projeto.
Em 05 de dezembro foi a vez do Museu WEG acolher as crianças, que ocuparam uma das dependências, para apresentarem diversas canções infantis que revelavam fé e esperança. Quem compareceu ao local, naquela noite ficou surpreso pela qualidade do trabalho de musicalização das crianças. Confira as imagens digitais e os vídeos do evento:

Momentos muito significativo para estas crianças, as quais trouxeram uma mensagem diferenciada ao público que visita diariamente, o Museu Weg.

O Sr Dilomar Cavalheiro, que tem o dom da palavra explanou a trajetória do Projeto, o qual foi concebido para reunir as crianças, cuja família aposta na formação por meio da musicalização e da palavra do evangelho.
Facilitar o trabalho de musicalização com as crianças é um desafio para o casal Dilomar Cavalheiro e a esposa.
Depois da apresentação ao público, uma foto para o registro de memória e história.
Papai Noel também esteve presente na noite dos Pequenos Vencedores.
O banner revela a logo institucional da Escola Dominical da Igreja Assembléia de Deus, no bairro Ilha da Figueira.

Site: http://www.pequenosvencedores.com.br/

Seguem os vídeos para você conhecer o Projeto. Confira:

http://br.youtube.com/watch?v=tQAm0sjWOKY
http://br.youtube.com/watch?v=bWHCGjbSPbg
http://br.youtube.com/watch?v=PzYycVp8tZM
http://br.youtube.com/watch?v=ur1daHyLSKs
http://br.youtube.com/watch?v=UK8MZ7o7dZw

Museu WEG, um fragmento que conta a história da metalúrgia em Jaraguá do Sul


Após três anos de funcionamento, o Museu WEG, atualmente tem atraido um elevado número de visitantes, os quais procuram visitá-lo para conhecer a evolução da ciência e tecnologia, no Vale do Itapocu.
Com um rico acervo tecnológico e imagens fotográficas, a museografia proporciona ao visitante uma experiência fascinante. Vale apenas conhecer este espaço museal, que concebe a origem dos maiores empreendedores da metalúrgia do Brasil e a tecnologia de ponta que a WEG desenvolveu em quase cinco décadas.

Um ambiente que concebe o produto gerado no interior da fábrica e inspecionados pelos especilistas da arte de fabricação de motores.

Escritório, local onde as idéias eram conferidas e materializadas em amplos planos estratégicos de crescimento empresarial.
Após intensa horas de supervisão dos trabalhos, um "café de roça" era apreciado pela equipe de trabalho.
As idéias destes três homens foram atreladas às engrenagens de negócios, que geraram uma sólida economia para Jaraguá do Sul e o Brasil.
Um rico acervo tecnológico é visualizado por meio das raízes culturais germânicas, cuja cultura tem fortes indicadores, para agregar ao produto industrial, uma imagem de conquistas e desafios.
Os motores gerados na WEG, atualmente são distribuídos no mundo inteiro.
O patrimônio social maior da empresa são os trabalhadores, que no dia-a-dia da empresa geram riqueza e divisas, para Jaraguá do Sul.
CEJA Jaraguá, realizou o encerramento em Blumenau com café colonial
Os funcionários do CEJA, no último dia de trabalho foram reunidos para celebrar o encerramento de fim de ano.
O local escolhido foi surpresa até o último momento. De ônibus todos os funcionários foram a Blumenau conhecer e apreciar a melhor cozinha em matéria de café colonial.Confira pelas imagens digitais os melhores momentos deste dia que veio ao encontro de todos, afinal o fim de ano chegou:
O Café Colonial de Blumenau já ganhou fama pelo mundo. É sempre bom retornar a esse local onde a fartura é o cartão de visita do estabelecimento.
Pratos vazios! Este grupo de professores depois de muitas garfadas possou para um clic. A Professora Evelise abriu um sorriso de satisfação.
Esta mesa reuniu outro grupo de professores. Todos estavam atentos e concentrados nos sabores que eram uma variedade imensa.
Sorrisos de satisfação, gente centrada na escolha dificil dos sabores para por no prato.
Fila para circular à mesa onde estavam distribuidos as variedades, que enchiam os olhos.
O ambiente do local nos remente à memória rural, o inicio da imigração e colonização de Blumenau às margens do Rio Itajaí Açu.
O endereço do café colonial é a Rua 2 de Setembro, pertinho do centro de consumo.
Chegando em Blumenau. Por aqui encontramos, num murro lateral, a memória da força de progresso da indústria têxtil, que já foi significativa para a economia da cidade. Hoje, o marco desta história ficou registrada através da arte.
O intinerário foi a Rodovia Guilherme Jensen. A imagem revela o local aonde o Sr Guilherme Jensen desenvolveu no século XX, o maior complexo industrial, para os produtos à base de leite, suínos e bovinos.
Momentos que antecede a saída. Curiosos os professores aguardavam a noticia. Qual seria o local do passeio?

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Casa do Papai Noel, na Praça Angelo Piazera
A Comissão Organizadora para decoração natalina de ruas, avenidas e praças, nesta promoção do ano de 2007, decidiu iluminar as noites de Jaraguá do Sul, com muitas luzes.
Para atrair o público com um diferencial foi construída uma casa própria, para o Papai Noel. O local escolhido foi a Praça Angelo Piazera, defronte ao Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva". Confira por meio das imagens digitais, o local:
A casa de madeira é um exemplar de edificação muito atrativo ao bolso do trabalhador urbano. Mas aqui com muita criatividade ganhou uma configuração própria, cujo Papai Noel gostou.
Uma bonita Árvore de Natal foi organizada na sala de visita, para criar o clima festivo, nesta época de ano.

Peças decorativas antigas lembram e nos remete ao passado, quando Papai Noel era muito festejado, pois era um típico cidadão respeitado.

Outros objetos antigos contribuem para que a linguagem museográfica comunique com clareza, a proposta museal.
Será em véspera de Natal, o "Bom Velhinho", ainda tem tempo para dormir, em meio a tantas encomendas e entregas?
Crianças amorosas dirigem-se ao Papai Noel, para abraçá-lo e pedir seus presentes.
Depois de um dia de trabalho, o Papai Noel possa para os fotográfos com muita propriedade do dever comprido.