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terça-feira, julho 24, 2007

domingo, julho 22, 2007

Dia Nacional da Suíça - quarta-feira - 1º de Agosto - Joinville -SC
O Dia Nacional da Suíça foi regado pela cultura da reflexão, quando autoridades pelo Governo de Joinville realizaram discuros enaltecendo a brilhante contribuição dos suiços na fundação de Joinville.
A organização do evento contou com a colaboração dos funcionários do Museu Municipal de Joinville, sob coordenação de Dolores Tomazelli, museóloga.

(Banda 62º Batalhão de Infantaria de Joinville)

(Área de circulação do jardim do Museu)
(Entrada do galpão de festa decorado com uma flâmula)
(Detalhes da mesa do café)

Dia Nacional da Suíça foi comemorado com grandiosa solenidade no jardim do Museu Nacional da Imigração e Colonização, da cidade de Joinville, nesse 1º de agosto de 2007. Há dez anos existe a comemoração na cidade de Joinville, berço da imigração suíça no Sul do Brasil, mas que ao longo dos anos, a história do povo suíço tornou-se invisível na história oficial da cidade de Joinville.
Há duas décadas existe um movimento unificado em Joinville, que é liderado por importantes pessoas, que são políticos e profissionais da história da cidade. Esses atores sociais assumiram o trabalho de revitalizar a história e a identidade dos suíços construtores do desenvolvimento e progresso de Joinville há 15 décadas.
Nesta quarta-feira, dezenas de descendentes de suíços e convidados compareceram ao evento cultural. Alguns dos convidados ouviram pela primeira vez, a execução do Hino Nacional da Suíça e o hasteamento do Pavilhão Nacional daquele país, acompanhado pela Banda do 62º Batalhão de Infantaria, que também executou o Hino Nacional Brasileiro.
Várias autoridades municipais, religiosas e profissionais ligados à pesquisa histórica compareceram ao local da solenidade, dentre as quais, o cônsul honorário da Suíça, o Sr Alberto Holderegger, que foi saudado pela Sra Dolores Tomazelli, diretora do Museu Nacional da Imigração e Colonização.
Após a solenidade os convidados cicularam pelo jardim do Museu até o galpão colonial, onde foi servido um café, com os sabores da panficação suíça.
Veja os vídeos associados ao evento:
http://www.youtube.com/watch?v=ha-yh_tEeAc
http://www.youtube.com/watch?v=3u-P-RKLKN0
http://www.youtube.com/watch?v=6e5ECfzyt1Y

Saiba mais:

A Suiça está situada na Europa Central. Tem uma superfície de 39.770 km2 e uma população de 7.318.000 habitantes. Tem fronteiras com a França, Alemanha, Itália, Áustria e Liechtenstein. A capital da Suiça é Berna e as línguas oficiais são alemão, francês, italiano e romanche. A Suiça é uma importante potência industrial. As indústrias têxteis e alimentícias, a relojoaria e o artesanato de madeira são tradicionais no país. Mas, graças à energia hidroelétrica, favorecida pelo relevo, ao capital e a uma mão-de-obra hábil, os ramos mais modernos da indústria puderam desenvolver-se (metalurgia de transformação e química). Os 26 cantões que integram a Confederação Helvética são: Aargau, Appenzell Ausser-Rhoden, Appenzell Inner-Rhoden, Basel-Landschaft, Basel-Stadt, Bern, Fribourg, Geneve, Glarus, Graubunden, Jura, Luzern, Neuchatel, Nidwalden, Obwalden, Sankt Gallen, Schaffhausen, Schwyz, Solothurn, Thurgau, Ticino, Uri, Valais, Vaud, Zug e Zurique.
http://www.joinville.sc.gov.br/index.php?sect=&goto=vnoticia&cod=3832

Vale do Itapocu, também concentra população de descendentes de suíços

Todos os anos, o Consualdo da Suíça em Joinville (SC) organiza algo para comemorar o Dia Nacional dessa nação. Este alguns dos acontecimentos associados a imigração suíça ao Brasil irão acontecer na Câmara Municipal e Museu Nacional da Imigraçã
C O N V I T E

O Instituto Pró-Memória Suíça de Joinville e o Consulado Honorário da Suíça, em conjunto com a Prefeitura Municipal e, Fundação Cultural de Joinville, tem a honra e a satisfação de convidar V. Sa. e família para as festividades em comemoração ao Dia Nacional da Suíça, a realizar-se no dia 01 de agosto de 2007, no Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville, com início as 08,h30.
Após as solenidades será servido no local, um Café Matinal, elaborado pela Escola de Panificação Suíça de Joinville e Fundamas
Dia 30 de Julho de 2007, ás 19h30, Convidamos a todos, para participarem da Sessão Solene em Homenagem aos imigrantes Suíços, no Plenário da Câmar de Vereadores de Joinville.
Contamos com a sua presença e, esperamos que todos venham nos prestigiar nestes dias, numa demonstração de carinho e afeto aos Imigrantes e Colonizadores da Cidade de Joinville.
Antecipamos os nossos Agradecimentos.
Alberto Holderegger




Este cartaz acima revela a presença dos suíços em Indaiatuba (SP), onde acontece uma vasta programação dedicados à popuação remanescentes de suíços.


Portal ou site que possibilita você namorar com alguém da terrinha do chocolate:

http://www.chill-out.ch/date/index.php
Estude na Suíça, navegue no site abaixo:

http://www.etudiants.ch/

quinta-feira, julho 12, 2007

Feira do Livro, um espaço literário para difusão da literatura brasileira em solo jaraguaense
O escritor Luiz Carlos Amorim, natural de Corupá, radicado atualmente em Florianópolis, lança seu 22º livro, "A PRIMAVERA SEMPRE VOLTA", de crônicas, na primeira Feira do Livro de Jaraguá do Sul, neste sábado, dia 14, as 11 horas da manhã, no stande da Desing Editora.
O livro traz uma seleção de crônicas diferentes daquelas que compõe seus livros de crônicas (o autor também tem publicado livros de contos e de poemas): o tema principal de Amorim é literatura - livro, escritor, leitor, mas neste livro estão reunidas as crônicas mais pessoais, mais intimistas. O livro tem 80 páginas e saiu pelas Edições A ILHA. A apresentação é do escritor e crítico literário Celestino Sachet:
"Difícil privilegiar qualquer um dos temas das peças deste novo livro – dos vinte e tantos que Luiz Carlos Amorim já publicou, até agora - pela adequação com que a Idéia trabalha o texto e a Palavra submete a frase. Mas parece evidente que a Árvore ocupa um lugar privilegiado. Entre a Árvore e o Autor ocorre uma profunda comunhão – até no sentido teológico -, como no caso do jacatirão, do ipê e da figueira. No texto "A figueira e a praça", o fascínio do Autor pela Árvore da Praça Quinze, aqui de Florianópolis, explode em fagulhas de louvores e até de adoração, quando debaixo dos frondosos galhos, o cronista mergulha em êxtase poético ao aceitar-lhe o convite de se aproximar para sentir-lhe o contato amoroso expresso por um sorriso convidativo.E a Árvore entende que o cronista está feliz porque ela vive a mesma satisfação. Aliás, a crônica que abre o livro leva como título "Minha amiga árvore".
Essa capacidade de transformar tudo em poesia perpassa cada uma das crônicas. Ah! E tem mais. O leitor vive a experiência de ter entre as mãos um livro envolvido com temas da natureza e da cultura catarinenses."

Biografia do autor:
Luiz Carlos Amorim é natural de Corupá (SC), e formado pela
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Joinville.
O autor tem 22 livros publicados:
- Velhas Histórias Jovens - contos
- Pedaços - contos
- Canção de Amor - contos
- Vida,Vida – antologia de contos
- Minha Poesia Menina - poemas
- Uma Questão de Amor - poemas
- Canção da Esperança - poemas
- Canção da Esperança II - poemas
- A Cor do Sol - poemas
- The Poet – poemas, publicado nos Estados Unidos pela IWA
- The Color of the Sun – versão inglesa de "A Cor do Sol"
- El Color Del Sol, versão espanhola de "A Cor do Sol"
- Meu pé de Jacatirão - poemas
- Flecha Dourada - infantil
- Emoção não tem idioma - edição trilingüe de "A Cor do Sol"
- Livro, Leitores e Escritores - crônicas
- Livro: a perenidade da palavra - crônicas
- Saudades de Quintana - crônicas
- Nação poesia – antologia poética
- A Luz de Seus Olhos - contos
- Livro de Natal – contos, crônicas e poemas
- A Primavera Sempre Volta - crônicas
O 23º livro, "BORBOLETAS NO JACATIRÕES" - crônicas, está sendo publilcado pela Hemisfério Sul Editora e será lançado no dia 11 de agosto em Joinville.
Amorim participou de dezoito antologias, no Brasil e quatro em
outros países. Publica trabalhos em várias revistas e jornais no Brasil
e exterior – tem trabalhos publicados na Índia, Rússia, Grécia, Estados
Unidos, Portugal, Espanha, Cuba, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Espanha,
Itália e outros, e obras traduzidas para o inglês, espanhol, bengalês,
grego, russo, italiano -, além de colaborar com vários portais de
informação e cultura na Internet.
Foi o pioneiro em descobrir novos espaços para a poesia, instituindo
os projetos:
- Poesia no Shopping
- Poesia na Rua
- Poesia Carimbada
- Pacote de Poesia
- Poesia na Escola
- O Som da Poesia.
É editor do portal de poesia e literatura do Grupo Literário A ILHA – PROSA, POESIA & CIA, em http://geocities.yahoo.com.b/prosapoesiaecia , do Suplemento Literário A ILHA e das Edições A ILHA, com dezenas de títulos publicados.
Veja o vídeo por mim elaborado sobre a Editora da UFSC, presente neste evento literário de Jaraguá do Sul:
http://www.youtube.com/watch?v=H0QawtSArug
Vídeo revela a presença de Luiz Carlos Amorim na Feira do Livro de Jaraguá do Sul, em 14 de julho de 2007, a partir das 11 horas da manhã, na Praça Angelo Piazera.Confira:

sábado, julho 07, 2007



Jaraguá do Sul 131 anos: trabalho e progresso alicerçado na capacidade de sua gente

Concentração na Praça do Mecardo Público (Av.Getúlio Vargas) das entidades representativas dos diversos grupos étnicos, para o desfile. Confira:
Desfile étnico e cultural pela Avenida Getúlio Vargas e Marechal Deodoro da Fonseca, rumo à Praça à Praça Angelo Piazera.Confira:
Imagens revelam o exato contexto do evento que reuniu diversas etnias na Praça Angelo Piazera. Sidnei Marcelo Lopes coordenou o cerimonial de abertura. A seguir a narrativa que evidenciou-se a importância do evento na programação festiva de Jaraguá do Sul 131 anos, em 30 de junho, sábado:
O vídeo revela a voz da etnia polonesa de Jaraguá do Sul. Veja e ouça:
http://www.youtube.com/watch?v=ykAVuSMA8j4
Os italianos sob a regência do sanfoneiro Vinicios Pacher expressou a voz do povo italiano, no melhor estilo. confira:
A etnia húngara foi a Praça Angelo Piazera revelar a presença da sua cultura, em Jaraguá do Sul, através a dança. Confira:
Cerimonial de abertura do encontro das etnias na Praça Angelo Piazera. Cada dirigente da entidade representativa fez o usoda palavra na ocasião, revelando e expressando a contribuição do grupo étnico na história de Jaraguá do Sul(SC), em 131 anos:Confira

sexta-feira, junho 15, 2007

BARG, um Centro Cultural que prima pela prática esportiva do tiro ao alvo
Rio da Luz I - Jaraguá do Sul - SCAs majestades do tiro ao alvo com suas respectivas princesas e cavalheiros, um momento solene.

Werner Siwerdt, um comandante com sotque alemão à moda antiga.

Banda Tchê Barril de Jaraguá do Sul, uma nova safra de músicos sintonizados com a cultura de Jaraguá do Sul.


Pelotão dos associados e convidados em busca das majestades do tiro ao alvo, cujo trajeto foi pelo tapete negro (asfalto), nas proximidades do Salão Barg.

Sras Associadas trajadas de uniforme, rigorosamente, conforme rege o Estatuto Social e a tradição.

Sra voluntária secretariando o evento festivo.

Saida do pelotão de associados e convidados do Salão Barg, rumo em busca das majestades.

Proximidades do Salão Barg ainda encontramos modelos de casas em estilo arquitetônico teuto-brasileiro, com cores que ornam com a natureza.
ônibus da Banda Tchê Barril, o velho "bus! vai ser aposentado em breve.

Alvo usado para disputa do Tiro ao Pássaro, no dia da festa.
Abaixo 2 pequenos vídeos sobre o evento cultura e desportivo.

Entre as cores branca e preta, o Botafogo é o Clube do esporte do tiro ao alvo autêntico às suas origens



No dia 22 de abril de 2007, o Botafogo, o Clube tradicional de futebol, bocha tiro ao alvo, da Barra do Rio Cerro, que reúne os descendentes de alemães, italianos e migrantes realizou sua tradicional festa do tiro ao alvo.
Na programação constava que as majestades do tiro ao alvo no dia seria o casal Sérgio Dalcanalli e Carmen Ropelatto Dalcanalli. Surpreendidos com a morte do Sr Felice Ropelatto, no dia 20 de abril, o qual era pai da esposa do Sr Sérgio, a diretoria mudou a coroação segundo os Estatutos Sociais do Clube.

Diante do acontecido ficaram homenageados as seguintes majestades:
Rei: Ademir Nunes
Rainha: Bety Nunes
1ª Princesa: Salete Hansen
2ª Princesa: Ingrid Enke
1º Cavalheiro: Ademir Hansen
2º Cavalheiro: Ingrid Enke

A Banda Hannover, de Jaraguá do Sul abrilhantou o evento com um rico repertório musical, contemplando a todos os gostos, cuja festa iniciou às 10 e 30 minutos, com a ritualística tradicional de busca das majestades, seguido de almoço de confraternização e tarde dançante até 18 horas.

Majestades perfiladas no Clube Botafogo, no ato de homenagem.

Banda Hannover - Jaraguá do Sul - SC


Associados (as) e sociedades congêneres no Botafogo, nesse domingo regado pelas tradições da cultura alemã.

quinta-feira, junho 14, 2007

Sociedade Esportiva e Recreatiava Guarani - Rio da Luz Pequeno
Jaraguá do Sul - SC
Bandeireiros em forma para incorporação ao pelotão de busca das mejestades do tiro ao alvo.
21/04/07
Festa de Rei e Rainha
Rei: Amandos Klabunde
Rainha: Léa M. Klabunder
1ª Princesa: Diaine Schüller
2ª Princesa: Gisela Hornburg
1º Cavalheiro: Wilson Bohmer
2º Cavalheiro: Adelino Hornburg
Banda: Novo Som – Rio dos Cedros – SC

Festa de Tiro ao Alvo, no Dia de Tiradentes, na comunidade rural do Rio da Luz Pequeno, cuja comunidade mantém-se fiel à tradição dos costumes dos antepassados. A tradição rege que os convidados ao chegarem ao salão, ponto de encontro social, dirijam-se ao caixa, ou as majestades do dia, para dar sua contribuição financeira simbólica, visto a ajudar o rei nas despesas de bebidas e café colonial.
O Vale do Rio da Luz é uma região, cuja população de origem pomerana e alemã, confraternizam-se segundo a tradição esportiva do tiro praticada pelos colonizadores europeus, os quais chegaram a essa região na última década do século XIX.
Hoje, apesar de estarmos no terceiro milênio, ainda encontramos os vestígios dessa colonização, através das suas manifestações culturais.

sexta-feira, maio 18, 2007

CEJA - Mostra de trabalhos dos alunos do Ensino Médio em 15 de maio

No período noturno foram reunidos os alunos com o objetivo de revelar a prática pedagógica nas oficinas curriculares do Nivelamento ao Ensino Médio.
Como docente programei um Projeto que possibilitasse a reflexão sobre os diversos desafios que afligem a vida dos nossos alunos nos bairros. Temas como educação, saúde, transporte, moradia, saneamento básico, entre outros.
Já docentes Marlise Longo Macarini e Waldomiro Weiler optaram por projetos com ênfase a discussão relacionadas ao Meio Ambiente. a seguir conferimos pelas imagens digitais o que aconteceu no palco do CEJA:



Relatório Ensino Médio (Oficina de História)Disciplina: Química - Professor: Carlos Schulz

"Os alunos de Química falaram sobre remédios, na importância de ler a bula, que não devemos se alto medicar, no perigo da alto dosagem e nunca deixar no alcance das ciranças. Produtos de limpeza precisamos ter cuidado, pois são produtos tóxico; ler com atençaõ os rótulos, usar a quantia adequada, pois o uso incorreto pode causar danos. Também achei interessante a história sobre, como será a nossa vida daqui alguns anos." Seli do Carmo Morriesen


Os alunos de Nivelamento revelaram o enfoque temático sobre o Meio ambiente. Ilustrações através de cartazes auxiliaram a explanação.

Já os alunos de História revelaram os desafios de morar em Jaraguá do Sul, nos bairros, cuja cidade foi esquecida quando o "estelionato eleitoral" sacudiu a cidade.



A Aluna Nelsa Kamers, com ótima explanação, contou com o recurso das imagens digitais, o desafio de circular na Rua 25 de Julho, na pista onde circula os automóveis ou nas calçadas, à pé ou de bicicleta..
Os alunos que não apresentaram eram ouvintes, os quais puderam interagir durante as apresentações.


Para encerrar as apresentações da noite, a diretora Selésia traçou o propósito das experiências curriculares, as quais foram materializadas com ótimas atividades, devidamente contextualizadas. Não faltaram alerta, obesrvações e incentivo para todos: alunos e professores.

quinta-feira, maio 17, 2007

Biblioteca Pública Municipal recebe exposição de garrafas em arte








O que há de comum entre Jaraguá do Sul e Rio do Sul nas SDR, Governo Luiz Henrique da Silveira, quadriênio 2007 a 2010?


segunda-feira, maio 14, 2007

CEJA, MOSTRA DE TRABALHOS NO PALCO: SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO

Direção,Professores (as) e alunos(as) do Centro de Educação de Jovens e Adultos reuniram-se para realizar um encontro, com a finalidade da socialização dos conhecimentos já estudados em sala de aula, através das oficinas do Ensino fundamental.

Data: 14 de maio de 2007.
Horário: 19 hs
Local: Galpão coberto da Unidade Escolar
Rua: Professor João Januário Ayroso - Jaraguá Esquerdo

Professora Marlise sabrina Longo Macarini e o Professor Aldomiro Weiller explanando a temática sobre o Meio Ambiente desenvolvida pelos alunos do Nivelamento.

Para explanar o eixo temático relacionado ao Meio Ambiente, várias linguagens foram utlizadas, como arte, acrróstico, palavras cruzadas, entre outras. O resultado foi preciso, pois revelou o envolvimento dos alunos, os quais mostraram-se sensibilizados sobre a abordagem. No palco a timidez foi aos poucos substituída pelas vozes narrativas e explicativas, por alunos que estão aprendendo a compreender as relações de vida e interferência do homem, no planeta terra.

A Arena Jaraguá foi temática que sucitou críticas acentuadas nas apresentações dos trabalhos artísticos pelos alunos do Ensino Fundamental, disciplina de História. Apesar da imponente arquitetura representar as aspirações das eleites dominantes, eu, como professor mediador e facilitador, estimulei a reflexão das metas mais significativas da gestão pública da atual administração, em seu Plano de Governo, não contemplar obra de tamanha envergadura. Havia outras necessidades vitais para a população, inclusive elencadas no Plano de Governo Moacir e Rose (2005 - 2008).

Os trabalhos sobre a Arena Jaraguá foram realizados com auxílio da pesquisa em revistas e jornais regionais. O resultado foi significativo, pois o aluno reproduziu e estampou críticas construtivas, pois a obra na visão dos mesmos não foi do sonho do povo, mas de práticas de manipulações.

O esforço de estampar à platéia, o sofrimento do povo, que nao recebeu saneamento básico, rede de esgoto, escolas, centros infantis, entre outras necessidades vitais. Agora a cidade coleciona o segundo "elefante branco". A primeira obra gigantesca que foi edificada foi a Sociedade Cultural Artistica - SCAR, a qual tem pouca importância vital para cidade, pois ainda não se "despiu" para o povo.

Subir ao palco e realizar uma releitura da obra do novo "elefante branco" foi um desafio para os alunos da 7ª série, do Ensino Fundamental.

O valor da alimentação saudável, tema que foi ao palco para socialização do conhecimento, por meio de facilitação da Professora Jaqueline de Ciências.


Alunos do turno noturno, ocuparam uma das dependências da Unidade Escolar, para prestigiar os trabalhos do colegas de sala de aula. O desafio foi desenvolver o valor de ouvir e aplaudir, o colega que foi ao palco para apresentar os eixos temáticos.

quarta-feira, maio 09, 2007

Bandoneonfest, 7ª edição será regada por muita tradição musical alemã