Estatística

sexta-feira, dezembro 30, 2016

Elevado Br 280 Jaraguá, obra em atraso que inibe o progresso local





Jaraguá do Sul (SC). A obra do elevado na Br 280 (trevo de acesso aos bairros Vieiras, João Pessoa e município de Schroeder), em atraso, continua inibindo o progresso local e regional.
Enquanto isso, em Brasília ferve o caldo por falta de credibilidade política, o povo sem representatividade é o mais prejudicado, pois, não tem defensores para agilizar a execução do projeto de mobilidade e modernidade.
Enquanto isso, teremos que melhorar performasse para escolher novas lideranças com a finalidade de atuar na capital catarinense e em Brasília, em defesa do Vale Itapocu e de Jaraguá do Sul.
Neste sábado a obra estava paralisada, um ambiente de abandono e descaso, contrapondo-se com a região progressista e arrecadadora de impostos, mas não recebe retorno social em matéria de obras públicas, em relação a sua velocidade de crescimento, a Jaraguá Gigante!
Ademir Pfiffer - Historiador

2ª Vara Criminal, momentos de instalação 05 - Nélson Schaefer Martins, d...





Jaraguá do Sul (SC) , no bairro Vila Nova, 2ª Vara Criminal, momentos de instalação 05 - Nélson Schaefer Martins, desembargador. Enceramento do evento.
Ademir Pfiffer - Historiador

2ª Vara Criminal, momentos de instalação 04 - Nélson Schaefer Martins



Jaraguá do Sul (SC) , no bairro Vila Nova, 2ª Vara Criminal, momentos de instalação 0 - Nélson Schaefer Martins, desembargador.
Ademir Pfiffer - Historiador

2ª Vara Criminal, momentos de instalação 03 - Rafael Maas dos Anjos





Jaraguá do Sul (SC), bairro Vila Nova, 2ª Vara Criminal, momentos de instalação 03 - Juíz, Dr Rafael Maas dos Anjos.
Ademir Pfiffer - Historiador

2ª Vara Criminal, momentos de instalação 02





Jaraguá do Sul (SC), bairro Vila Nova: 2ª Vara Criminal, momentos de instalação, vídeo 02. Abertura do evento. No ano que o Fórum comemorou 81 anos de instalação.
Ademir Pfiffer _ Historiador

2ª Vara Criminal, momentos de instalação 01 - Abertura





Jaraguá do Sul (SC) , no bairro Vila Nova, 2ª Vara Criminal, momentos de instalação 01 . Abertura do evento comemorativo que marcou os 81 anos da instalação da Comarca de Jaraguá, em 1934.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 06





Jaraguá do Sul (SC) 139 anos - Coletiva à imprensa - 06. Jaime Negherbon, vive-prefeito discorreu sobre as comemorações dos 139 anos de fundação.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 05





Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 05. A professora e vereadora Natália Lucia Petri aproveitou a ocasião e reforçou a importância da data magna de 25 de julho no calendário dos eventos comemorativos da fundação da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 04





Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 04. Manuela Wolf, Secretária do Desenvolvimento Social da Prefeitura, também discorreu sobre o cronograma dos eventos planejados para marcar a fundação da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 03





Jaraguá do Sul (SC) 139 anos - Coletiva à imprensa - 03. O Senhor Jean Carlos Leuprecht, Secretário de Esporte e Turismo fez o uso da palavra para levar a conhecimento da imprensa falada e escrita o folder do evento dos 139 anos de fundação da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 02





Jaraguá do Sul (SC) 139 anos - Coletiva à imprensa - 02. Sidnei Marcelo Lopes, presidente Fundação Cultural abordou na coletiva parte das parcerias colaborativas para organizar uma programação da fundação da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Jaraguá do Sul 139 anos - Coletiva à imprensa - 01





Jaraguá do Sul (SC) 139 anos - Coletiva à imprensa - 01. Celebrar o aniversário da fundação cidade, através de inúmeras parcerias colaborativas, visando convocar a população acessar a eventos de envergadura.
Sidnei Marcelo Lopes, presidente Fundação Cultural foi o mediador da coletiva que reuniu a imprensa falada e escrita.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - Rafael, Maurício - 10





Joinville (SC): 7º Encontro Paulista de Museus - Rafael, Maurício - 10. Mauricio Rafael, um profissional de museus que conhece a realidade dos museus catarinense, que caminham para registro e certificação.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 09 - Mauricio Rafael





7º Encontro Paulista de Museus - 09 - Mauricio Rafael, uma abordagem do encaminhamento metodológico sobre as políticas públicas de articulação do museus catarinense, para construção do Sistema Estadual dos Museus.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 08 - Mauricio Rafael





São Paulo (SC): 7º Encontro Paulista de Museus - 08. Mauricio Rafael, museólogo, Fundação Catarinense de Cultura, abordou o Sistema Estadual de Museus (SEM) catarinense.
A presença do profissional é fruto da equipe de trabalho, que coordena e acompanha as políticas públicas de museus municipais e particulares, com afinco e suporte através de constantes capacitações e comunicações, objetivando efetivar o trabalho do cadastro Estadual de Museus.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 07





7º Encontro Paulista de Museus - 07 - Sistema de Cadastro Nacional de Museus pela técnica Carla Uzêda, do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 06







7º Encontro Paulista de Museus - 06 - Cultura da dança do povo Kaingang.Os Kaingang do oeste de São Paulo (Tupã).
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 05





7º Encontro Paulista de Museus - 05. A transversalidade dos eixos temáticos neste evento marcou o grandioso evento do Estado de São Paulo.
Apresentação do Museu Índia Vanuíre (etnia Kaingang), valorização da cultura dos remanescentes indígenas.
Ademir Pfiffer - Historiador

Stella Bianca, Grupo Folclórico Italiano - João Machado.











Stella Bianca, Grupo Folclorista da cidade de Jarinu (SP) - Músico e folclorista: João Machado.
Um grupo folclórico de tradição folclórica italiana, que participou dos festejos dos 25 anos do Grupo Folclórico "Regenwalde", da cidade de Jaraguá do Sul (SC).
João Machado é professor de ´música (formação na Alemanha)e danças folclóricas.
Nesta entrevista revela a importância do grupo que representa a etnia italiana, no interior paulista.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 04



São Paulo (SC), Palácio Bandeirantes - 7º Encontro Paulista de Museus - 04. Exposição aos particpantes do evento pela Senorita Juliana Batista.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 03



São Paulo (SC), Palácio Bandeirantes - 7º Encontro Paulista de Museus - 02. Com a palavra, Marcelo Marcos Araújo, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 02



São Paulo (SC), Palácio Bandeirantes - 7º Encontro Paulista de Museus - 02. Prefeito da cidade de Botucatu/SP.
Ademir Pfiffer - Historiador

7º Encontro Paulista de Museus - 01





São Paulo (SC), Palácio Bandeirantes -7º Encontro Paulista de Museus - 01. Pronunciamento do Senhor George Shwartz. O pronunciamento foi mediado pela linguagem da libra.
Ademir Pfiffer - Historiador

Karing, o professor Mario da Escola Catarinense





Karing, o professor Mario da Escola Catarinense, a sala da Ação Educativa do Museu Histórico "Emílio da Silva" em 22 de junho de 2015 foi espaço de gravação parte da trajetória de vida deste professor que atuou em Jaraguá do Sul, São João Itaperiu, Joinville e Brusque.
A entrevista social visa abordar a trajetória deste cidadão que nasceu em Brusque (SC). 
Foi nessa cidade que descobriu a vocação para o exercício do magistério na escola catarinense e assim buscou a qualificação profissional, contribuindo para o desenvolvimento intelectual, social e cultural de inúmeros jovens.
Nesta perspectiva fica o registro em fragmento da vida deste cidadão que atuou para a construção do Sistema de Ensino da Escola Catarinense, em quatro décadas de trabalho de difusão da Língua Portuguesa e na defesa do ensino público.
Ademir Pfiffer - Historiador

Professor Mario Karing - Colégio Abdon Batista





Jaraguá do Sul (SC): Professor Mario Karing - Colégio Abdon Batista, atual Escola de Ensino Médio (Rede Estadual), no seu último dia de trabalho no Museu Histórico "Emílio da Silva" gravou uma entrevista social associada a sua participação no educandário nos anos 80 , como professor de Português e Inglês.
Assim, com este relato temos parte da memória da identidade pedagógica da escola catarinense, nesse educandário que completou em 28 de maio 80 anos de inauguração de suas instalações físicas.
Ademir Pfiffer - Historiador

XXª Lichtflusschützen - Sido Hornburg





XXª Lichtflusschützen - Sido Hornburg é o presidente da Sociedade Rio da Luz Vitória , do Oba Luz discorreu sobre a tradição do tiro ao alvo, patrimônio cultural de Jaraguá do Sul, (SC), no vale pomerano brasileiro e também uma manifestação da cultura germânica, que chegou ao Rio da Luz, desde 1861.
Ademir Pfiffer - Historiador

XXª Lichtflusschützen - Professora Natália Lucia Petri







XXª Lichtflusschützen - Professora Natália Lucia Petri (presidente da Câmara do Vereadores) discorreu sobre o evento do patrimônio do Schützeverein, em Jaraguá do Sul (SC),

O evento foi na Sociedade'Vitória do Rio da Luz Vitória (Oba Luz).
Mestre de cerimonial, Sidnei Marcelo Lopes, presidente da Fundação Cultural do município.
Ademir Pfiffer - Historiador

XXª Lichtflusschützen - Marcelo Prochnow





XXª Lichtflusschützen - Marcelo Prochnow (presidente da Comissão Central Organizadora da XXVIIª Schützenfest. Evento no Vale do Rio da Luz, na Sociedade Vitória, município de Jaraguá do Sul/SC.
Ademir Pfiffer - Historiador

XXª Lichtflusschützen - Pastora Marli Seibert Hellwig





Jaraguá do Sul (SC): XXª Lichtflusschützen (Festa dos Atiradores do Rio da Luz) - Pastora Marli Seibert Hellwig ligada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Paróquia da Barra do Rio Cerro.
Culto solene e musicalizado (Kleinschmidt, Banda Recordando o Passado)), na sede da Sociedade Vitória do Oba Luz, com 72 anos de existência.

Ademir Pfiffer - Historiador

1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Dieter Jansen







1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Dieter Janssen. O prefeito de Jaraguá do Sul e o respectivo Senhor Jaime Negherbon, vice-prefeito compareceram no evento de parceria Museu da Paz e ANVFEB, que celebrou o dia "D" do desembarque da Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial (06/061945).
O prefeito fez o uso da palavra para agradecer o empenho de todos (funcionários do do Museu da Paz, ANVFEB e Fundação Cultural), na defesa do patrimônio dos expedicionários.
O evento da Sopa dos Expedicionários foi um trabalho que resultou de uma pesquisa em relação a ação social do Frei Orlando, nos campos de batalha na nação italiana.
Da ação social do frei e capelão militar, a sopa que era servida para a população pobre, na Itália à época da II Guerra Mundial.
Por isso ficou conhecida pela sopa dos pobres, que em Jaraguá do Sul ganhou a versão Sopa dos Expedicionários.
Ademir Pfiffer - Historiador

1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Ivo Kretzer





Jaraguá do Sul (SC): 1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Ivo Kretzer, secretario da ANVFEB. Discorreu sobre o evento em homenagem ao dia "D", Vitória, comemorado em 06 de junho, cuja data é magna no episódio da Segunda Guerra Mundial.
O evento organizado pela participação dos funcionários Museu da Paz e familiares ligado a ANVFEB.
Ademir Pfiffer - Historiador

1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Alexandre Gardolinski







1° Noite da Sopa dos Expedicionários - No evento discorreu sobre o evento temático, o Senhor Alexandre Gardolinski (Curitiba/SC), pois foi o cidadão que motivou realizou a pesquisa da gastronomia que foi uma ação social pelo Capelão Militar, Frei Orlando, durante os anos de 1944 e 1945, na Itália.
O evento foi sede do Museu da Paz, na antiga plataforma de embarque dos passageiros do trem, atual Fundação Cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Sidnei Marcelo Lopes





1° Noite da Sopa dos Expedicionários - Sidnei Marcelo Lopes, presidente da Fundação Cultural, mestre do cerimonial de abertura do evento, que foi uma homenagem aos expedicionários e de modo particular ao Frei Orlando, capelão militar no Front italiano que perdeu a sua vida acidentalmente.


Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Lauro Sievert



Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Lauro Sievert (pomerano-brasileiro de Rio Cerro) atuante cidadão ligado ao sindicalismo têxtil, ex-vereador e músico por vocação e herança cultural participou do evento contribuindo com rica reflexão e sugestão.

Ademir Pfiffer _ Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Stodieck, Ricardo





Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Ricardo Stodieck é um dos administradores da Oktoberfest de Blumenau (SC), que veio ao Centro Empresarial de Jaraguá do Sul, narrar a trajetória da administração do evento da cerveja da loira Blumenau (SC).
Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Ivan Torres





araguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Ivan Torres, empreendedor do ramos de cervejaria e detentor da marca Königsbier.

Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Ademar Frederico Duwe







Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Ademar Duwe foi um dos idealizadores da Festa dos Atiradores do Município de Jaraguá do Sul e Vale Itapocu.
Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Marcos Juliano Golçalves





Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Com a palavras Marcos Juliano Gonçalves, professor da rede municipal de ensino e músico da Banda Bavária, Rio Cerro II.
Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15 - Valério Junkes





Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Com a palavra Valério Junckes, representante do Centro Empresarial de Jaraguá do Sul.


Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Ricardo Stodieck





Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Ricardo Stodieck, Fundação Promotora de Eventos de Blumenau (SC).


Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15 - Alcides Pavanello



Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.
Ademir Pfiffer - Historiador

Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15 -Wilson Bruch



Jaraguá do Sul (SC): Mesa Redonda da Schützenfest - 31/03/15. Objetivo foi avaliar a trajetória da marca do evento do patrimônio cultural da cidade sede e do Vale Itapocu, tendo a participação dos municípios de Corupá e Schroeder.

Ademir Pfiffer - Historiador

Kurt Zils e Ruy Utpadel, pomeranos brasileiros de Rio Cerro II - parte f...





Jaraguá do Sul (SC), Rio Cerro II, os senhores Kurt Zils e Ruy Utpadel, pomerano-brasileiros na segunda etapa da entrevista, fase final.

Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, dezembro 10, 2016

Kurt Zils e Ruy Utpadel, pomeranos brasileiros de Rio Cerro II



Jaraguá do Sul (SC): Kurt Zils e Ruy Utpadel, pomerano-brasileiros, sendo moradores de Rio Cerro II. A dupla foi convidada para narrar histórias diversas sobre o Rio Cerro, sua gente, seu passado.

Ademir Pfiffer - Historiador

quinta-feira, dezembro 08, 2016

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 12



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera -Vídeo, 12 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 11



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera -Vídeo, 11 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 09



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera -Vídeo, 09 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 08



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 08 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 07





  1. Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - Vídeo,  07 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
  2. Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 06



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - Vídeo, 06 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 05



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - Vídeo, 05 - Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 04





Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - Vídeo, 04- Local: Sociedade Cultural Artística (SCAR), no bairro Czerniewicz.

Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC de Jaraguá do Sul - 03





Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC de Jaraguá do Sul - Vídeo, 02. Evento concorrido e organizado pela Sociedade Cultural Artística, no bairro Czerniewicz, polonês brasileiro. No palco Alex Klein, celebridade e um dos idealizadores do evento.
Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC - 29.01.15 - Noite da Ópera - 02



Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC de Jaraguá do Sul - Vídeo, 02. Evento concorrido e organizado pela Sociedade Cultural Artística, no bairro Czerniewicz.

Ademir Pfiffer - Historiador

10º FEMUSC de Jaraguá do Sul - 01





Jaraguá do Sul (SC): 10º FEMUSC de Jaraguá do Sul - Vídeo, 01. Evento concorrido e organizado pela Sociedade Cultural Artística, no bairro Czerniewicz.
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, junho 18, 2016

Mhes: 2º Encontro de Patchwork




Jaraguá do Sul/SC: 2º Encontro de Patchwork, neste sábado no Museu Histórico "Emílio da Silva", na sala da Ação Educativa.
A gravação foi com Claudia Bardal responsável pela aplicação da oficina.. Além disso participaram Marcia Tepassé Trombelli, Ilca Mahnke Schmidt, Mirian Lange e outras.
Ademir Pfiffer - Historiador

quarta-feira, agosto 05, 2015

Jaraguá do Sul (SC): evento da manifestação cultural do patrimônio intangível do tiro ao ao alvo

A manifestação das festas de rei e rainha  do tiro de Jaraguá do Sul, representa a identidade cultural e o patrimônio do schützenverein há mais de um século.
Imagens de um atirador e esportista da Sociedade Alvorada, Rio Cerro I, formada principalmente, por remanescentes teuto brasileiros e pomeranos.
Ademir Pfiffer - Historiador
Créditos: Ademir Pfiffer

Jaraguá do Sul (SC): cultura Imaterial ou Intangível do Rocambole

A tradição da iguaria do rocambole faz parte dos hábitos e costumes do grupo social remanescente dos pomeranos brasileiros do Rio Cerro e Rio da Luz, sendo atualmente consumido por todos os jaraguaenses.
A cultura da panificação da cuca e do bolo também faz parte do patrimônio imaterial ou intangível da etnia germânica.
Ademir Pfiffer - Historiador
Créditos: Ademir Pfiffer

sábado, junho 13, 2015

Obra de duplicação da Waldemar Grubba - lentidão vergonhosa



Guaramirim (SC). Obra de duplicação da Waldemar Grubba - lentidão e vergonhosa.
Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, março 29, 2015

EM - Albano Kanzler - 50 anos - Professor Mario Karing





Escola Municipal - Albano Kanzler - 50 anos - Professor Mario Karing. Localizada no bairro Nova Brasília, iniciou as atividdades em 04 de março de 1965, na gestão do prefeito Roland Harold Dornbusch, tendo como primeira diretora, Veralba Freiberg Pereira. 
O pequeno registro servirá para compreendermos a importância social do educandário para Jaraguá do Sul [SC].

terça-feira, março 24, 2015

50 Anos Escola Municipal de Ensino Fundamental “Albano Kanzler”


Os anos 60 foram marcados por importantes incrementos e financiamentos para o desenvolvimento industrial de Jaraguá do Sul [SC]. O resultado disso foi o crescimento econômico e social, paralelamente a mudança de foco do desenvolvimento agrícola e agropecuário para o industrial, ligado à indústria têxtil, metal mecânico e de alimentos.
Porém, à época havia importantes desafios de escolarização da população rural que migrou para as áreas urbanas da cidade.
Entre as necessidades emergentes, havia a implantação da escola do antigo curso primário, visando atender a demanda de matrícula emergente com o crescimento industrial.
O bairro Nova Brasília, em franco desenvolvimento, foi o que recebeu as instalações da mais importante indústria metal mecânica, o parque fabril da empresa WEG.
No entorno da WEG, outros fomentos econômicos e comerciais surgiram visando atender as necessidades dos bairros Nova Brasília e Vila Lenzi, cujo prefeito Roland Harold Dornbusch foi em busca de recursos públicos e edificou um prédio escolar na propriedade do Senhor Gustav August Frederich Hagedörn, sendo construida a obra pelo mais notável construtor da época, o senhor Albano Kanzler e seu quadro de colaboradores.
A unidade entrou em funcionamento em 04 de março de 1965 e iniciou as atividades com duas salas de aula e 46 alunos. Com a nomenclatura e classificação de Escola Reunida Municipal de Nova Brasília, atendia a matrícula de escolares de 1ª a 4ª série. Posteriormente, atendendo a pedidos da comunidade, o prefeito da época editou o decreto-lei designando o patrono de Albano Kanzler, cidadão remanescente da colonização suábia húngara e laborioso construtor de importantes edificações que marcaram a história da construção civil e pública.
Em 14 de março de 1965, foi realizada a primeira reunião do Círculo de Pais e Mestres para implantar as diretrizes do associativismo e da escola comunitária, valores ainda preservados quando a escola completou 50 anos de fundação.
A primeira diretora nomeada foi a professora Veralba Maria Freiberg Pereira (1965 a 1968), seguidos por Dolcídio Menel (1968 a 1971), Onélia Müller Ersching (1971 a 1983), Cecilia Ayroso Konell (1983 a 1988), Fedra Luciana Konell (1989), Márcia Rudolf Drechsel (1990 a 1993), Jussara Vicente Borries (1993 a 1994), Eunice Klitzke Prüsse (1994 a 1996), Mírian Maria Rudolf Pereira (1997 a 1999), Julia Mariane Américo (1999 a 2001), César Augusto Carneiro de Oliveira (2001 a 2002), Odileia Inês Tecilla (2002 a 2006), Marlice Fernandes Heidmann (2006 a 2008), Eliane Welk Kreutzfeld (2009 a 2014), Eliane Montibeller (2014), e Marlice Fernandes Heidmann (2015...).
É importante destacar que, em 50 anos de funcionamento do estabelecimento de ensino, o mesmo foi e continua sendo espaço público de difusão da organização da escola comunitária, do currículo da diversidade, pluralidade, construção plena da cidadania, pois o quadro de funcionários sempre contou com profissionais formados e comprometidos com as políticas públicas do Sistema Municipal de Ensino de Jaraguá do Sul.


O registro histórico do movimento associativista e comunitário a seguir revela a importância desta instituição, desde a sua fundação, cujo documento também mostra a faceta da participação dos cidadãos de diversas etnias como, afro-descendentes, alemães, suábio-húngaros, pomeranos, lusos e italianos. Eis o documento:
Ata da Reunião de Pais e Mestres.

Escola Municipal de Nova Brasília
Distrito e Município de Jaraguá do Sul

Ata da Reunião do Círculo de Pais e Mestres

Aos 14 dias do mês de março, reuniu-se numa das salas de aula desta escola o Sr. Prefeito, secretários e os seguintes pais de alunos:

Laurentino D'Amaceno, Manoel Rosa, Jordão Rosa, Harry Gadke, Osvaldo Leithold, Francisco Leier, Alcides Americo, Francisco Hosinski, Vitorio Schlemberg, Mathias Rosa, Hilario Klein, Lindolfo Klein, Argemiro Nunes, Paulo Pedro Mauricio, Arno Kanzler, Norberto de Oliveira Cunha, Osvaldo Doege, Alex Droeger, Mauro de Souza Coelho, Elpídio da Silva, Werner Krueger, José Nunes, Manoel João Gualberto, Harry Hornburg, Sr. Roland Harold Dornbusch, Sr. Manoel, Arthur Gunter, Floriano Stahlen, para a primeira reunião do círculo de pais e mestres desta escola a fim de fazer a eleição da primeira diretoria. Tomando a palavra o Sr. Prefeito falou sobre o seguinte: que o terreno desta escola fora doado pelo senhor Hagedörn e media 3.000m quadrados. Que o dinheiro com o qual foi feita a construção tratava-se de uma verba federal alcançada através do deputado Federal, Lauro Carneiro Loyola.
Que a inauguração devia ser seguida de uma festinha popular, organizada pelos membros da nova diretoria e com a agenda de todos. O inaugurador, como é muito justo, será o Sr. Loyola. Falou ainda sobre o material escolar a ser distribuido na escola aos alunos pobres. Comprado com uma verba federal também conseguida pelo deputado anteriormente citado. Como a finalidade da reunião era a eleição o Sr. Prefeito sugeriu que a mesma fosse feita por aclamação. O conselho foi acertado e a diretoria ficou assim constituída:



Presidente de Honra: Sr. Albano Kanzler
Presidente: Sr. Arno Kanzler
Vice Presidente: Sr. Francisco Leyer
I Tesoureiro: Sr. Francisco Hoblinski
II Tesoureiro: Sr. Harry Gaedke
Secretaria: Elsena Behling


Conselhos Fiscais: Sr. Harry Hornburg, Werner G Kruger, Floriano Stahelm.
A seguir, a professora regente falou sobre a frequencia das aulas. A vantagem de quem tiver menos de 10 faltas e media 7 em cada materia é que não precisava comparecer aos exames, estando assim automaticamente passado para o ano seguinte.
Pediu aos pais que observassem se os filhos estudavam e a esse respeito, também falou o Sr Prefeito. Foi falado sobre o uso do uniforme diário: será shorts azul e camisa branca para os rapazes e saia azul e blusa branca para as meninas, que fossem aparecendo todas uniformizadas com o decorrer do tempo.
Foi falado sobre a caixa escolar que seria de CR$ 600,00 por pai. Foi levada a compreensão dos pais com relação aos exercícios de coordenação motora do primeiro ano. Assim, com o comparecimento dos mesmos a esta reunião, ficou combinado que quando houvesse reunião os pais seriam avisados pelos alunos. Nada mais tendo a tratar deu-se por encerrada esta reunião da qual lavrei a presente ata que vai por mim assinada, assim como pela diretoria e por todos os presentes. Elsena Behling.


Em março de 2015, a equipe de trabalho do MHES(Andreia Camillo e Eliza Ressel Diefenthäler) organizaram uma pequena exposição na sala temática da educação, rememorando o acontecimento dos 50 anos de fundação desta unidade escolar.

Ademir Pfiffer - Historiador


quarta-feira, dezembro 03, 2014

Konigsfest e Kegelfest, eventos da cultura teuto-brasileira no Vale do Itapocu

 Os municípios de Guaramirim e Massaranduba ainda preservam valores das festividades esportivas ligadas a tradição da Konigfest, festa de tiro rei e Kegelfest, a festa do bolão.
       Em 22 de novembro, na Sociedade de Atiradores de Bruderthal aconteceu a Konigfest , a festa de tiro rei e rainha, do casal Gilmar e Marcia Morch. 
        O reinado foi completado pelas princesas, Irene Winter e Inema Bachmann e cavalheiros, Arnaldo Winter e  Ilário Bachamann.
       O evento foi regado a gastronomia tipica e musicalizado pela Banda Adler's Band, do Vale Rio da Luz Jaraguá do Sul.
       Em 29 de novembro foi a vez da Sociedade Onze União localizada no bairro Patrimônio, que organizou a Kegelfest, a festa do bolão.
       O reinado de 2014 foi assim constituído: 

Rei Amador - Marcelo Ber; Renato Sasse, 1º cavalheiro e Marilson Ruchert, 2º cavalheiro;
Vice- campeão - Bruno Krisanski
Rainha  Amadora - Talita D. Bernal; 1ª princesa, Nubia Ruchert e Leonirdes Cecatto, 2ª princesa;
Campeã - Dirce Kruger;
Vice-campeã - Marise Rohweder;

Rei Master - Ivo Lehn; Valdir Freitag, 1º cavalheiro e Leonor Fischer, 2º Cavalheiro.
Campeão- Nildo Voelz;
Rainha Master - Elenir Fischer; Leoni Janssen, 1ª princesa e Jandira Voelz, 2ª princesa;
Campeã - Marlene Reck;
Vice-campeã - Mariza Z. Beri.

        O evento foi abrilhantado pela Banda Horizonte Azul, da cidade de Timbó [SC], e foi marcado pela ritualística de busca de majestades, jantar festivo, proclamação das novas majestades para a primavera de 2015 e grandioso baile.
        O Vale do Itapocu através das sociedades de tiro e bolão, ainda mantém as raízes da cultura do associativismo em forma do lazer social. Essa iniciativa também está sintonizada com os valores dos antepassados, que introduziram práticas esportivas nos pontos de sociabilidades, visando o fortalecimento dos laços de amizades e vínculos de famílias.
         Em razão de salvaguardar o patrimônio destas significativas manifestações folclóricas e esportivas, os municípios também mantém a identidade cultural e a história do seu povo.
           Na dissertação de mestrado do cientista Victor Chacon da Silva Pessoa [2012], de Fortaleza [CE], da Universidade Estadual, o mesmo compartilha  a seguinte reflexão em relação as manifestações culturais:


Como ter visão cientifica de coisas tão próximas, tão comuns, 
tão normais? Como não se emocionar com fatos que dizem tanto 
de nós mesmo, de nossos gostos, de nossos prazeres? Como ter 
visão crítica em relação àquilo que é visto tão naturalmente pela 
sociedade? Como gostar de uma festa vivê-la, esperá-la o ano 
todo, e ao mesmo tempo, querer entendê-la? LIMA (2002. p, 11). 

         Com esta contribuição compreende-se a importância das comunidades tradicionais planejarem e realizarem evento que simbolizam as representações do patrimônio herdados dos antepassados.

Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, novembro 03, 2014

Cemitérios como pontos de sociabilidade, de encontros, e memórias

A cultura do sepultamento indígena foi introduzida no Vale do Itapocu a partir do século XVIII. Foi a fase em que os índios “xoclengue” deixaram o litoral Norte catarinense com o advento da intensa imigração dos lusos e açorianos, durante o assentamento dessas comunidades. Para escapar das práticas das caçadas dos bugreiros, foi inevitável a interiorização desses povos, também conhecidos pelo nome de botocudos. Dessa fase sabe-se pouco por fontes orais. Os costumes dos rituais de sepultamentos ligados aos botocudos ainda permeiam o imaginário coletivo regional. Esse povo nômade, ao morrer repentinamente, enterrava os seus mortos no local em que se encontrava, em meio à floresta. Assim, ainda na primeira metade do século XX, os colonizadores europeus que aportaram no Itapocu afirmavam a presença do ritual do sepultamento dos botocudos nômades em alguns locais do vale, através de relatos de entrevista sociais, gravados nesses últimos anos.  Os sepultamentos, ocasionalmente, ocorriam quando a morte surgia no grupo social motivada por incidência de moléstia ou ataques de animais ferozes. O conhecimento desse ritual da morte chegou ao colonizador europeu quando os botocudos, já aculturados, vinham da reserva indígena da região de Ibirama [José Boiteux e Victor Meireles] ao Vale do Itapocu, reencontrar a sepultura [cova] do ente querido. Ali, misteriosamente realizavam sua manifestação social do culto ao morto. Já o colonizador europeu, alemães e pomeranos, desde os primórdios tempos da ocupação da territorialidade da região do Vale Rio da Luz [anos 60] e a região da Estrada Garibaldi [anos 90], no transcorrer do século XIX, trouxeram a manifestação cultural do ritual do sepultamento nos moldes da tradição cristã. Porém, a sua base organizacional foi concebida pela prática do associativismo, que se adaptou muito bem no núcleo de assentamento, em conformidade com a orientação da igreja que estava vinculado, ou seja, protestante ou católica. O Cemitério Municipal de Jaraguá do Sul foi criado na área rural, que compõe a atual urbe da cidade, por volta de 1909, sendo à época organizado em conformidade às normas higienistas, sanitárias e de secularização da sociedade. Os cuidados eram necessários, visto que a primeira experiência de criação de um cemitério central, no local do atual, foi alvo de inúmeras reclamações a cerca da salubridade do espaço rural ameaçado por epidemias e miasmas, pois a maioria dos corpos eram enterrados de modo muito raso, gerando mau cheiro que atraia espécies de animais e aves em busca dos restos mortais. Quanto à regulamentação de uso social e cultural do Cemitério Municipal, a partir da primeira década do século XX, a organização ficou a cargo das duas mais importantes igrejas, a Luterana no Brasil e a Católica. O terreno foi pleiteado junto à Câmara Municipal e homologado pela autoridade da antiga Superintendência de Joinville, na área territorial conhecida como terras da Camerland, sem data de registro oficial. Porém, no ano de 1913, uma rua foi aberta acompanhando a margem do Rio Itapocu, cortando a área cemiterial. Assim, a área cemiterial para sepultamento ao lado do rio ficou sob o controle da Igreja Católica; a outra, para os cidadãos ligados à Igreja Luterana no Brasil. Com intervenção organizacional das duas igrejas, o Cemitério Municipal ganhou os primeiros contornos de sociabilidade, principalmente, construção dos túmulos seguindo um regramento. Isso gerou uma arquitetura de alvenaria seguindo costumes e hábitos à época como a representação de esculturas sacras de anjos nos jazigos católicos. Já os luteranos valorizavam mais a inscrição do epitáfio, ou seja, a escrita de uma frase em relevo sobre o túmulo, em língua estrangeira alemã, sendo a mais comum: Hier Ruhet in Gott [aqui descansa em Deus]. Além disso, estampavam-se outras simbologias, fortemente apegadas em adornos da arte tumulária que, quanto mais sofisticada a sua construção, revelaria a posição social do indivíduo ou família. No transcorrer dos anos, o epitáfio passou a ser estampado em placas de mármore ou metálica, porém, a frase foi substituída por versículos bíblicos ou pensamentos de influentes pensadores, das mais diversas áreas do conhecimento como arte, filosofia, história, etc. Quanto ao uso da língua como meio eficaz de comunicação, os cemitérios no Vale do Itapocu não foram só marcados pela presença da língua estrangeira alemã. Assim, nos vários municípios, ainda podemos encontrar na arte da tumularia e em lápides inscrições nas línguas russa [os alemães de Wolga], leta, italiana, polonesa e portuguesa. Considerando estes indicadores, a primeira metade do século XX definiu-se através do associativismo cemiterial, com pontos de encontro de memória dos entes queridos em Jaraguá do Sul e no Vale Itapocu. Lembrando que o marco comemorativo é 2 de novembro, o Dia dos Finados, cuja data vem sendo comemorada desde o século II da Era Cristã. No Brasil, a tradição cristã chegou em todos os rincões que receberam imigração e colonização europeia. Com o passar dos tempos, a tradição do Dia dos Finados se firmou fortemente pela presença da ornamentação de flores naturais. Atualmente, esta cultura está sendo substituída pelas plantas e flores sintéticas, importadas da nação chinesa, nas diversas estampas e cores. As flores ganharam essa notoriedade no meio cemiterial, em virtude de representar aspectos de fragilidade e singeleza. Além disso, as mesmas poderão ter o caráter de simbolizar indicadores religiosos como as flores de cinco ou 12 pétalas, que significam as chagas de Cristo ou alusão aos apóstolos. Considerando esse contexto, o colonizador mantinha em sua propriedade o plantio das flores nos arredores da residência familiar, bem como no quintal, com a função social e cultural de embelezar e colorir a moradia. Porém, quando chegava a época dos Finados, seriam as flores extraídas e levadas ao cemitério. Essa prática social e cultural do uso das flores nos espaços cemiteriais eram conectadas aos valores da época e continuam presentes na atual sociedade, simbolizando conotações diversas, como religiosas e morais. Assim, uma flor quebrada poderá revelar a fragilidade da vida; uma flor morta poderá significar tristeza e melancolia. Porém, o campo das representações e simbologias das flores por espécie também tem seu significado: os lírios, adequados para os túmulos femininos, pois significavam a inocência da alma após a morte. Essa espécie tinha vasto cultivo nos quintais e davam à estação primaveril lindo colorido e cheiro agradável. O copo-de-leite usado no ornamento dos túmulos dos casais, simboliza a união e o matrimônio. A margarida é a flor símbolo da infância de Cristo. Isso nos remente ao passado frágil da ausência de políticas públicas de atendimento às gestantes. Essa fase histórica e gritante foi marcada pelas elevadas taxas de mortandade infantil, que obrigou os cemitérios a abrirem alas exclusivas à infância. Em contrapartida, as famílias, fragilizadas pela perda inocente, mantinham em seus quintais muitos canteiros dessas espécies de flores para atender a demanda dos finados. Com o passar dos anos e o aumento populacional, novos costumes sobre os sepultamentos foram incorporados em Jaraguá do Sul, como a cremação dos corpos, principalmente pelas famílias de posse. Porém, a maioria mantém a tradição dos sepultamentos convencionais, embora a verticalização cemiterial tenha modificado, drasticamente, essa arquitetura. Além disso, vem comprometendo o patrimônio histórico e cultural da arte tumular, tão significativa para a difusão do turismo, pois trata-se de um espaço de pesquisa e memória. Atualmente, há diversos cemitérios com indicativo de exploração turística como do Rio Cerro II, Vale do Rio da Luz, num total de três. Outros estão na região da Estrada Garibaldi [Santíssima Trindade, Jaraguá Alto, Jaraguazinho e São Pedro], Centro, Santa Luzia e Santo Antônio. 
Imagem de Rosane Neitzel Gonçalves, Cemitério Municipal Católico Centro, em 30 de outubro de 2014.
 Ademir Pfiffer - Historiador

sexta-feira, setembro 26, 2014

Museu Histórico "Emílio da Silva - Iº Livro Tombo do Acervo Musealizado



      Depois de longos de funcionamento desta instituição de guarda da memória e história de Jaraguá do Sul, foi encaminhado para o cartório,  para o registro do Iº Livro Tombo do acervo musealizado.
     Na primeira etapa do trabalho foram cadastradas em uma ficha técnica e livro tombo, aproximadamente 800 peças, cujo acervo se encontra na reserva técnica.
     A reserva técnica durante  essa gestão se tornou o laboratório de pesquisa, onde três funcionários se revessam sob a coordenação do historiador Ademir Pfiffer, para levantamento histórico-cultural do acervo existente.
  Através desta iniciativa, os profissionais de museus envolvidos contribuem para conservar, preservar  e salvaguardar os bens que pertencem nas coleções e acervos, que estão sob cuidados do MHES, desde o ano de 1976.
    Na época os senhores Emílio da Silva e Amadeus Mahfud organizaram a primeira mostra museal de difusão cultural da cidade, iniciando o movimento para instalação de um museu, cuja iniciativa foi no ano de 2001, na gestão do prefeito, Irineu Pasold.
    Ao encerrar os trabalhos na reserva técnica, o mesmo será desenvolvido nos módulos que  estão instalados no prédio da antiga prefeitura, piso inferior e superior. Assim,  na mesma perspectiva, será cadastrado os acervos musealizados dispostos nas salas e nichos temáticos.
    Com essa ação planejada e participativa, se efetiva o trabalho das políticas públicas de transparência do acervo, atendo as normas e deliberações do IBRAM e da Fundação Catarinense de Cultura.


Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, abril 12, 2014

Rio da Luz - Patrimônio Cultural Schützenverein – Sociedade Guarani

Rio da Luz - Patrimônio Cultural Schützenverein – Sociedade Guarani – Jaraguá do Sul - SC

Festa do tiro rei e rainha

Local: Sociedade Esportiva e Recreativa Guarani

Data: 05/04/2014
Horário: 18 horas
Rei: Nilson Nass
Rainha: Lonita K. Ramthun
1º Cavalheiro: Ademar Hornburg
1ª Princesa: Evana Hornburg
2º Cavalheiro: Marcos Roberto Kleinschmidt
2ª Princesa Lediane Kleinschmidt
Banda: Die Fiebes – Timbó – SC
Comandante de Marcha: Waldecir Spredmann

O evento trata-se do reavivamento do patrimônio schützenverein ligado aos remanescentes da colonização germânica [pomerana e alemã] do Vale Rio da Luz.
O evento acontece na estação do outono, quando há uma programação como, ritualística folclórica de busca de majestades, sessão solene de homenagem, jantar típico [difusão do patrimônio imaterial dos primórdios tempos], disputas de tiro, sagração das novas majestades e baile social.
Evento com esses indicadores culturais permeiam a cultura germânica local, elemento símbolo da identidade de Jaraguá do Sul.


domingo, fevereiro 23, 2014

Schützenverein, o patrimônio cultural do Vale Rio da Luz

No sábado 1º de fevereiro, às 19 horas na sede na sede da Sociedade Vitória do Vale Rio da Luz, região da Paisagem Cultural Brasileira, segundo o IPHAN, o local foi palco da primeira festa anula do tiro rei e rainha daquela entidade defensora do patrimônio do Schützenverein.
A festa foi organizada nos moldes do associativismo, com a ritualística de busca de majestades, com a Banda D’Fiebes da cidade de Timbó [SC].
Em seguida as majestades foram homenageadas, cujos associados e convidados cumprimentaram a corte,  que assim era constituída:
Rau Hornburg, rei; Wilma Hornburg, rainha; Vício Guethes, 1º cavalheiro; Adriana Grützmacher, 1ª princesa; Reinaldo Schubert, 2º cavalheiro e Adriana Lennert, 2ª princesa.
No local foi servido um jantar festivo, tipicamente caseiro e de acordo com os hábitos culinários daquela comunidade germânica composta pela população remanescente de alemães e pomeranos.
Paralelo ao evento foi realizado competições de tiro para sagração das novas majestades, para o evento do verão de 2015.

O evento do patrimônio do Schützenverein no Vale Rio da Luz reafirmou a continuidade de reavivar a cultura dos antepassados, que é a marca da identidade do município de Jaraguá do Sul, pois esta tradição é um dos valores remanescentes da colonização, que sobrevive pelo interesse da comunidade, pelo apoio dado pelo Poder Público, através do evento da Schützenfest e o  Fundo de Cultura.
Imagem: Ademir Pfiffer

Imagem: Ademir Pfiffer

Patrimônio Schützenverein em Rio da Luz Jaraguá

Imagem: Ademir Pfiffer
Festa do Tiro Rei
Localidade: Sohnstiefe
Local: Sede Social da Sociedade de Atiradores do Ribeirão Grande da Luz [antiga Frösing]
Majestades: Olindo Kohen [rei], Adalberto Rengel [1º cavalheiro] e Dinei Cristiano Draeger [2ºcavalheiro].
Banda: Irmãos D'Fiebes de Timbó [SC].
Ritualística folclórica foi realizada pela Senhora Guisela Kreutzfeld.
Imagem: Ademir Pfiffer