É um instrumento virtual, capaz de explorar e mostrar os traços da história, do folclore e da cultura do Vale Itapocu. Portanto, a missão do blog é ser um veículo de comunicação aliado à história de nossa gente.
Estatística
domingo, julho 31, 2011
120 anos da Imigração Suábia-Húngara
120 anos da Imigração Suábia-Húngara, em Jaraguá do Sul (SC), no ano que a cidade festeja 135 anos de fundação. Mensagem Jaime Negherbon, Vereador e Presidente da Câmara de Vereadores. Ademir Pfiffer - Historiador
Jaraguá do Sul 135 anos, por Cristiane Kitzberger
Jaraguá do Sul (SC) comemorará 135 anos. Reflexao e contribuição por Cristiane Kitzberger, arquiteta, da Barra do Rio Cerro. Ademir Pfiffer - Historiador
Monografia temática: história magyar e suábia
Monografia temática: história magyar e suábia, por Sidnei Marcelo Lopes. A pesquisa é fruto do trabalho de conclusão do Curso de Mestrado, na Univille, na cidade de Joinville (SC). O trabalho contou com chancela da Professora e Doutora, Sandra Guedes Camargo, cientista atuante naquela Universidade privada. Eis a entrevista com o novo pesquisador das culturas étnicas de Jaraguá do Sul (SC) Ademir Pfiffer - Historiador
Abdon Batista, mais uma vítima de Colombo em Santa Catarina
A Escola de Ensino Médio "Abdon Batista" é mais uma vítima de Colombo em Santa Catarina. O estabelecimento de ensino funciona desde 1935, sendo um dos mais significativos patrimônios sociais e culturais de destaque de Jaraguá Sul (SC). No mês de maio professores e alunos resolveram ir às ruas para denunciar à sociedade jaraguaense, o desgoverno do Senhor Colombo, o homem que veio para mudar os destinos da sociedade catarinense. Porém, passado seis meses de Governo, a SDR , não funciona e nem o Governador, não sabe qual o motiva da sua existência. Como não há Governo, até os alunos paralisaram junto com os professores, para avisar Colombo, que a educação é significativa e que ela em Santa Catarina está na UTI. Portanto, é meta melhorar e reequipar as escolas públicas, pagar melhores vencimentos, para quem se dedica à educação da nossa gente, o maior Patrimônio do nosso Estado. Portanto, que o nobre Governador faça uma agenda e assuma a missão de Governar, que é encurtar distâncias, assim dizia o Museólogo e Governador Antonio Carlos Konder Reis (1975-1978). De Brasília a Senhora Ministra Ideli Salvatii está de olho neste homem que precisa ser honesto, integro e sábio, para mudar o rumo da história do Estado de Santa Catarina, Caso contrário fique com Deus e volte para casa. Ademir Pfiffer - Professor CEJA - Jaraguá
sexta-feira, julho 29, 2011
Cores e bordados que permeam a história da Hungria em Jaraguá do Sul
Na manhã de 25 de julho, data de fundação do antigo Dominio de Jaraguá [atual Jaraguá do Sul], os remanescentes da Imigriação Suábia e Magyar, comparecer à solenidade dos festejos do aniversário da cidade. A festa também foi dedicada a eles pois em 23 de junho de 1891, aportava no Rio de Janeiro [RJ], o navio Hannover, com diversas famílias procedentes do antigo Império Austro-Húngaro [Província da Hungria].
Depois da quarentena na Ilha das Flores, os suábios e magyares foram encaminhados diretamente ao Estado de Santa Catarina [Colônia do Jaraguá]. Assim começava o primeiro movimento imigratório da Província da Hungria,no Vale Itapocu.
9° STAMMTISCH é mesmo festa dos Amigos?
Eu penso que não. Na prática não passa de uma cerimônia de beija-mão. Montam um cenário cheio de mimos na avenida mais nobre da cidade para saudar a Realeza. A plebe paga, protege e participa para também buscar algo que lhe interessa, auto-afirmação. Não temos Debret, mas temos colunistas, que mostra para demais pessoas quem fez parte dessa nobreza também. Isso é tão real que ninguém consegue defender a razão do evento. Dizem que é cultura. Todo esse mecânismo gera um ciúme, pois as pomposidades é para os Nobres. Nos dias atuais não possuímos REAL GUARDA IMPERIAL, logo a cerimônia é protegido por Abadas, Heráldicas, Breve. Quase todos sem lastro cultural, sim social. Creio que afirmar que esse evento é de origem Germânica é a forma de manter afastados demais etnias. Coisa que nas antiguidade faziam sem hipocrisia e com caráter.
Jean Carlos Gomes - Designer Industrial
segunda-feira, julho 11, 2011
Vª Bandoneonfest - Massaranduba - SC - 2011
A cidade deMassaranduba (SC) localizada no Vale Itapocu, no domingo 10 de julho ocorreu a largada dos festejos de 50 anos de emancipação política, com a edição da Vª Bandoneonfest realizada no Bairro Patrimônio, na Sociedade Onze União.
Aproximadamente 70 instrumenstistas de bandoneon subiram ao palco e oportunizando momentos de audição folclórica, que o público acolheu e prestigiou acaloradamente, com vivas. Aproximadamente 1.500 pessoas estiveram local onde as especialidades da cozinha alemã enriqueceu a festa.
O evento cultural foi um tributo à cultura germânica (pomerana e alemã), cujos grupos étnicos estão presentes na história de Massaranduba, mais de um século.
Portanto, a cidade de Massaranduba, através de uma geração consciente, ainda mantém viva as tradições e a identidade cultural da cidade.
Promovido e organizado o evento pela diretoria da Soceidade Onze União, e tendo como idealizador, o Senhor Alcides Manke, o qual conduziu uma equipe de dedicados trabalhadores e abnegados, para acolher o visitante da festa, com trativas.
Gabriela Trapp - Joinville - SC
Apesar dos tempos modernos, o folclore de Massaranduba, através do instrumento de bandoneon, se renova a cada edição da bandoneonfest, trazendo a cidade músicos diversos, que promovem a inteiração e a convivência harmônica entre o artista e público frequentador da festa.
Morgana Borchardt - Timbó - SC
No domingo, a festa foi marcada pela presença da juventude, o que assegura a continuidade do legado cultural da marca Massaranduba.
Outro fato significativo do evento foi homenagem aos 50 anos de emancipação política, com incentivo advindo, principalmente, da iniciativa privada. Isso revela que a classe produtiva está de olho, naquilo que é mais significativo, para os massarandubenses, o respeito pelo Patrimônio Cultural, Memória e a História.
Reimer Modro [filmand0] - Rio Cerro I - Jaraguá do Sul - SC
Alan Roweder - sonorização - Massaranduba - SC
Ademir Pfiffer - Hstoriador
sábado, junho 25, 2011
Acordes de bandoneon na festa de 50 anos de emancipação
No próximo dia 10 de julho, na sede da Sociedade "Onze União", no Bairro Patrimônio de Massaranduba (SC) acontece a Vª Bandoneonfest, um tributo aos 50 anos de emancipação política daquela cidade.
A festa é uma homenagem a colonização européia, que, também compreende os descendentes de pomeranos germânicos e eslavos, bem como ao poloneses e italianos, que ainda fazem uso do instrumento de bandoneon, naquele Município.
Haverá apresentações diversas de palcos,almoço festivo e tarde dançante.
No almoço será servido a culinária típica alemã e outras especialidades:
a) Almoço típico - R$ 15,00;
b) Churrasco - R$ 17,00;
A abertura da festa será, a partir das 9 horas da manhã.
Observação: Quem comprar almoço ou churrasco antecipado, recebe de cortesia, o ingresso para o evento folclórico.
No próximo dia 10 de julho, na sede da Sociedade "Onze União", no Bairro Patrimônio de Massaranduba (SC) acontece a Vª Bandoneonfest, um tributo aos 50 anos de emancipação política daquela cidade.
A festa é uma homenagem a colonização européia, que, também compreende os descendentes de pomeranos germânicos e eslavos, bem como ao poloneses e italianos, que ainda fazem uso do instrumento de bandoneon, naquele Município.
Haverá apresentações diversas de palcos,almoço festivo e tarde dançante.
No almoço será servido a culinária típica alemã e outras especialidades:
a) Almoço típico - R$ 15,00;
b) Churrasco - R$ 17,00;
A abertura da festa será, a partir das 9 horas da manhã.
Observação: Quem comprar almoço ou churrasco antecipado, recebe de cortesia, o ingresso para o evento folclórico.
terça-feira, maio 17, 2011
Samir Mattar, o destaque do Tiro Rei, Baependi
Samir Mattar - o descendente de sírio-libanês - foi nos anos de 1963, 1969 e 1970, destaque esportivo nas competições do Tiro Rei, nas festividades do Espírito Santo, no Clube Atlético Baependi de Jaraguá do Sul (SC). Nesta pequena entrevista, em 16 de maio, em Barra velha (SC), recordou desse momento de lazer na forma de asssociativismo, que permeou sua juventude e cuja participação sua serviu de apoio, para revitalizar e difundir o valor da cultura germânica, representada pela tradição do tiro ao alvo, em Jaraguá do Sul, desde os primórdios da colonização européia, a partir do final do século XIX. Na época, de sua sagração de Rei do Tiro, se usava a arma de techem, para a prática do esporte do tiro. Atualmente, o Senhor Samir Mattar é Prefeito de Barra Velha, cuja cidade vive um momento econômico ligado a era da indústria e do comércio varejista de porte.
Ademir Pfiffer - Historiador
domingo, abril 10, 2011
Turismo Vale europeu - Alexandre Torres, turismólogo
Turismo Vale europeu - Alexandre Gomes, turismólogo da cidade de Timbó (SC), na Festa Pomerana difundindo marketing cultural e tursitico, da região do Vale Itajaí. Jaraguá do Sul (SC), no Vale Itapocu, ainda está distante de uma realidade assim. Ademir Pfiffer - Historiador
quinta-feira, abril 07, 2011
6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã 53
6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã (vídeo 53). Nesta apresentação o Grupo Folclórico Dunántúl mostrou ao público, que a dança do Leste europeu tem suas próprias características. No passado as mesmas eram dançadas no salões da região da Estrada Garibaldi, onde ocorreu a imigração suábia e húngara. O Salão de Georg Wolf (arquitetura em enxaimel), local onde durante a semana funcionava um comércio de secos e molhados, também tinha uma ampla sala para dançar músicas folclóricas européias, ao som de bandoneon, cítara e violino. Posteriormente, veio as bandinhas com instrumentos de sopro e metais.
Ademir Pfiffer - Historiador
6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã 52
6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã (vídeo 52). Apresentação especial do Dunántúl, grupo de danças folclóricas húngaras, ligado ao movimento étnico dos suábios e húngaros, de Jaraguá do Sul (SC), presente há 120 anos na história da imigração de nossa cidade. No Botafogo, o grupo folclórico veio em virtude das homenagens que receberam em detrimento do evento clubístico da Barra do Rio Cerro.
Ademir Pfiffer - Historiador
terça-feira, abril 05, 2011
Biografia do século XX: Emílio da Silva
Um livro sobre Emílio da Silva... de autoria de José Alberto Barbosa

Um livro sobre Emílio da Silva... de autoria de José Alberto Barbosa
Conheci Emílio da Silva logo depois de 15 de agosto de 1959, estando eu nos meus 20 anos, quando passei a visitar Jaraguá do Sul; todavia, à época, meu convívio com o mesmo foi quase nenhum, pois minhas estadias em Jaraguá do Sul eram curtas. Verdade que tinham ele e Magdalena morada na mesma rua Elisa Stein (depois, renominada rua Pastor Ferdinand Schlünzen) em que residia minha futura esposa, Maria Eunice Dellagiustina; e esta e família eram íntimos de Emílio, Magdalena e os seus. Visitavam-se, queriam-se bem e herdei tal amizade. Minha querida Maria Eunice era amiga de suas filhas e filhos e mesmo colega de Érica e de Elvira, duas das filhas do casal. Já então, naquele lar dos Dellagiustina, ouvi comentarem muito do virtuosismo musical de Emílio, ao qual fui logo apresentado; e porque música é uma de minhas paixões, tão belamente gravei isto no espírito que sempre o imaginei ali, executando com Maria Eunice as mais doces e harmoniosas peças e o que, infelizmente, não tive ocasião de presenciar; não tinha ele obras publicadas e eu desconhecia por isso seus naturais pendores como escritor, como historiador, bem como o rico acervo cultural conservado em sua casa, o qual era a semente do futuro Museu Histórico de Jaraguá do Sul Emílio da Silva. Nossos contatos foram então raros e rápidos. Estava eu, ademais, ainda engatinhando em meus estudos histórico-geográficos e escritos literários. Porém, em 1973 assumi a Promotoria na Comarca de Jaraguá do Sul e pelo menos já em 1974 floresceu dentre nós uma amizade espontânea e íntima, movidos ambos, aí sim, pelo amor aos temas histórico-geográficos. Eu publicava meus artigos e poemas em jornais da região e era comum que Emílio me visitasse em razão disto, em meu gabinete, no Fórum, onde proseávamos muito; e ele ia me enriquecendo culturalmente. Considero-o, assim como a Amadeus Mahfud e Eugênio Vitor Schmöckel, como dos meus melhores mestres em temas históricos, geográficos e toponímicos, pois deles ganhei muitas e belas lições. Para muitos como eu, não apenas os que foram seus alunos nos bancos escolares, Emílio da Silva foi um Ebenholz Lehrer, um Mestre de Ébano. Também Frei Aurélio Stulzer, S.J., dele disse que descobriu em Emílio um desbravador da cultura. De fato, colhi ouro em suas lições e em seus escritos, particularmente no seu livro intitulado Jaraguá do Sul – IIº Livro – Um Capítulo da Povoação do Vale do Itapocu. Emílio foi pioneiro em muitas obras e atividades relevantes, qual o ensino pelo método da Escola Nova, neste nosso Vale do Itapocu; foi o primeiro a realizar um mapa topográfico de Jaraguá do Sul, além de haver feito mais mapeamentos na região; foi dos introdutores e o primeiro inscrito em Jaraguá do Sul do Integralismo, movimento recém fundado por Plínio Salgado e que era pleno de catolicidade; Emílio foi construtor, agrimensor, fotógrafo amador, pioneiro na atividade museológica; também dos pioneiros na música, especialmente no cultivo da música erudita e formação de grupo orquestral, sendo dos fundadores da SCAR – Sociedade Cultura Artista, que atualmente é um verdadeiro monumento à cultura e de projeção mundial. Teve ele, também, uma importância paralela no campo da indústria pesada, eis que de sua descendência proveio em parte fundamental esse portento industrial que é a WEG, que já abrange grande quantidade de países e leva o progresso a muitas Nações. Acontece que Emílio da Silva, depois de viver e vivenciar quase todo o século XX, se foi para os Jardins da Eterna Felicidade; e nós restamos aqui, saudosos do nosso Mestre de Ébano. Então, sucedeu que, em inícios do ano de 2006, o saudoso Sr. Carlos Humberto Pederneiras Corrêa, então DD. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, sabedor que Emílio da Silva seria homenageado em Jaraguá do Sul e sendo eu um membro da Instituição, solicitou-me dados biográficos daquele agente e registrador da nossa História local e, bem assim, a remessa para o acervo daquele Instituto, de exemplares do seu precioso livro. Eu tinha muitos apontamentos meus sobre Emílio, porém, jungido por muitos compromissos literários, não pretendia escrever ainda um livro sobre ele. Não me sobrava tempo para isso. No atendimento a tal apelo, fui colher elementos com o amigo Eggon João da Silva e com ele e com apoio do Museu da WEG, coletei e fiz àquele Instituto a remessa do livro solicitado, nas versões existentes e, quanto aos dados biográficos, também os remeti como solicitado me fora. O amigo Eggon João da Silva já teve uma expectativa de que eu escrevesse um livro, o que me sensibilizou. Tive a ideia, então, de escrever apenas um livreto sobre Emílio, todavia, o historiador Ademir Pfiffer, do Arquivo Histórico Eugênio Victor Schmöckel animou-me a ir adiante e a produzir um trabalhado muito mais amplo, dando-me pessoalmente grande ajuda, orientações e subsídios. A Administração daquele Arquivo na pessoa da Sra. Sílvia Regina Toassi Kita, como também a do Museu Histórico de Jaraguá do Sul Emílio da Silva na pessoa da Sra. Ivana Aparecida C. Cavalcanti e franquearam-me exame dos acervos de Emílio neles existentes e o livro foi crescendo, sendo que Ademir Pfiffer, Alcioní Macedo Canuto, Érica da Silva Cyrineu, Amadeus Mahfud e outras várias pessoas por mim entrevistadas foram me dando multiplicidade tal de informes sobre Emílio, de sorte que a obra tornou-se volumosa. Todavia, faço justiça a Ademir Pfiffer: foi ele o principal responsável por ser a obra assim tão vasta, pois, separou para mim, pessoalmente, centenas de fotografias para minha escolha; saiu a campo comigo; levou-me a visitas, fotografou; fez a meu pedido exames seguidos do texto, foi crítico severo e disposto incentivador e mostrou-me rumos para mim novos, levando-me a pesquisar mais e mais. Enfim, o livro está pronto. Ele é escrito num estilo ora romântico, mesmo poético, ora crítico e científico, visando aos leitores numa totalidade, buscando ser agradável e útil, devendo servir por igual a estudantes e a profissionais, a historiadores e demais pesquisadores e, ao mesmo tempo, como uma fonte onde amigos de Emílio da Silva possam simplesmente matar as saudades.
Jaraguá do Sul, 29.03.2011.

quinta-feira, março 03, 2011
Fred Ulrich, o alemão do Volk Musik da Jaraguá Am
Fred Ulrich, o alemão do Volk Musik da Jaraguá Am. Retrato fiel e corriqueiro deste pomernano germãnico de Blumenau (SC), na Rádio Jaraguá AM, durante sua gravação do Progrma Musical Alemão, que tem audência fiel no Vale Itapocu. Fred vai ao ar todos os dias.Portanto, representa um dos agentes de difusão da cultura européia ligada à música alemã, em Santa Catarina.
Além disso, há seis anoa é o maior incentivador do Encontro de Músicos da Cultura Alemã, do Botafogo Futebol Clube, na Barra do Rio, que nasceu no pátio da centenária Firma Weege, também incentivadora das manifestações folclóricas do Alvinegro, que virou a Estrela Sexagenária, em 2009.
Ademir Pfiffer - Historiador _ Jaraguá do Sul - SC
Deutsche Musik e o Botafogo na Barra Rio Cerrense
Deutsche Musik e o Botafogo na Barra Rio Cerrense. A gravação foi motivada pela edição do 6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã, que levou a direção do Programa Musical Alemão, sob o comando do locutor Fred Ulrich, a convocar Pfiffer e Enke, para narrar o acontecimento, que este ano presta um tributo a Imigração Súabia e Húngara de Jaraguá do Sul, a única cidade catarinense que recebeu diversas levas deste grupo étncio, por força de decisão política (tratado de Imigração Brasil e Hungria - 1870)do Imperador Dom Pedro II e o Rei Francisco I, do Império Austro-Húngaro.
Domingo 6 (seis) de março 150 músicos levarão ao palco do Botafogo, através dos acordes musicais, ritmos folclóricos pelos instrumentos de foles( acordeon, Bandoneon), sopro, metais, cordas e eletrônicos. Um dia para reavivar os valores musicais e revitalizar o Patrimônio Imaterial, da nossa terra e da nossa gente.
Ademir Pfiffer - Historiador
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
1891
Dom Pedro II foi um homem sintonizado com as diversas culturas e a elas dedicava viagens e atenção especial para conhecê-las. Como intelectual tinha o pensamento de organizar uma sociedade, no Hemisfério Sul da América, de homens com ampla visão de cultura, sociedade, educação, ciência e tecnologia. Para exercitar o pensamento organizou roteiros de viagens, pelos caminhos da Europa, onde oficilizou tratados de políticas de imigração, que oportunizasse a entrada no Brasil de gente de potencial.
Em uma de suas ida à Europa, ao antigo Império Austro-húngaro, em visita à Monarquia da Áustria, por volta de 1870, D. Pedro II, também decidiu navegar em direção até a Província da Hungria, cujo desembarque seria em Budapeste.
Na Província Húngara, Dom Pedro II estabeleceu um dos primeiros acordos de imigração, que abririam as portas de aproximação entre as duas nações, Brasil e Hungria.
Porém, o acordo ganhou só importância após a queda da Monarquia, em 15 de novembro de 1889. E, em 21 de junho de 1891 desembarcavam no Rio de Janeiro, várias famílias de origem suábia–húngara e magyar, que foram encaminhadas para a quarentena, na Ilha das Flores.
Posteriormente, os dois grupos étnicos aportaram em Itajaí (SC), encaminhados ao barracão dos imigrantes de Blumenau e finalmente, instalados na Colônia do Jaraguá, no extinto Domínio da Princesa Isabel.
Quem são os suábio-húngaros?
“Donauschwaben”, estampada em letras góticas, significa o nome dos suábios do Danúbio. Em alemão, “Donau” é o nome do Rio Danúbio e “schwaben” significa suábio. As duas palavras, escritas juntas, devem ser traduzidas como “suábios do Danúbio”. A letra gótica é um tipo de grafia característica da cultura germânica, ressaltando a origem alemã dos suábios."
No domingo 6 (seis) de março, o Botafogo Futebol Clube, através do 6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã vai realizar uma das primeiras homenagens, sendo outras planejada para acontecer durante o primeiro semestre de 2011.
A música foi escolhida para homenagear este movimento imigratório que encanta e orgulha a nossa gente. Pois vale ressaltar, que, a música veio junto às bagagens dos imigrantes suábio-húngaros e magyares, destaque para os instrumentos do bandoneon, violino e cítara.
Portanto foi a música um dos elementos mais significativos para estes dois grupos étnicos, pois ela foi a força social e espiritual, que os fez encarar a vida em meio a Mata Atlântica e os bugres. Além disso constituíram os alicerces da base de crescimento demográfico, econômico e cultural de Jaraguá do Sul.
Ademir Pfiffer – Departamento de Cultura - Botafogo
segunda-feira, janeiro 24, 2011
6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã - Convite: Marcio Brosowsky
Marcio Brosowsky (São Bento do Sul/SC), convite: Botafogo Jaraguá, 6º Encontro de Músicos da Cultura Alemã, que será realizado em 6 de março próximo . Este ano, o evento é um tributo à imigração suábia-húngara e magyar. Maiores informações: www.botafogojaragua@blogspot.com Ademir Pfiffer - Departamento de Cultura - Botafogo Futebol Clube
P.S. Gravado na Festa Pomerana, em Pomerode (SC).
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