Evento: Oficina de Capacitação
em Patrimônio Material e Imaterial
Data: 01/11/2017
Local: Amvali _ Vila Nova _ Rua Artur
Gumz
Palestrante: Rodrigo Rosa _
Historiador _ Fundação Catarinense de Cultura_ Fcc
Introdução
A capacitação focou a cultura material e imaterial, que são elementos simbólicos,
que permeiam o mosaico étnico e da identidade catarinense, na perspectiva
multicultural. Destaque, no horário matutino, o patrimônio edificado, pois é a
questão mais sofrível pela ausência da educação patrimonial e alvo de
judicializacão.
Apresentação do profissional e da Fcc
1 Apresentação de Rodrigo, seguido do histórico da Fcc, histórico, missão,
compromisso, organograma, diretoria de preservação do património cultural,
objetivos, espaços culturais, outros espaços culturais.
2 Contextualização histórica fundamentada na reflexão, sobretudo, a ausência de
leis municipais de incentivos, de defesa do patrimônio material e imaterial.
Na contextualização apresentou-se um panorama da quantificação dos patrimônios
tombados, destacando-se as edificações religiosas da Igreja Católica.
Para particularizar as reflexões, citou-se exemplos dos desmandos do poder
público, para fugir da responsabilidade da salvaguarda dos bens.
3 O eixo temático do Tombamento do Patrimônio foi apresentado os tópicos para elaboração
do documento que fundamenta a razão da solicitação para o órgão competente.
4 O assunto em pauta abordou as
publicações de periódicos, Património Funerário, Património Culinário e
Patrimônio Industrial catarinense.
Vespertino
5 Patrimônio Imaterial
Decreto 2.504/2004. O mestre Rodrigo Rosa explanou os fundamentos históricos e antropológicos
sobre a cultura imaterial ou intangível.
Para o registro do bem imaterial considera-se os saberes e fazeres, ligado as técnicas
que foram transmitida de geração em geração.
Segundo Rodrigo Rosa as pessoas são dadas como patrimônio imaterial no tocante,
quando exercer funções ligadas a ofícios e mestres.
Após contextualizações e reflexões cada participante do grupo recebeu uma ficha
de inventário de Patrimônio Imaterial de Santa Catarina, para respondê-la com
referência a comunidade que está vinculada.
Ao final de preenchê-la através da orientação metodológica do facilitador do
curso, cada cursista entregou-a para o palestrante da oficina.
A minha ficha foquei o Patrimônio do Schützenverein, prática centenária na
Associação Cultural e Recreativa Rio da Luz _ Salão Barg.
Considerações finais:
O evento articulado através da Associação dos Municípios do Vale Itapocu foi de
vital importância, pois oportunizou a compreensão do mapeamento, tombamento do
patrimônio edificado e os inúmeros elementos que reforçam a necessidade da
pesquisa de campo, para o registro imaterial do Mestre das Artes e Ofícios, saberes
bem como das diversas manifestações culturais, que existem nos quatros canto do
território catarinense.
Além disso, inclui-se no arcabouço
cultura e imaterial, a memória sensorial ligada aos sons, aroma e sabor.
Ademir Pfiffer - Historiador