É um instrumento virtual, capaz de explorar e mostrar os traços da história, do folclore e da cultura do Vale Itapocu.
Portanto, a missão do blog é ser um veículo de comunicação aliado à história de nossa gente.
Massaranduba e Blumenau (SC). Uma via rural que já atravessou um século e continua sendo um logradouro bucólico, cujo passante tem oportunidade de refletir a história da colonização teuto-brasileira (pomeranos e alemães).
A ponte na divisa dos dois municípios é de concreto armado revelando a mudança na paisagem da localidade.
Massaranduba e Blumenau (SC). Uma via rural que já atravessou um século e continua sendo um logradouro bucólico, cujo passante tem oportunidade de refletir a história da colonização teuto-brasileira (pomeranos e alemães).
A ponte na divisa dos dois municípios é de concreto armado revelando a mudança na paisagem da localidade.
Rodovia SC 110, de Jaraguá do Sul a Pomerode, no Vale rio Itapocu, em Santa Catarina ganha busto do patrono: Wolfgang Weege, após a sua revitalização.
Trata-se de uma homenagem e reconhecimento ao empreendedor do comércio de secos & molhados, posto de combustível, engenho de arroz, malharia, loja, parque ecológico e museu.
Além disso realizou outros feitos a favor do associativismo do lazer social e cultural, para o Município de Jaraguá do Sul.
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Grupo Folclórico Gustav Back, a cultura germãnica em evidência.
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Grupo Folclórico Gustav Back, a cultura germânica em evidência.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Grupo Folclórico Gustav Back, a cultura germânica em evidência.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Polono-brasileiros cantam e revelam a contribuição cultural da etnia polonesa no território massarandubense.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Polono-brasileiros cantam e revelam a contribuição cultural da etnia polonesa no território massarandubense.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Hino Nacional da Polônia pelas vozes do coral polono-brasileiro, de Benjamin Constant.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Prefeito Armindo Sésar Tassi e o convidado estrangeiro da Itália, Lucca Luchetta.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Canto coral do Círculo Italiano de Jaraguá do Sul (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Canto coral do Círculo Italiano de Jaraguá do Sul (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Canto coral do Círculo Italiano de Jaraguá do Sul (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Canto coral do Círculo Italiano de Jaraguá do Sul (SC).
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Etnia italiana, estudantes apresentaram poesias na forma de declamação.
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura. Data: 24 de novembro; Horário: 19 h; Local: Centro Esportivo da Fecarroz;O Senhor Alcides Manke, no instrumento do bandoneon, que representa cultura étnica germânica.(pomerana e alemã).
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
O Senhor Alcides Manke, no instrumento do bandoneon, que representa cultura étnica germânica.(pomerana e alemã).
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Com a palavra, o Senhor Armindo Sésar Tassi, prefeito.
Ademir Pfiffer – Historiador
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Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
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Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
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Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz.
Com a palavra Elisabete Tamanini, doutora (professora na Univille/Joinville) e coordenadora dos trabalhos, que resultou no livro para publicação.
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
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Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
56 Anos de Massaranduba (SC): Histórias, memórias e saberes comunitários – 01
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
O quê? Segunda Noite Cultural do Município de Massaranduba destaque para o lançamento do livro: História, Memórias e Saberes Comunitários em Massaranduba (SC), em diálogos com a educação e cultura.
Data: 24 de novembro;
Horário: 19h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
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Data: 24 de novembro;
Horário: 19 h;
Local: Centro Esportivo da Fecarroz;
Ademir Pfiffer – Historiador
Comboio ferroviário deixando Jaraguá do Sul (SC) rumo ao porto de São Francisco do Sul (SC).
A arquitetura do ferro a mais de um século contribuiu para a formação do perfil urbano da cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador
Joinville (SC):79ª Festa das Flores - Jardins do Futuro é a temática da exposição que celebra os hábitos e costumes de uma cidade que tem referências de longa data sobre o ambientalismo rural e urbano.
Os jardins na cidade Joinville provocam reflexões sobre os valores herdados do imigrante europeu, entre suíços, franceses, alemães, pomeranos, noruegueses, outros.
O evento na Expoville convidada a todos para referendar o mais nobre Patrimônio Imaterial da cidade, as cores e floridos, que provocam reflexões, sobretudo, a memória sensorial.
Jaraguá do Sul (SC): Logradouro Alwin Koch,numa área rural em metamorfose. O logradouro faz a conexão entre a Rua Edmundo Koch (bairro Nereu Ramos) e José Bauer (bairro Três Rio do Sul).
Uma via onde há arquitetura teuto-brasileira, elementos de ruralidades, paisagem bucólica.
Jaraguá do Sul (SC): bairro Nereu Ramos, conheça partes dos logradouros: Luiz Sarti e Edmundo Koch (trecho de estrada de chão). O trajeto é acompanhado pela Estrada de Ferro. Outro elemento de memória e história a destacar, que os logradouros no passado eram conhecidos pelo nome de Estrada Nova, que ligava Jaraguá ao distrito de Hansa (atual Corupá).
Jaraguá do Sul (SC): Logradouros (trechos) da José Picolli e Francisco de Paulo. A via une os dois bairros, Estrada Nova e Francisco de Paulo .
A paisagem que era de ruralidades sofreu através da metamorfose promovida pela intervenção do progresso rupturas.
Ademir Pfiffer - Historiador
Jaraguá do Sul (SC): Rua Urubici - Bairro Estrada Nova, o logradouro da igreja de pedra, um patrimônio edificado, que simboliza no local a igreja de Lutero no Brasil (Ieclb), em 2017, comemoramos 500 anos da .Reforma.
Ademir Pfiffer - Historiador
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
O Brasil é uma nação marcada por elaboração de milhares de leis nas esferas municipal, estadual e federal. Todavia, fazer a aplicação delas é um tremendo desafio, pois nem o poder público tem condições de arcar com o que criou para normatizar e equilibrar as forças antagônicas de diversas origens, que se deleitam para conviver nos ângulos das letras e pontuações.
A Associação dos Municípios do Vale Itapocu, ciente da responsabilidade de emplacar o associativismo municipalista focado em valores, convocou os agentes públicos para capacitar visando refletir a Lei 5.846/1980 e Decreto 2.504, que tratam da questão mais vulnerável do momento, a cultura matéria e imaterial.
O vídeo ilustra o evento, que marcou os anais da história regional do associativismo municipalista, que tem missão de tratativas para a defesa das políticas públicas visando provocar os senhores agentes públicos, do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, sobre o valor da cultura material e imaterial.
O historiador Rodrigo Rosa, da Fundação Catarinense de Cultura a Jaraguá do Sul (SC), para abordar a oficina, no bairro Vila Nova, na Rua Artur Gumz.
Esses dois parâmetros de referências incentivam a reflexão para o respeito ao multiculturalismo e a todas as formas de expressões de cultura, na esfera material e imaterial. Isso gera vínculos e laços entre os cidadão e os espaços de memória e história.
Os moradores remanescentes do Conjunto Rural do Rio da Luz organizaram mais evento celebrando a cultura teuto-brasileira, o patrimônio imaterial do schützeverein – festa de tiro rei - conforme os costumes dos anos 60, na Sociedade Ribeirão Grande da Luz, Sohnstiefe, Município de Jaraguá do Sul (SC).
Nas edições anteriores, o evento do baile típico dos anos 60 contava com o incentivo do Fundo de Cultura do Município de Jaraguá do Sul. Desta vez, os teuto-brasileiros – pomeranos e alemães – por conta do associativismo organizaram a celebração da cultura germânica, que novamente foi um sucesso, tanto no quesito social e cultural.
A presença dos defensores do legado cultural dos antepassados, os associativista e simpatizantes fez a diferença, nem ausência da classe política – agentes facilitadores do Fundo de Cultura - não diminui o valor simbólico e o caráter, também de memória e folclore, que foi difundido no ponto de socaibilidade.
A tocata contratada para o evento era composta por músicos de Massaranduba, Blumenau e Pomerode. Assim, um roteiro foi programado: ritualística folclórica das majestades – carroceiros e troleiros se concentraram em frente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, para recepcionar os músicos e os associativista do tiro ao alvo. De regresso à sede social aconteceu a sessão solene de homenagens, café colonial – com iguarias das festas de antigamente – competições de tiro ao alvo – baile social – à luz de lampião e tochas - sagração das novas majestades para a primavera austral de 2018.
O evento iniciou com a concentração de sócios às 17 h, em seguida partiu a caravana para a busca das seguintes majestades: Evanir Vasel, rei; Nilson Schweder, 1º cavalheiro e Ademar Hornburg, 2º cavalheiro.
Em 2018, pelo rodizio da festa, será novamente a sede da Associação Cultural e Recreativa Rio da Luz – Salão Barg, cujo rei será Valdecir Spredmann.
Todavia, é um desafio sensibilizar a nova geração, para a defesa do seu patrimônio, quer material e imaterial, pois as rupturas e as fragilidades deterioram os valores com o passar dos tempos, pois as redes sociais da rede mundial dos computadores criaram novos paradigmas de comportamento de vida, em relação à convivência comunitária entre os povos e a sociedade atual.
Através desse evento as seis sociedades de tiro ao alvo pelo projeto proponente e pelo registro da pesquisa buscam salvaguardar o patrimônio imaterial – as festas de tiro rei - do Conjunto Rural do Rio Luz, uma região que tem a presença dos pomeranos e alemães, desde a década de 60, do século XIX.
A inciativa das sociedades de tiro ao alvo do Conjunto Rural do Rio da Luz é um exemplo comunitário, para salvaguardar os hábitos e os costumes dos antepassados, em sintonia com a contemporaneidade. Dessa forma, ainda teremos muitas comemorações do schützenverein.
Os100 anos da ferrovia em Jaraguá do Sul (SC) chegou ao Arquivo Histórico "Eugênio Victor Schmöckel" pelo Guindaste Behling, na Rua Walter Marquardt (Bairro Ribeirão Molha). Através de uma mega operação, o vagão ferroviário foi resgatado da localidade de João Pessoa, Município de Guaramirim (SC).
A doação é da Rede de Postos Mime, ao Governo de Jaraguá do Sul, o qual será recambiado para Rio Negrinho (SC), para sofrer a intervenção de recuperação da estrutura férrea, madeirame e teto.
Após as etapas do processo de revitalização, o mesmo será instalado na sede do Centro Histórico de Jaraguá do Sul, na Avenida Getúlio Vargas, marcando assim as comemorações dos 100 anos da chegada do trem em Jaraguá do Sul, em 2010.
Passado 07 anos da doação, o patrimônio continua abandonado nos fundos do Arquivo Histórico, próximo à Prefeitura.
Ferrovia Jaraguá do Sul (SC), recentemente passou pela ação da troca de dormentes, nos fundos da estação do logradouro da Getúlio Vargas.
Ademir Pfiffer - Historiador
Uma cidade quando tem suas referencias centenárias, como uma ferroviária, que foi impulsionador do progresso, os seus munícipes se tornam defensores desse patrimônio, o qual pulsa como veia de sangue, pois a ferrovia é o simbolo das conexões com a nação brasileira.
Essa é Jaraguá do Sul que recebe diariamente os comboios ferroviários.
Porém, temos uma classe politica sem referencia e conhecimento e memória.
O resultado, a cidade não tem parceiros para articular um projeto de busca pela construção de elevados e túnel.
Da incompetência da classe política nasce o desespero do povo.
O vereador eleito - 2017 a 2020 - tem o pensamento fácil, ou seja banir a ferrovia, como fosse ela a responsável pela falta de mobilidade.
O vereador não busca efetivar conexões com os deputados federais e senadores em Brasilia.
Nesta perspectiva pergunta-se: até quando vamos votar em agentes políticos para receber apenas salários e fingir que são solucionadores de demandas?
Quando candidato, o político tem receituários para superar obstáculos. Eleito se torna fraco e fragilizado.
Portanto, estamos esperando novos vereadores, pois o grupo que está ai abandou o compromisso com desenvolvimento ferroviário e a memória da ferrovia.
A Sociedade Hansa Humbold, com sede social em Corupá (SC), no bairro Seminário, Rua Roberto Seidel realizou no dia 07 de outubro a escolha da rainha da entidade associativista e promotora do patrimônio cultural do schützenverein, edição 2017.
Participaram como concorrentes as seguintes senhoritas: Luana Machado, Monique Steciuk da Costa, Maguida Scheibel, Gabriele Nunes da Silva, Luciana Viebrantz, Andressa Fossile, Maísa Souza da Costa, Vanessa Ribeiro e Analice Bueno Gonçalves.
Assim, realizadas essas etapas foi proclamado o resultado final, Luciana Viebrantz, rainha; Luana Machado, 1ª princesa e Maísa Souza, 2ª princesa.
Após as etapas do desfile coletivo, individual e a exposição oral em relação a importância de representar como rainha, a Sociedade Hansa Humbold, na edição da XXIX Schützenfest (Festa do Atirador), no caso eleita para tal finalidade.
Em seguida aconteceu o baile social abrilhantado pela banda Naipe Brass, do Município de Joinville.
Em relação ao evento destaca-se o esforço continuo da diretoria da Sociedade Hansa Humbold, através da Senhora Magali Bierende, presidente e membros da diretoria, visando salvaguardar o patrimônio material e imaterial, desta entidade representativa da cultura teuto-brasileira.
A Sociedade Hansa Humbold, com sede social em Corupá (SC), no bairro Seminário, Rua Roberto Seidel realizou no dia 07 de outubro a escolha da rainha da entidade associativista e promotora do patrimônio cultural do schützenverein, edição 2017.
Participaram como concorrentes as seguintes senhoritas: Luana Machado, Monique Steciuk da Costa, Maguida Scheibel, Gabriele Nunes da Silva, Luciana Viebrantz, Andressa Fossile, Maísa Souza da Costa, Vanessa Ribeiro e Analice Bueno Gonçalves.
Assim, realizadas essas etapas foi proclamado o resultado final, Luciana Viebrantz, rainha; Luana Machado, 1ª princesa e Maísa Souza, 2ª princesa.
Após as etapas do desfile coletivo, individual e a exposição oral em relação a importância de representar como rainha, a Sociedade Hansa Humbold, na edição da XXIX Schützenfest (Festa do Atirador), no caso eleita para tal finalidade.
Em seguida aconteceu o baile social abrilhantado pela banda Naipe Brass, do Município de Joinville.
Em relação ao evento destaca-se o esforço continuo da diretoria da Sociedade Hansa Humbold, através da Senhora Magali Bierende, presidente e membros da diretoria, visando salvaguardar o patrimônio material e imaterial, desta entidade representativa da cultura teuto-brasileira.
A Sociedade Hansa Humbold, com sede social em Corupá (SC), no bairro Seminário, Rua Roberto Seidel realizou no dia 07 de outubro a escolha da rainha da entidade associativista e promotora do patrimônio cultural do schützenverein, edição 2017.
Participaram como concorrentes as seguintes senhoritas: Luana Machado, Monique Steciuk da Costa, Maguida Scheibel, Gabriele Nunes da Silva, Luciana Viebrantz, Andressa Fossile, Maísa Souza da Costa, Vanessa Ribeiro e Analice Bueno Gonçalves.
Assim, realizadas essas etapas foi proclamado o resultado final, Luciana Viebrantz, rainha; Luana Machado, 1ª princesa e Maísa Souza, 2ª princesa.
Após as etapas do desfile coletivo, individual e a exposição oral em relação a importância de representar como rainha, a Sociedade Hansa Humbold, na edição da XXIX Schützenfest (Festa do Atirador), no caso eleita para tal finalidade.
Em seguida aconteceu o baile social abrilhantado pela banda Naipe Brass, do Município de Joinville.
Em relação ao evento destaca-se o esforço continuo da diretoria da Sociedade Hansa Humbold, através da Senhora Magali Bierende, presidente e membros da diretoria, visando salvaguardar o patrimônio material e imaterial, desta entidade representativa da cultura teuto-brasileira.
Jaraguá do Sul (SC): Rua Expedicionário Arnoldo Hornburg ( antiga Tifa Rappe), no inicio do século XX se tornou conhecida pela primeira explosão da fábrica de pólvora.
Atualmente, a antiga tifa recebeu o nome do herói da II Guerra Mundial, um cidadão teuto-brasileiro (pomerano-brasileiro), que foi soldado convocado pela Força Expedicionária Brasileira (Feb), e atuou no Front italiano, entre os anos de 1944 e 1945.
A Rua Expedicionário Arnoldo Hornburg faz parte do Conjunto Rural do Rio da Luz com chancela do Iphan.
Jaraguá do Sul (SC): Rio da Luz - Rua Eugênio Müller, patrono do logradouro, cuja família tem registro de participação na história do município desde os anos 30.
O logradouro está na área do Conjunto Rural do Rio da Luz, uma paisagem cultural brasileira, tendo como defesa o legado dos teuto-brasileiros (pomeranos e alemães).
O rio Itapocu em Jaraguá do Sul (SC) separa duas artérias dos bairros Ilha da Figueira (Artur Withöft e Vila Lalau (Carlos Eggert).
A ponte Antonio Ribeiro une os dois logradouros que recebem movimento diário de pedestres, motocicletas, autos, caminhões, outros.
No trajeto é possível identificar a evolução das edificações e do comércio, que é bem diversificado, pois a via tem dois hotéis, farmácia, loja de roupas, outras iniciativas empreendedoras.
Isso gera um complexo movimento de trânsito, o que exige atenção constante dos usuários das duas vias.
Jaraguá do Sul (SC): Rua Gustavo Lessmann, localizada no bairro Vieira.
À época quando foi registrado as imagens o logradouro tinha uma uma paisagem sofrível, pois havia ausência do planejamento urbano e estratégico.
Portanto, mais um local da periferia,que fazia parte dos subterrâneos da memória urbana, cujo vereador busca a cada quatro anos o voto do cidadão desavisado e some.
E, após sete anos do registro da vida sofrida dessa comunidade, será que melhorou algo como a infraestrutura?
Jaraguá do Sul (SC), ainda tem como referência a ferrovia, que é o simbolo do progresso e a boa herança do Império do Brasil.
Dom Pedro Pedro I, já tinha em mente construir uma rede de conexão ferroviária, para unir o litoral ao Planalto norte da antiga Província de Santa Catarina.
Em 2017, esse Patrimônio da Arquitetura do Ferro é a memória remanescente do incio do desenvolvimento dos municípios por onde passa a malha ferroviária, de São Francisco do Sul à cidade de Porto União.
Quem visita um dos prédios de apartamento da orla marítima de Itajaí conhecerá uma paisagem cultural encantadora do litoral catarinense, como a área de entrada do porto daquele município.
As imagens da orla se misturam com a urbanidade, assim revelando a grandeza da cidade marcada pela presença, no passado de portugueses e alemães.
Em 2003 a Convenção da Unesco elaborou um documento universal sobre o mais vulnerável bem cultural, que trata-se do patrimônio imaterial ou intangível, que existem nos quanto canto do mundo. Segundo os cientistas e pesquisadores da Antropologia Cultural, o mesmo sofre com as transformações ao longo dos séculos e anos.
Nesta perspectiva as comunidades tradicionais, como é o caso particular, da Associação Recreativa Cultural Rio da Luz conhecida por Salão Barg (antigamente era Salão Mathias e Voigt), tem como missão salvaguardar a cultura dos antepassados, os colonizadores pomeranos e alemães, que trouxeram a manifestação do Schützenverein àquela região Sul do Município de Jaraguá do Sul.
No evento Festa de Rei do imigrante ( Immigrantenkönigsfest) organizado e celebrando os 102 de fundação da entidade associativista, entre os dias 19 e 20 de agosto eram as majestades, o casal Pio e Rita Cássia da Silva Zapellini.
O evento foi concorrido, pois as competições de tiro foram abertas para participação da comunidade visando as conquistas das medalhas da melhor pontuação classificatória.
O evento foi musicalizado no sábado pela Banda XV Show da cidade de Blumenau, que participou da ritualística folclórica de busca das majestades, bem como animou a tarde dançante, cujo repertório destaque eram às músicas folclóricas germânicas e do patrimônio folclórico brasileiro.
Além disso, o público também teve oportunidade de conhecer o acervo repositório de memórias composto por uma coleção de raridades simbólicas do patrimônio material do schützenverein, que nos remete ao passado.
O "Seu" Gerold Duwe explicou o acervo fotográfico que retrata a data de inauguração da edificação do enxaimel (fackwerk), no ano de 1941.
Em continuidade as comemorações dos 50 anos de fundação da Sociedade 25 de Julho, no bairro 99, Município de Jaraguá do Sul, no sábado 12 de agosto aconteceu a festa de tiro ao alvo, símbolo do patrimônio do schützenverein e da identidade cultural jaraguaense.
As majestades do evento da estação do inverno austral foram: Mauricio Salomon, rei; Ademir Pfiffer, 1º cavalheiro e Adenor Milbratz, 2º Cavalheiro.
Pelas 16 horas foi servido café colonial, o qual foi organizado pela equipe de Gatti Ehlert, cujas iguarias eram de especialidades da cozinha típica germânica (pomerana e alemã).
A Banda Musicamp de Jaraguá do Sul musicalizou o evento, ritualística de busca das majestades, sob o comando do Senhor Hilberto Wagenknecht – trecho da sociedade até o antigo comércio de Wigando Meier – e tarde dançante.
Paralelo à tarde dançante, os associados e convidados disputaram as três classificações de destaque do evento: rei, 1º cavalheiro e 2º cavalheiro.
Assim sendo, essa entidade promotora das festas de tiro rei, também tem necessidade de assegurar a preservação do patrimônio imaterial ou intangível em conformidade com a Convenção do 2003, da Unesco.
A Sociedade 25 de Julho chegou aos 50 anos e tem dura missão de continuar a salvaguardar o patrimônio do schützenverein, razão da sua continuidade na defesa do legado cultural dos antepassados e da comunidade teuto-brasileira.
Esse órgão universal fundamentou a preocupação de cada comunidade no mundo inteiro, de buscar a salvaguarda do seu patrimônio material e imaterial, embora em constante vulnerabilidade, pois está em constante mutação.
Ademir Pfiffer – Historiador
Atualmente, tem enormes desafios como, de passar adiante as novas gerações, os conhecimentos dos antepassados.
Jaraguá do Sul (SC): Praça Angelo Piazera em frente ao Museu Histórico Emílio da Silva: Rodrigo Brum, interprete do patrimônio da música brasileira caipira.
Jubileu de Prata da Associação jaraguaense dos Artistas Plásticos, por Cristina Pretti, na sede da entidade de defesa da arte do Município de Jaraguá do Sul e do Vale do Itapocu.
Jaraguá do Sul - SC: Rua Germano Stricker - Tifa dos Monos (antiga Estrada Nova), um logradouro empoeirado, cujos moradores a anos convivem com o drama da ausência de infraestrutura, para melhor qualidade de vida.
Ademir Pfiffer - Historiador
Jaraguá do Sul (SC) tem um vasto território para exploração turística. No bairro Santo Antonio a Paisagem Cultural que engloba o patrimônio edificado da Igreja Santo Antonio, patrimônio cemiterial e a antiga casa do comércio Moretti, nos remetem a recordações da região da Toscana e Emília Romagna, na Itália, pois de lá partiram os colonizadores italianos formadores da identidade cultural jaraguaense.
Esta paisagem é única – pois o perfil urbano de ruela tem característica daquela região italiana de ruralidade e área de cinturão verde . Assim, cabe ao Poder Público, defende-la como elemento de identidade e símbolo de três ricos patrimônios.
Vamos acordar Jaraguá do Sul e abraçar este patrimônio, pois é único e justifica porque somos civilizados, como consequência, temos cultura de apego aquilo que nos pertence.
Nesta perspectiva, se um dos três elementos for ignorando pela importância cultural e patrimonial, certamente a cidade e o local será mais um território para vandalismo, que destoa com o padrão ético e moral do povo daquela região, que tem ainda no latifúndio, o apego à herança dos antepassados.
Ao defender o que é um bem material e de referências culturais, o invasor não insultará o nosso povo, pois o mesmo tem o compromisso com nossa história. Assim, o cidadão transformará a cidade num campo de memórias e apego as tradições e ao valor patrimonial.
Ao negarmos a defesa patrimonial matéria e imaterial, a fragilidade e a violência irá sobrepor a memória e a história, paralelo vem a ruptura da ordem social.
Jaraguá do Sul - SC - bairro Nereu Ramos- nome é uma referência ao senador da República e presidente da República Federativa do Brasil, provisoriamente, catarinense - tem as ruas Henrique Demathe (bairro Nereu Ramos) e Antonio Machado (bairro Santo Antonio).
Logradouro que carecem de melhor sinalização e infraestrutura (calçadas e lombada), para segurança do cidadão.
Ademir Pfiffer - Historiador
Jaraguá do Sul (SC): Ruas Alberto Utpadel (chão batido) e Armandus Rengel (trecho já asfaltado e outro em via de preparo do leito, para receber a pavimentação), região do Rio Cerro I (lado pequeno), logradouro ladeado pelas pelas propriedades de minifúndio, com lavouras como arroz irrigado, milho, aipim, outros inciativas econômicas.
Jaraguá do Sul (SC): Rua Erich Harchen - Rio Cerro I (lado pequeno fundos). A rua do músico Alfonso Ziehlsdörff do instrumento do quetschkommade (bandoneon) e outros instrumentos musicais. A rua é permeada por rica paisagem rural, cuja estrada é de chão batido, onde a comunidade remanescente composta por teuto-brasileiros (alemães e pomeranos), sobrevivem lavrando a terra num horário e outro atuando na empresa.
Jaraguá do Sul (SC): entrando na cidade pela Ponte Abdon Batista, passando pela Rua Epitácio Pessoa, viaduto, trevo do Marcolla, em direção (oeste) a Br 280 (Rodovia Engelbert Oechsler).
Trecho da Waldemar Grubba (antiga Rua Joinville), em Jaraguá do Sul (SC), começando a gravação das imagens próximo ao elevado dos Eggert (entrada do bairro Vieira, que da acesso ao Município de Schroeder), até a propriedade do Senho Werner Voigt (in memoriam).
A Sociedade de Atiradores Ribeirão Grande da Luz (antiga sociedade Frohsing), de Jaraguá do Sul (SC), promoveu neste final de semana, sábado, 29 de julho, a tradicional festa de rei e rainha do tiro, um patrimônio representativo e simbólico do schützenverein, da comunidade teuto-brasileira (alemã e pomerana), no Vale do Rio da Luz.
A celebração iniciou às 18h com a concentração dos sócios e convidados na sede social. Em seguida aconteceu a celebração da ritualística folclórica de busca das majestades: Marcio Koch e Eliane Hornburg Koch, respectivo rei e rainha; Marcio e Rosiane Spredmann, respectivo 1º cavalheiro e 1ª princesa; Marciano e Marina Jahn, respectivos, 2º cavalheiro e 2ª princesa.
Claudino Raasch era o comandante da marcha, animada pela Banda GBD, de Garibaldi.
Através da organização e realização deste evento, a comunidade teuto-brasileira do Sohnstiefe, através da diretoria da Sociedade Atiradores, segue o documento da Convenção de 2003, da Unesco, a qual preconiza o Patrimônio Cultural Imaterial ou Intangível compreende as expressões de vida e tradições que comunidades, grupos e indivíduos em todas as partes do mundo recebem de seus ancestrais e passam seus conhecimentos a seus descendentes.
Portanto, desde 25 de julho de 1931, a Sociedade de Atiradores Ribeirão Grande da Luz tem com foco a salvaguarda do Patrimônio Imaterial, herança dos seus ancestrais e antepassados, que trouxeram esta manifestação folclórica a partir da segunda metade do século XIX, ao Sul do Brasil.
No Vale do Rio da Luz, há mais de um século a tradição da festa de tiro rei e rainha está presente cujo patrimônio é transmitido de geração em geração.
A diretoria dessa sociedade de tiro registra-se os cumprimentos pela organização do evento e a participação dos associados e demais sociedades de Jaraguá do Sul, Corupá, Schroeder e Guaramirim.
Jaraguá do Sul (SC), festeja141 anos de fundação. O Parque da Malwee, que salvaguarda o Patrimônio Natural e agrega um espaço museal é referencia neste 141 anos de memórias e histórias de uma cidade teuto-brasileira, que tem espaço para diversas outras etnias.
Este patrimônio da roda d'água é uma referência da identidade cultural do município conhecido como a Pérola do Itapocu.
Sessão de homenagem aos fundadores, durante o evento das celebrações dos 50 anos de fundação da Sociedade 25 de Julho, da Rua Bertha Weege, bairro Jaraguá 99.
Uma das mais significativas celebrações das comemorações dos 50 anos da Sociedade 25 de Julho, no bairro 99, em Jaraguá do Sul, foi marcada pelo desfile, na manhã de domingo 23 de julho, no logradouro da Bertha Weege.
Participaram da ritualística folclórica, os associados da própria entidade associativista e aniversariante, bem como as demais sociedades convidadas: Botafogo Futebol Clube, Associação Recreativa Cultural - Salão Barg, Sociedade Rio da Luz II – Salão Centenário, Sociedade Guarany, Sociedade Vitória, Sociedade Independência, Sociedade Alvorada e Sociedade Aliança.
Dois grupos de idosos, Maria Lescowicz Scheuer e Wolfgang Weege, também participaram do desfile, pois muitos dos idosos passaram suas vidas na sede social da Sociedade 25 de Julho como associados ou frequentadores dos eventos da cultura germânica.
A Sociedade 25 de Julho iniciou as atividades em 1955 como clube de futebol amador, no Jaraguá 84. Porém, o clube de futebol agregou as suas atividades sociais, os bailes como do tiro rei (königfest). Os bailes eram realizados no salão particular de Alwin Meier.
No final do desfile da celebração da ritualística folclórica, cada entidade associativista levou para sua sede social, uma simbologia retratando os 50 anos da entidade defensora do patrimônio do schützenverein.
Em julho de 1967, os associados oficializaram uma diretoria (Alex Krüger, primeiro presidente), que tratou de pleitear um terreno (propriedade de Alex Krüger) e a construção da sua sede social.
Dessa forma, compete a atual diretoria e as sucessoras, organizar-se visando celebrar o centenário à caminho, cuja comunidade em metamorfose, resiste para preservar suas tradições de ordem material e imaterial, em conformidade com as raízes teuto-brasileiras.
Nessa perspectiva, o futebol perdeu o seu foco e relevância e a entidade associativista assumiu como missão, a difusão do patrimônio do schützenverein, organizando, anualmente, até hoje, um calendário de festas de tiro rei e rainha.
Atualmente, a Sociedade 25 de Julho tem o desafio de manter a sua missão de salvaguardar o patrimônio das festas de rei, sem desviar os seus princípios e valores, visando também preservar o legado cultural dos antepassados.
Uma das mais significativas celebrações das comemorações dos 50 anos da Sociedade 25 de Julho, no bairro 99, em Jaraguá do Sul, foi marcada pelo desfile, na manhã de domingo 23 de julho, no logradouro da Bertha Weege.
Participaram da ritualística folclórica, os associados da própria entidade associativista e aniversariante, bem como as demais sociedades convidadas: Botafogo Futebol Clube, Associação Recreativa Cultural - Salão Barg, Sociedade Rio da Luz II – Salão Centenário, Sociedade Guarany, Sociedade Vitória, Sociedade Independência, Sociedade Alvorada e Sociedade Aliança.
Dois grupos de idosos, Maria Lescowicz Scheuer e Wolfgang Weege, também participaram do desfile, pois muitos dos idosos passaram suas vidas na sede social da Sociedade 25 de Julho como associados ou frequentadores dos eventos da cultura germânica.
A Sociedade 25 de Julho iniciou as atividades em 1955 como clube de futebol amador, no Jaraguá 84. Porém, o clube de futebol agregou as suas atividades sociais, os bailes como do tiro rei (königfest). Os bailes eram realizados no salão particular de Alwin Meier.
No final do desfile da celebração da ritualística folclórica, cada entidade associativista levou para sua sede social, uma simbologia retratando os 50 anos da entidade defensora do patrimônio do schützenverein.
Em julho de 1967, os associados oficializaram uma diretoria (Alex Krüger, primeiro presidente), que tratou de pleitear um terreno (propriedade de Alex Krüger) e a construção da sua sede social.
Dessa forma, compete a atual diretoria e as sucessoras, organizar-se visando celebrar o centenário à caminho, cuja comunidade em metamorfose, resiste para preservar suas tradições de ordem material e imaterial, em conformidade com as raízes teuto-brasileiras.
Nessa perspectiva, o futebol perdeu o seu foco e relevância e a entidade associativista assumiu como missão, a difusão do patrimônio do schützenverein, organizando, anualmente, até hoje, um calendário de festas de tiro rei e rainha.
Atualmente, a Sociedade 25 de Julho tem o desafio de manter a sua missão de salvaguardar o patrimônio das festas de rei, sem desviar os seus princípios e valores, visando também preservar o legado cultural dos antepassados.
A Rua Carlos Tribess (patrono teuto-brasileiro), no bairro São Luís é cortada por principais vias, constituindo um perigoso labirinto para passantes desavisados e/ou desatentos. Neste logradouro fica a confecção Manike.
Jaraguá do Sul (SC):Rua Antonio de Macedo e Luiz Bortolini, dois logradouros permeados de ricas edificações contemporâneas. As mesma formam um uma rica paisagem musealizada à céu aberto, com indicadores de memória e de história de gente laboriosa.
Imagens dos logradouros de Jaraguá do Sul (SC), no inverno austral: Luiz Chiodini, Francisco Winter, Vitória Chiodini Spézia, Angelo Spézia e Expedicionário Angelo Vicenzi.